<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100</id><updated>2012-02-01T12:56:56.618-02:00</updated><category term='gestação'/><category term='babás'/><category term='crescimento'/><category term='televisão'/><category term='introdução'/><category term='cólicas'/><category term='amamentação'/><category term='crianças'/><category term='bebês'/><category term='fases da criança'/><category term='terapia'/><category term='ordenha'/><category term='autonomia respeito'/><category term='ecologia'/><category term='cinema'/><category term='tempo'/><category term='disciplina'/><category term='alimentação'/><category term='sono'/><category term='2 meses'/><category term='3 meses'/><category term='seis meses'/><category term='comportamento'/><category term='shantala'/><category term='nascimento'/><category term='livre demanda'/><title type='text'>Matterna</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lindeiras</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07027954074455646541</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>59</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-2484651943712656829</id><published>2012-01-09T23:43:00.002-02:00</published><updated>2012-01-09T23:46:52.288-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='introdução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='seis meses'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentação'/><title type='text'>Entre papas e beijos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2011 não foi definitivamente o ano deste blog. Nem uma atualização sequer. Para mostrar que 2012 chegou fazendo a diferença vou postar um texto sobre o delicado e prazeroso momento da introdução dos alimentos ao bebê por volta dos seis meses de idade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XxW0Aua-Lh8/TwuXEtE0iOI/AAAAAAAAAVc/TPVQ-UnIxJ0/s1600/DSC00835.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-XxW0Aua-Lh8/TwuXEtE0iOI/AAAAAAAAAVc/TPVQ-UnIxJ0/s320/DSC00835.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois do susto inicial do bebê que caiu no nosso colo ao nascer encaramos um primeiro trimestre de dúvidas, adaptações e medos secretos que fazem a mãe acordar de noite (para conferir a respiração do &amp;nbsp;filhote), além claro dos campeões de audiência: sono e cansaço. O segundo trimestre chega com jeito de coisas se ajeitando. Vamos conhecendo cada vez mais o baby, que agora já se encaixa perfeitamente nos braços experientes da mãe e do pai. Conosco foi uma época de muito peito, amamentação se estabelecendo a valer, e a idéia de alimentação para o bebê era algo que beirava a órbita de plutão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas eis que num passe de mágica, entre centenas de noites mal dormidas, chega o sexto mês. O início de uma nova fase para nós e nossos filhotes. Como toda novidade, tem tudo para nos deixar inseguras, com certo pé atrás. Nessa hora temos a orientação da pediatra, que surge como guia, mas que jamais deve soar como caminho estrito a seguir. &amp;nbsp;Aproveito a deixa para dizer que esse texto reúne informações que coletei ao longo de meses de pesquisa em nutrição para bebês na busca de um caminho pessoal para a alimentação da minha filha. As escolhas contidas aqui fazem parte do meu processo de crenças e idéias a respeito da saúde e do papel da alimentação na manutenção de um corpo saudável. Nessa busca conheci alguém que de longe me ajudou e muito: Sônia Hirsch.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o bebê faz seis meses, começa uma sensação de que é agora ou nunca. Gostaria de dizer às mães que relaxem nesse momento. A introdução alimentar deve ser feita de maneira lenta e prazerosa, como trata-se de apresentar os alimentos e ir formando o paladar da criança, melhor que seja feita aos poucos enquanto a casa vai adaptando-se à nova rotina. Insituir de uma hora para outra um ritmo novo pode confundir os pais, o bebê, a babá, os avós. Enfim, o que poderia ser legal vai virar um stress só. Aqui em casa eu precisei de um tempo para me organizar. Anita começou a provar alimentos com oito meses, e foi tudo bem, no tempo dela. É legal neste momento perceber a demanda do bebê por novidades, para equilibrar a demanda dos pais com a demanda do bebê.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem diversas correntes pediátricas mundo afora que orientam, de maneira diferente, a introdução dos alimentos, junto com a orientação da pediatra de anita, que é naturalista, fiz um mix de diversas correntes e montei o nosso esquema.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao que interessa:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comecei oferecendo uma fruta a cada dois dias. Evitava as frutas ácidas, no mais, oferecia quase tudo. Depois passei a oferecer uma fruta de manhã e uma verdura (cozida no vapor) pura no almoço. Suco de manhã. Achei bem interessante essa orientação porque podemos mapear as reações do baby a cada alimento (desde reações alérgicas, a produção de gases) e também porque vamos formando o paladar aos poucos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #b45f06;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #b45f06;"&gt;Nessa fase inicial as frutas e verduras não "sustentam" o bebê, que ainda mantém sua rotina de leite materno. O ideal é que o momento da apresentação dos alimentos seja um momento de prazer para o bebê e a mãe ou pai, que eles possam explorar a novidade com as mãos ou do jeito mais esquisito que lhe interessar. Ainda não há que contar colheradas nem ficar frustrada à negativas do bebê. Ele não tem obrigação de comer nada, não vale forçar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em menos de um mês, parti para a rotina de introdução. Com direito a sopinha (mistura de duas verduras com temperos) e sucos. Olha como ficou nosso esquema aos 8 meses:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;06:00 – leite materno&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #b45f06;"&gt;08:00 – suco de fruta:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; lima, laranja-lima, água de coco, melão, melancia, manga, goiaba (120 a 160 ml)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #b45f06;"&gt;10:00 – papinha de fruta:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; banana-prata, mamão, pera, maçã, abacate.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;(Dica: &amp;nbsp;cozinhar no vapor a maçã e a pera até soltarem a casca. Fica mais docinha e é só amassar.)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;12:00 – leite materno&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #b45f06;"&gt;15:00 – sopa:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; verdura + cebola + tempero verde + 1 folha verde.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #b45f06;"&gt;modo de preparo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Cozinhar 2 verduras no vapor. Refogar cebola e tempero em água, colocar as verduras junto, refogando. Quando desligar o fogo, colocar a folha verde e tampar. A idéia é que a folha cozinhe muito pouco no vapor. Depois passar tudo na peneira.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -.25in;"&gt;1.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;abóbora + (chuchu ou quiabo)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -.25in;"&gt;2.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;cenoura + (madioquinha ou batata doce)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -.25in;"&gt;3.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;beterraba + (aipim ou inhame)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -.25in;"&gt;4.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Folhas verdes: couve, espinafre, lingual de vaca, agrião, rúcula&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;17:00 – leite materno&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;20:00 – leite materno&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Oferecer água a cada 1 hora no dia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma ótima dica para oferecer inhame, mandioquinha e outros legumes mais secos, é amassar com leite materno. Pode parecer esquisito, mas fazia um sucesso retumbante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos poucos fomos variando as papinhas, acrescentando novos sabores.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #b45f06;"&gt;Papinhas salgadas – 12:00&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;cenoura + batata doce + alecrim + agrião&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;abóbora + xuxu + hortelã + espinafre&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;beterraba + inhame + cebolinha + espinafre&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;mandioquinha + quiabo + salsinha + agrião&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;aipim + abobora + hortelã + rucula&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dica preciosa da pediatra: Ralar castanha do pará nas frutas amassadas. Rica em selênio e outros micronutrientes importantes para nós, para os bebês, um pequeno tesouro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E perto dos 10 meses foi acontecendo a fase de transição. Frutas ácidas liberadas com apoio do melaço de cana para adoçar. Agora ela almoçava e jantava. Foram introduzidos os cereais (arroz integral, macarrão integral) feijão verde, ervilhas frescas, lentilha, grão de bico, milho verde, etc. As proteínas vegetais vieram com força: tofu, cogumelos, algas marinhas. Aqui, mesmo não sendo vegetarianos fizemos a opção de resguardar a pequena da carne vermelha, mas em outro post explico as razões. Maravilhoso foi descobrir que as algas marinhas possuem maior concentração de proteínas e nutrientes do que o peixe, única carne que introduzimos no paladar da pequena. E o peixe veio acompanhado do seu melhor amigo, o pirão. uhmmmm era um sucesso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas daqui a pouco continuo escrevendo até chegar no cardápio do casamento da menina. Calma. A idéia era falar do momento de introdução alimentar. Uma vez li que tudo que os bebês consomem, em comparação a um adulto fazem uma diferença muito maior porque o seu volume de massa é muito menor, então um biscoito recheado faz mal a um adulto e faz muito, muito mal a um bebê. No primeiro ano de vida assumi &amp;nbsp;posturas que considero muito importante na preservação da saúde do bebê. Lá vai:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #b45f06;"&gt;&lt;u&gt;NUNCA, OU NEVERLAND&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;INDUSTRIALIZADOS - nada de danones, sucos prontos, biscoitos coloridos&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;AÇÚCAR BRANCO - nunca, jamais. acho inclusive maldade. quem quiser saber mais sobre os malefícios do açúcar refinado para o organismo, basta dar um giro rápido pela net.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;FARINHA BRANCA - sempre optei (e ainda hoje) pela farinha integral, rica em nutrientes, ao contrário da farinha branca que além de não alimentar favorece a formação de quadros de debilidade do organismo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #b45f06;"&gt;&lt;u&gt;MUDANÇA DE HÁBITO:&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;ORGÂNICOS - O Brasil possui uma triste marca de campeão mundial de utilização de agrotóxicos. Muitas substâncias, comprovadamente relacionadas a casos de câncer e proibidas em boa parte do mundo, aqui são despejadas diariamente sobre as mais diversas lavouras por conta de uma legislação permissiva que favorece os grandes produtores agrícolas. Esse é um ponto que me mobiliza. Quando anita começou a comer, dava um jeito (pagava mais caro) mas oferecia apenas orgânicos. Hoje, já criamos o hábito de comprar um pouco mais distante de casa, mas garantimos para todos alimentos com menor índice de química, da braba por sinal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A idéia desse texto é servir como inspiração para que cada um desenvolva sua forma de alimentar o filhote. Fiz especialmente para Taise Andrade e Gabriela Leite, irmãs queridas que encaram pela primeira vez colheres, pratinhos, peneiras e babadores. Para todas uma dica: relaxem que a tendência é tudo dar certo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-2484651943712656829?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/2484651943712656829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=2484651943712656829' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2484651943712656829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2484651943712656829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2012/01/entre-papas-e-beijos.html' title='Entre papas e beijos'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-XxW0Aua-Lh8/TwuXEtE0iOI/AAAAAAAAAVc/TPVQ-UnIxJ0/s72-c/DSC00835.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-7239664698571521725</id><published>2010-12-08T17:03:00.002-03:00</published><updated>2010-12-08T17:05:40.344-03:00</updated><title type='text'>Essas crianças!</title><content type='html'>&lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Muito bom ver os filhos crescendo, ver suas personalidades se consolidando. Tão bom olhar com o olhar da criança. Hoje liguei para o pai de Ian para falar sobre o cartão e pedi um numero de telefone a ele. &amp;nbsp;Ian ficou com o telefone e o pai pedia pra ele me passar os números. Incrivel! Era assim: 0800, e Ian &lt;i&gt;zero, ossento, &lt;/i&gt;775, &lt;i&gt;sete, sete, cinco ,&lt;/i&gt; 626, &lt;i&gt;seis seis oito oito oito, nove, onze,&amp;nbsp; cinco cinco. &lt;/i&gt;Rimos tanto! Ian traquinando com os numeros, nos fazendo rir com uma brincadeira, nos tornando cúmplices, eu e seu pai, de sua maturação sobre as coisas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E Anita dançando em uma roda de samba?!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Quem entrou na roda foi uma boneca &lt;br /&gt;Foi uma boneca, foi uma boneca &lt;br /&gt;Quem entrou na roda foi uma boneca &lt;br /&gt;Foi uma boneca, foi uma boneca&amp;nbsp; &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-7239664698571521725?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/7239664698571521725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=7239664698571521725' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/7239664698571521725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/7239664698571521725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2010/12/ah-essas-criancas.html' title='Essas crianças!'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-3971738509733677470</id><published>2010-10-13T20:34:00.005-03:00</published><updated>2010-10-13T20:49:51.347-03:00</updated><title type='text'>Os tempos de hoje</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Notícias terríveis hoje: um assalto violento, o roubo de um equipamento em uma das escolas em que trabalho. Em Passione, o assassinato &lt;i&gt;brutal &lt;/i&gt;de um personagem troglodita. Os noticiários nem se fala. Parecemos cães farejando o perigo. A tv, aquele equipamento que na maior parte dos lares fica ligado da hora em que se acorda a hora em que se vai dormir, compõe as informações do dia. Para aqueles pais que podem ter o canal fechado, e que mesmo com uma orientação mais sensitiva da vida recorrem a tão incrível entretenimento, nem o Discovery Kids se salva: tem um comercial da &lt;i&gt;pegeot&lt;/i&gt;, para os pequenos, é claro. Já vejo Ian falando que eu devia ter um X300 da &lt;i&gt;pegeout. &lt;/i&gt;Somos todos batmans, homens aranhas, princesas em castelos de pedra. Temos dois programas brasileiros na programação desse canal: Peixonauta e Meu Amigãozão.  Estamos em prédios, alguns em casa, mas sempre cercados, poucas crianças ao redor, poucas brincadeiras de rua. Temos que estar sempre alertas tentando ensiná-los a se defenderem sozinhos. Me pergunto como fazê-lo na solidão? Parece que as gerações vão piorando, talvez porque vão piorando os educadores, os cuidadores. Temos que criar nossos filhos para serem multiplicadores do amor. Aliás, qualquer criança que nos esteja ao alcance do coração.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-3971738509733677470?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/3971738509733677470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=3971738509733677470' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3971738509733677470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3971738509733677470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2010/10/os-tempos-de-hoje.html' title='Os tempos de hoje'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-8925761199664621158</id><published>2010-10-11T20:51:00.007-03:00</published><updated>2010-10-12T09:50:06.956-03:00</updated><title type='text'>A escola de Ian</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando Ian fez 02 anos já estávamos nesse movimento de encontrar uma escola para ele que fosse de acordo com as nossas posses, perto de casa e acolhedora. Na gente nem bateu aquela dúvida de colocar com 02 ou 03 anos, pois moro num prédio que não tem crianças e tenho poucas amigas com filhos, então colocar na escola seria uma maneira de coloca-lo em contato com outras crianças. Aqui perto de casa tem três. Dessas uma era muito cara, o dobro das outras. Das outras uma era só concreto, uma energia fria e a outra me fez recordar os primórdios da minha infância, na escola Jr, uma das poucas lembranças que mantive dessa época. Era uma escola de fundo de quintal, a diretora, que era a dona, morava em cima. A escola tinha 20 anos. Uma garota do nosso edifício estudou lá e tinha excelentes lembranças. A professora substituta, pois a principal estava grávida e teria o filho no decorrer do ano, também já tinha estudado lá. O ambiente era pequeno, improvisado, mas muito pessoal, com a cara de alguém que zela pelo que gosta. (Me parece que a escola é a vida dessa diretora). Gostei do ambiente, de como os espaços eram divididos, o preço era bom e era do lado de casa. Nem titubeamos. A adaptação de Ian não foi fácil. Ele era muito apegado a nós e estava desmamando. Aprendi ali que não deve se fazer grandes mudanças ao mesmo tempo. Tudo se torna mais difícil. Eu estava filmando um longa metragem, com mais de 12 horas de trabalho e fui orientada a não ficar muito tempo lá. Então, durante a primeira semana eu levava ele e ficava até umas 14:30. Ninha, minha fiel escudeira, pegaria às 16 hs. Ian chorava sempre e continuou chorando no ano seguinte. Era muito estranho. Nunca queria ir, mas quando voltava falava que tinha adorado e relatava coisas que tinha acontecido. Mas não queria ir pra escola. Não gostava da farda. Tudo era chato. Em casa era melhor. Então, comecei a prestar atenção, a frequentar mais a escola, a observar e percebi que a escola tinha uma postura muito diferente da que levamos em casa, da educação que propomos a Ian. E na verdade, parece não haver empatia dele com a escola. Conversei muito com minha mães sobre isso, não sei porque não o fiz antes, e ela também acha que hoje, para Ian que tem 03 anos, a escola oferece pouco a ele. Na verdade é daquele tipo de escola que quer enquadrar o aluno na sua rotina e não o contrário. Deixa de aproveitar a expressão da criança para potencializar o conhecimento e o desenvolvimento das habilidades. Não é que seja uma escola ruim, mas não é essa parceria que quero para a educação de Ian. Ele já sabe escrever o nome dele. É incrível, mas não vejo porque ele precise. Sabe das três letras, das quais ele compara com A de Amor, I de Índio e N de Navio. Reconhece essas letras em outras palavras, mas coloca no mesmo lugar os nomes e os números. Gosto de algumas propostas da escola, como o teatro que os pais fazem para os filhos, esse ano fui a galinha amarela. Mas quero que Ian estude em uma escola que tenha outro comportamento, que pense na alimentação, nas atividades, na interpelação junto as crianças, na noção de autonomia e de autoritarismo. Quando fomos falar com a diretora sobre essa angustia dele em relação  a escola, ela atribuiu a nossa separação. Pronto, qual é o próximo problema? Uma leitura equivocada e unilateral das coisas, universalizando questões tão pessoais. Fiquei só ouvindo. Cheguei a refleti, mas pensei: paciência,  já estamos no fim*.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* vamos tentar uma nova escola.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;P.S1: Instigada por Tenille resolvi reavivar essa página, talvez seja o tempo livre (à noite) de quem mora sozinha com o filho de 03 anos, meu companheirinho. Ou talvez o desejo de escrever para me distrair. Ou apenas um relato, um arquivo para a memória. Com certeza é a maternagem e é o meu filho Ian que me possibilita ser mãe. Mamãe. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;P.S2: Estamos muito colados com Ian nessa coisa da escola. Depois dessa conversa, eles flexibilizaram mais. Ian não vai de farda, falta de vez em quando e como tudo ficou mais frouxo ele já se conforma em ir para escola, arrisco a dizer que até gosta, sempre com reticências, mas não é mais o mesmo suplicio. Sinto que isso seja um amadurecimento dele.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-8925761199664621158?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/8925761199664621158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=8925761199664621158' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/8925761199664621158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/8925761199664621158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2010/10/escola-de-ian.html' title='A escola de Ian'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-4460703289312116159</id><published>2010-05-21T21:03:00.003-03:00</published><updated>2010-05-21T21:35:23.268-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sono'/><title type='text'>Enquanto o sono não vem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse blog surgiu do desejo de compartilhar as informações, angústias, descobertas e maravilhas da maternidade. Porque quando nosso filhote vem com uma coisa nova queremos mais é contar pro mundo e quando o bicho pega nada melhor do que ouvir de outra mãe "isso é normal". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minhas companheiras de blog, Uli e Carol andam abandonando esse espaço (devem estar correndo atrás dos meninos que não páram quietos). Enquanto elas não voltam vou usar esse espaço para minha terapia do sono. Da falta dele na verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Anita tem um ano e dois meses e ainda hoje (como grande parte das crianças que eu conheço) ainda acorda de madrugada para procurar o colo quentinho da mamãe. No nosso caso, o peitinho da mamãe, já que ela ainda mama e se eu não ofereço o peito ela fica com a boquinha aberta no ar... ai meu deus chega dá uma dor (apesar de ser lindinho). Claro que nesse processo foram muitas as noites em que me bateu um profundo desespero de achar que nunca mais vou conseguir dormir 5 horas consecutivas, tiveram noites de extremo cansaço, em que eu achava que iria sucumbir (de onde tiramos forças, afinal)?  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os chás que já tentei: camomila (dou até banho com esse), erva-doce, cidreira, mulungu, maracujá....&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No processo de auxiliar minha filha a conquistar autonomia no sono algumas coisas nunca me passaram pela cabeça: desmamar ou dar mingau para ela "sustentar o sono". Eu não acredito nisso. O que faz ela acordar não é fome, tenho certeza. Não sendo fome, o peito é o melhor lugar para aplacar esse desejo ou mesmo falta. Bom, no meu limiar do cansaço vou aguentando. Fiquei pensando que perto dos dois anos é seguro que ela comece a dormir a noite toda. Depois disso teria a vida inteira de noites bem dormidas... Mas pensando bem, aos três anos tem a escola, depois vem o desfralde, a linguagem, novos desafios que farão com que ela busque sua mãe de dia e de noite. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acordada uma madrugada dessas lembrei de uma episódio da minha adolescência. Alta madrugada, eu na casa de uma amiga numa festinha quando toca o telefone da casa com minha mãe desesperada do outro lado (na época o normal era adolescente não ter celular). O fato dela ter ligado para casa da minha amiga  me fez lembrar que eu não tinha avisado que não voltaria para casa logo depois da aula. Se ela não sabia onde eu estava, devia ter ligado para mais meia dúzia de mães de meus colegas para me localizar. Corri de volta para casa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando cheguei encontrei minha mãe no portão e nem bem desci do carro ela me agarrou em abraços, agradecendo aos céus o fato de estar tudo bem comigo. O que ela sentiu naquela noite enquanto me procurava ainda é um mistério para mim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensar que minha filha continuará tirando meu sono vida afora não me conforta muito, mas vou aproveitar bem enquanto o mais distante que ela vai é até a porta de casa, porque essa ela ainda não consegue abrir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-4460703289312116159?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/4460703289312116159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=4460703289312116159' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4460703289312116159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4460703289312116159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2010/05/enquanto-o-sono-nao-vem.html' title='Enquanto o sono não vem'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-6622830606195599444</id><published>2010-04-18T22:02:00.001-03:00</published><updated>2010-04-18T22:02:12.635-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tempo'/><title type='text'>1 ano</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Pronto. Um ano passou tão depressa que às vezes ainda sinto saudades da barriga. Que ano louco o primeiro da vida do nosso filho. Se antes meu corpo era só o ninho, aos poucos volta a ser o que era antes da mulher-mãe. A verdade é que para mim está sendo um longo aprendizado esse de ordenar internamente a necessidade de cada coisa e o lugar delas. Primeiro a necessidade louca de cuidar só do filho, depois a vontade de voltar a construir a individualidade perdida, de resgatar o romance já que o marido fica prestes a se tornar irmão. No meio disso tem o trabalho, as novidades da vida com filho com suas comidinhas orgânicas e no horário. Pra não falar de babá, creche, noites sem dormir... enfim, as coisas práticas da nova vida. Mas confesso que não posso me queixar. Esse ano passou depressa e cada fase da pequena filhota deixou saudade. A tranquilidade do temperamento dela adoça nossos dias e trouxe à casa uma paz que nunca teve.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;2009 foi um ano de muito colo, peito o tempo todo, carinhos escorrendo pelos quatro cantos da casa. Amamentar virou um vício mais meu do que dela, se é que isso é possível. Lembro de minha mãe me falando sobre a intuição que nos faz a melhor cuidadora dos nossos bebês, e fico feliz de comprovar que ter filho é abrir-se ao desconhecido, aos mistérios que fazem da vida, movimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Filho é um pulo no abismo, é perpetuar-se.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-6622830606195599444?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/6622830606195599444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=6622830606195599444' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6622830606195599444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6622830606195599444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2010/04/1-ano_18.html' title='1 ano'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-613854072219270321</id><published>2010-04-18T21:54:00.003-03:00</published><updated>2010-04-18T21:58:02.192-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bebês'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sono'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='autonomia respeito'/><title type='text'>Importante texto sobre sono dos bebês</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;&lt;b&gt;A natureza do sono do bebê&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;&lt;b&gt;Por Andréia Mortensen&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Após a leitura do artigo "O mau sono do filho pode ser culpa dos pais", publicado no site Guia do bebê em 03/03/2010, gostaria de fazer alguns comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo ressaltou que a raiz de muitos problemas de sono estaria no fato de os pais auxiliarem seus bebês a adormecerem e concluiu que eles deveriam ser treinados a fazê-lo sozinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho algumas críticas a esse raciocínio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRIMEIRO, é importante entender que essa inabilidade do bebê de adormecer sozinho, sem ajuda, é de sua natureza. Antes de 2 ou 3 anos não há maturidade neurológica para tal. Então, ao 'treinar' um bebê a adormecer sozinho estamos passando por cima de sua natureza do desenvolvimento, que acontece em fases, em um aprendizado longo e complexo. A matéria parte do princípio de que é preciso condicionar os bebês a não solicitarem aconchego à noite mesmo quando tivessem necessidade, como se uma exigência para um bom sono bom seria apressar a independência do bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEGUNDO, as funções do choro, do embalo e do apego devem ser levadas em consideração.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt; choro - No início da vida, o choro tem um amplo espectro de funções: bebês choram por fome, necessidade de contato físico, frustração, outras necessidades físicas e emocionais. O choro de frustração não pode ser considerado falso por não apresentar uma razão física visível. Experimentos clássicos mostraram que simplesmente pegar o bebê no colo funciona perfeitamente como uma forma de parar o choro, ainda que eles estivessem famintos (1,2). O choro atendido pelos pais tem importância fundamental para a formação de vínculos e estabelecimento do laço afetivo familiar (3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O embalo - O bebê precisa ter confiança máxima, conforto, segurança e outros sentimentos mais complexos em quem lhe está adormecendo, que levam ao relaxamento relaxamento físico e mental. A mãe acalenta o bebê com um embalo ritmado, lento, afagos leves e ao som de uma melodia delicada e sussurrante de sua voz, e com isso o bebê se entrega e adormece. Deve-se lembrar também que embalar o bebê lhe confere estímulos sensoriais necessários ao estabelecimento do tônus muscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apego - O colo e o apego, em conjunto com o embalo e a amamentação, são fatores críticos para a continuação do desenvolvimento do bebê fora do útero materno. O bebê humano nasce em desamparo e dependência quase absoluta e necessita ser visto e ouvido por sua mãe ou por outra figura de apego primário, de quem procura e espera uma relação recíproca, na qual seus próprios sentimentos iniciais são retribuídos (4). O bebê 'come amor' como se fosse comida e também a sensação de estar rodeado, contido, visto e seguro (5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma criança que se agarra a um adulto não está sendo mimada nem querendo chamar atenção, mas sim está tentando reduzir o seu alto grau de excitação física e seus elevados níveis de substâncias químicas estressantes, como o cortisol e, ao mesmo tempo, tenta ativar as compostos químicos cerebrais que produzem sentimentos de bem-estar, como a ocitocina. Sua mãe é sua 'base neuroquímica' infalível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;Obrigar a criança a ser independente antes de ela estar geneticamente madura para tal é uma provável causa do surgimento de um apego prolongado, enquanto que a criança que recebeu o cuidado amoroso protetor com sua dependência natural reconhecida estará apta a aperfeiçoar suas potencialidades primitivas de crescer, integrar-se, adaptar-se às exigências do ambiente, desenvolver outras relações interpessoais, habilidades sociais, de convivência e aceitação do outro e de preservar a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TERCEIRO, técnicas conhecidas como 'choro controlado' e variações em que o choro do bebê é ignorado não oferecem garantias de noites de sono ininterruptas. Tal fato foi, inclusive, revelado em uma pesquisa recente na qual, apesar de 69% dos pais acreditarem que essa técnica funcionaria, somente 1/6 dos pais disseram que ela eliminou completamente os despertares noturnos. (6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda, pesquisas revelam que quando a criança cumpre um ano, as mães que haviam atendido rapidamente o seu choro, tinham filhos que choravam muito menos que aquelas que haviam optado por deixá-los chorar (7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUARTO, é mito que bebês que são treinados a dormir a noite toda nunca mais acordariam. O bebê muda constantemente conforme seu desenvolvimento e isso interfere em seu sono. Então, é falaciosa a prescrição de soluções eternas para que a criança dormir a noite toda, porque sempre que há mudanças em sua vida (como entrada em escolinha ou mudança de professora, um atrito com amigo na escola, mudança para nova casa, férias, doença, saltos de desenvolvimento e outros) há provavelmente uma causa emocional para a mudança no padrão de sono. Nesses casos, é hora de direcionar todas as atenções a seu filho para que se sinta emocionalmente seguro de as boas noites de sono voltarão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;QUINTO, a pesquisa citada (publicada originalmente em 2009 na revista "Child Development") tem falhas metodológicas e erros de abordagem que não foram citados. Somente 85 famílias foram entrevistadas e isso torna a amostragem não significativa. Além disso, o texto não deixa claro qual foi a porcentagem real de casais que se adequaram às conclusões do grupo (se a margem de diferença for muito baixa, o estudo deve ser refeito com grupo de amostragem mais amplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próprios autores concluem no final do artigo que, pelo fato de os dados serem baseados em amostras não-clínicas, todas as implicações clínicas devem ser melhor examinadas adiante, em condições clinicas. Os autores ainda discutem que os dados devem ser melhor explorados em outras culturas e em amostras com mais variados status socioeconômicos para testar sua valia em ambientes que tenham diferentes expectativas, filosofias e valores em se tratando de práticas de educação dos filhos em geral e do sono dos bebês em particular.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;Portanto, a abordagem dos pesquisadores passou por uma linha de pensamento que não considera diferentes culturas, crenças e individualidades. Os pesquisadores concluem que todas essas são características limitam a generalização dos resultados. Ainda mais, as associações relatadas entre o sono e cognições maternas foram baseadas em percepções subjetivas e podem ter sido influenciadas pela variância do método compartilhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses aspectos não foram incluídos no artigo que, portanto, não relatou com acuidade o que foi descrito na pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FINALMENTE, o artigo publicado continua a oferecer problemas na parte 'Avisos' de hábitos possivelmente perniciosos ao sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alimentá-lo fora do horário? Não é possível, posto que o bebê pequeno precisa mamar em livre demanda para garantir que tenha todas suas necessidades de nutrição e também de sucção não nutritiva saciados. Não há conselho mais prejudicial para o estabelecimento e continuidade da amamentação e, consequentemente, para a saúde dos bebês, do que amamentar com horários predeterminados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo condena que o bebê durma com seus pais. As conclusões do artigo não consideram bases antropológicas, culturais e tampouco fisiológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O co-leito ou cama compartilhada é algo praticado desde os primórdios da raça humana. A necessidade do bebê humano de estar em contato físico com a mãe vem dos tempos em que o ambiente era perigoso e a sobrevivência dependia de contato direto com sua mãe. Somos parte dessa descendência. Além disso, a cama compartilhada é comprovadamente de auxílio para estabelecimento da amamentação e tem efeitos positivos no estabelecimento de ritmos respiratórios, na regulação de padrões de sono, da taxa metabólica, de níveis hormonais, da produção enzimática (ajudando na habilidade do bebê de lutar contra doenças), na taxa de batimentos cardíacos e no sistema imune (8, 9, 10).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;Pode também ajudar a atender necessidades emocionais do bebê e da criança mais facilmente, levando em consideração os picos de crescimento, a crise de ansiedade de separação que se inicia por volta dos 8 meses e outras fases que vão além do primeiro e segundo ano de vida, nas quais o contato íntimo com a mãe faz toda a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, ter um conceito previamente fechado, contrário a um arranjo de sono, pode dificultar a família a lidar com as necessidades que o bebê e a criança manifestem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALGUMAS RECOMENDAÇÕES QUE EU DARIA AOS PAIS SERIAM:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Investigue em que lugar o bebê dorme melhor: na mesma cama com os pais, no berço em outro quarto, no berço no mesmo quarto porém distante da cama do casal, no berço no mesmo quarto junto à cama? E onde você dorme melhor? Finalmente, onde você gostaria que seu bebê dormisse? A gama de variações possíveis é grande, pode-se tentar alguns dos arranjos até descobrir como toda a família dorme melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alterne maneiras de auxiliar o bebê a adormecer, nem sempre mamando (a não ser nas primeiras semanas quando é impossível manter um bebê acordado após as mamadas), nem sempre embalando, às vezes peça para papai entrar na jogada! Ao aprender que pode adormecer de várias formas, é menos provável que o bebê faça associações fortes de sono que podem levá-lo a requerê-las no meio da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Reconheça os sinais de sono do bebê: esfregar olhos, bocejar, diminuir atividades, ficar irritado, olhar parado, chorar, em alguns casos, gritar. Crie rotinas de acordo com o cansaço e a necessidade de sono da criança (que vai mudando conforme a maturidade), ou seja, uma sequência simples de eventos que ajude a criança a identificar que a hora do sono está por vir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;- As sonecas são importantíssimas para o desenvolvimento do bebê e para o sono noturno. Ao contrário do que se pode pensar, um bebê exausto luta contra o sono e tem dificuldades de permanecer adormecido. Para serem restauradoras, as sonecas diurnas devem durar pelo menos 1 hora, em média, para bebês maiores de 4 meses. Se o bebê não dorme espontaneamente esse tempo e acorda aborrecido, precisa de ajuda para prolongar as sonecas. Você pode usar um sling e deixar o bebê dormir nele. Se ele dorme em berço ou cama, preste atenção: quando acordar, tente colocá-lo para dormir novamente o mais rápido possível. Às vezes, ficar por perto para intervir antes de o bebê acordar completamente é aconselhável. Esse processo pode ser demorado, mas vale a pena, pois o bebê vai aprendendo a emendar ciclos de sono e tirar sonecas mais longas, que são importantes para um bom sono noturno também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Wolff, P.H. 1987. The development of behavioral states and the expression of emotion in early infancy: New proposals for investigation. Chicago: University of Chicago Press. (1987).&lt;br /&gt;2- Our Babies, Ourselves. How biology and Culture shape the way we parent. Meredith F. Small. Anchor Books. (1998).&lt;br /&gt;3- Tocar: o Significado Humano da Pele. Ashley Montagu. Ed. Summus. (1988).&lt;br /&gt;4- Bowlby, J. (1969,1982) Attachment [Vol. 1 of Attachment and Loss]. London: Hogarth Press; New York, Basic Books; Harmondsworth, UK: Penguin (1971).&lt;br /&gt;5- Babies and Their Mothers : D.W. Winnicott. Merloyd Lawrence. ( 1996).&lt;br /&gt;6- Lynn Loutzenhiser, Regina Leader-Post. Have you been awake all night, trying desperately to put your child back to sleep, or does your little one sleep like a baby? The study is being done in collaboration with a contributing editor to Today's Parent magazine. The survey can be found at &lt;a href="javascript:void(0);" target="_blank" onclick="_linkInterstitial('http://uregina.ca/~loutzlyn/Research.htm\74wbr\76l'); return false;" style="color: rgb(2, 103, 156); text-decoration: none; "&gt;http://uregina.ca/~loutzlyn/Research.htm&lt;wbr&gt;l&lt;/a&gt;. (2009).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;7- Margot Sunderland, The science of parenting. DK Publishing Inc. (2006).&lt;br /&gt;8-J. McKenna et al., Bedsharing Promotes Breastfeeding, Pediatrics 100, no. 2: 214-219. (1997).&lt;br /&gt;9- J. McKenna et al., "Sleep and Arousal Patterns of Co-Sleeping Human Mother-Infant Pairs: A Preliminary Physiological Study with Implications for the Study of the Sudden Infant Death Syndrome (SIDS)," American Journal of Physical Anthropology 82, no. 3, 331-347 (1990).&lt;br /&gt;10- A Reasonable Sleep. Evolution suggests that if we sleep with our babies, we might help some of them escape sudden infant death syndrome. By Meredith F. Small DISCOVER 13:4. Medicine. (1992).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-613854072219270321?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/613854072219270321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=613854072219270321' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/613854072219270321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/613854072219270321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2010/04/importante-texto-sobre-sono-dos-bebes.html' title='Importante texto sobre sono dos bebês'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-4844594665010551975</id><published>2010-04-18T21:51:00.000-03:00</published><updated>2010-04-18T21:52:59.263-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S8upYCXRUuI/AAAAAAAAAG0/V7KtnZJocqQ/s1600/1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 387px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S8upYCXRUuI/AAAAAAAAAG0/V7KtnZJocqQ/s400/1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461645203533288162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-4844594665010551975?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/4844594665010551975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=4844594665010551975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4844594665010551975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4844594665010551975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2010/04/blog-post.html' title=''/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S8upYCXRUuI/AAAAAAAAAG0/V7KtnZJocqQ/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-4781834577880176482</id><published>2010-04-02T22:20:00.004-03:00</published><updated>2010-10-07T11:28:44.738-03:00</updated><title type='text'>Sobre a dependência e a maternagem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;Nossa função como pais, é entender e honrar a natureza de dependência na criança. Dependência, insegurança, e fraqueza são estados naturais para a criança. A bem da verdade, estes são estados naturais para todos nós, mas para as crianças - as crianças especialmente jovens - são condições predominantes. E eles serão superados. Da mesma maneira que nós deixamos de engatinhar e começamos a andar, deixamos de balbuciar e começamos a falar, passamos da condição assexuada da infância para a sexualidade da adolescência, nós atingimos nosso fins. Como humanos, nós nos movemos da fraqueza para a força. Nós passamos da incerteza ao domínio. Enquanto nós nos recusarmos reconhecer as fases que vem antes do domínio, estaremos ensinamos para nossas crianças a odiar e desconfiar de sua própria fraqueza, e os introduzimos numa vida cheia de tentativas de reintegrar as suas personalidades. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: normal;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trecho de um texto de Peggy O'Mara, Editora da revista Mothering (Maternagem)&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-4781834577880176482?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/4781834577880176482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=4781834577880176482' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4781834577880176482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4781834577880176482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2010/04/sobre-dependencia-e-maternagem.html' title='Sobre a dependência e a maternagem'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-1029582445196724641</id><published>2009-09-26T22:34:00.003-03:00</published><updated>2009-09-26T22:39:04.859-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tempo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fases da criança'/><title type='text'>As fases de cada um</title><content type='html'>Todas na correria e sem tempo de um post. Nesse tempo Anita fez seis meses, Chiquinho fez um ano e Ian está desfraldando.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em breve muitas novidades.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-1029582445196724641?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/1029582445196724641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=1029582445196724641' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1029582445196724641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1029582445196724641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/09/as-fases-de-cada-um.html' title='As fases de cada um'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-6006402219137155222</id><published>2009-07-08T22:01:00.001-03:00</published><updated>2009-07-08T22:03:40.718-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3 meses'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ordenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>O banco de leite de Anita</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Anita tem três meses completos. Ela já fez sua primeira viagem de carro, já dá boas gargalhadas, já dançou forró e por pouco não pulou uma fogueira. Mesmo não parecendo mais uma bebezica recém-nascida, por aqui tudo ainda tem cheiro de inaugurações.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Aos poucos a vida vai parecendo encontrar uma rotina e o trabalho começa a ocupar mais o meu tempo. De maneira prática, me preparar para sair de casa sem Anita envolve uma organização da casa, da rotina dela, da sua alimentação, a orientação para quem vai cuidar dela durante a minha ausência. No último quesito até que estamos mais tranquilos já que o papai ficará sempre em casa enquanto a mamãe não vem. Será ele a alimentar Anita na minha ausência e isso é um ponto muito importante para nós dois.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas sair a trabalho e deixar Anita em casa requer uma preparação emocional e psicológica ainda mais delicada. Aos três meses de idade ela ainda vive como se mãe e filha fossem um corpo só, e ela não é a única. Ainda tenho necessidade grande de tê-la sempre perto cuidando das suas pequenas descobertas, amparando-a, confortando-a, lhe trazendo a segurança do colo da mãe. Meus hormônios orquestram mensagens por minuto: Seja apenas mãe! Ainda é muito cedo! E a elas&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;tento responder com calma e serenidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Nessa primeira viagem ao fantástico mundo da maternagem, me parece muito importante dedicarmos um tempo de exclusividade aos filhos nesse início da vida. Faço questão de registrar que na próxima gravidez me organizarei para passar um tempo maior em casa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas voltando a questões práticas:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Uma coisa me parece clara: as mães devem mesmo sofrer mais que os bebês ao sairem de casa, pelo menos em casos como o nosso em que Anita ficará acolhida no ambiente de carinho que preparamos para vê-la crescer. Me resta então, deixar a ansiedade e angústia de lado, encarar a vida que nos é dada a viver e fazê-la o melhor que posso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O ponto mais delicado de tudo isso é sem dúvida a amamentação exclusiva. Como mantê-la estando fora de casa? A primeira coisa é recorrer a todos os utensílios disponíveis: Bombas de extração de leite (manual ou elétrica), copinhos com bico de silicone, mamadeiras, potinhos de vidro, chupetas, etc. Tem de tudo ao gosto do freguês.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para mim o mais adequado foi a bomba elétrica e uma mamadeira da marca Avent que possui bico ortodôntico e regula o fluxo de leite, criando uma dificuldade próxima a que o bebê encontra ao sugar o peito da mãe.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Juntei os potinhos de vidro e as informações de como coletar e armazenar adequadamente o leite materno. Com tudo em mãos, parti para a operação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Conversando com outras amigas descobri que tirar leite para armazenar não é uma tarefa tão simples. Ansiedade, frustração, stress… muitos fatores levando à desistência. A minha primeira experiência foi cercada de expectativa e milhões de dúvidas. Acho que desde o nascimento de Anita nenhuma outra experiência tinha me deixado tão insegura. Se Anita mama em livre demanda tenho que conciliar a ordenha do leite com os seus horários irregulares de mamada, para garantir que haja leite disponível para a pequena.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para algumas mulheres a produção de leite supera a demanda do bebê, tornando a tarefa de ordenhar leite para estocar uma tarefa simples. Para a maioria das mulheres, no entanto, a produção se adequa à demanda do bebê e por isso a quantidade que se consegue ordenhar é pequena e isso gera uma frustração. Eu mesma cheguei a pensar que levaria uma semana para conseguir tirar a quantidade necessária para uma mamada de Anita. Mas é justo nesse momento que devemos ter mais tranquilidade e persistir na empreitada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Se a sucção estimula a produção de leite, a utlização da bomba no início serve mais para estimular o aumento da produção do que para ordenhar propriamente. Quando entendi isso foi um alívio geral. Usar a bomba mais de uma vez por dia passou a ser um exercício com objetivos futuros. Claro que toda quantidade de leite coletada nesse primeiro período é devidamente armazenada, afinal a preciosidade dele é diretamente proporcional à dificuldade de obtê-lo. Mas aos poucos o corpo vai se encarregando de mandar mais leite e depois do bebê saciado temos leite à vontade para tirar e guardar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;As dicas sobre o melhor momento e técnicas para ordenha são diversas, mas todas insistem na importância de nos mantermos tranquilas e obstinadas, pois construir um banco de leite leva tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Termino com uma frase de Raduan Nassar que muito me emociona:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;só o tempo nos dá a justa natureza das coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Para Dani e Melibai, pela ajuda essencial.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-6006402219137155222?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/6006402219137155222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=6006402219137155222' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6006402219137155222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6006402219137155222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/07/o-banco-de-leite-de-anita.html' title='O banco de leite de Anita'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-5224108333000438760</id><published>2009-06-03T18:46:00.006-03:00</published><updated>2009-06-03T18:52:15.370-03:00</updated><title type='text'>Confiar desconfiando</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tentando fazer um texto por semana...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco tempo atrás fomos bombardeados pela iminência de uma pandemia sensacionalista criada pela mídia. Antes que o vírus da gripe suína chegasse ao recanto mais ermo do Brasil, conforme anunciavam em todos os jornais, pesquisadores de diversas partes do mundo já haviam alertado que o índice de mortalidade desse tipo de gripe era proporcionalmente menor do que o da gripe “comum”, e que as centenas de mortes anunciadas no México deveriam ser estudadas com cautela para certeza do diagnóstico. Quando já não havia mais dados para sustentar o pânico criado para vender jornais e aumentar audiência, Bonner de um jeito quase melancólico confessou no Jornal Nacional: estava comprovado que a gripe suína não era aquilo que eles vinham pintando. Das centenas de mortes no México, poucas tinham relação exclusiva com o vírus, muitas doenças respiratórias em estado grave, pneumonias e outras doenças levaram a chancela de gripe suína.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só o fato de pensar em uma gripe que evolui em poucos dias até a morte, arrepia qualquer mãe e as mais apressadas já correm ao posto de saúde: será que já não posso vacinar meu filho contra a gripe suína?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de Anita aparecer por aqui eu já desenvolvia certa descrença na pauta de notícias dos meios de comunicação. O fato de ter estudado isso colaborou para entender a maquinagem atrás das roupas bem cortadas de apresentadores de telejornais, sem falar em absurdos editoriais mais conhecidos, como o da Revista Veja. A verdade é que para emitir qualquer parecer sobre as questões da nossa sociedade, precisamos ter uma grande capacidade crítica para questionar a informação que nos é dada. Desse ponto voltamos para minha pequena filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes dela, eu sabia alguma coisa sobre bebês. Muito pouco. Quando engravidei, minha mãe passou a me munir de informações sobre esse novo mundo, e tê-la como companheira nesse processo foi muito especial. Mas sempre havia uma dúvida a mais. Dona de um temperamento inquieto, comecei a me perguntar: quais serão as diversas formas de cuidar de um bebê? Qual vai se adequar às minhas idéias e modos de vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comecei a pesquisar sobre diversos aspectos que cercam a chegada de um filho, nem de longe desconfiava que tomaria decisões que hoje defendo veementemente. Fui tentada a ter um posicionamento claro sobre cada escolha a respeito da minha filha, e isso me fez seguir como uma loba cada rastro de informação. Quando me vi lendo um relatório de um congresso sobre rinite na Suécia que percebi que estava pirando. Informação tem limite. Nesse momento, recuei para dar espaço à intuição materna que já tomava conta de mim aos 7 meses de gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como mãe, acho fundamental termos a capacidade de questionar esse ou aquele comportamento, um ou outro caminho que nos é dado, para optarmos pelo que mais satisfaz nossas convicções e nosso modelo familiar. No mundo em que os interesses estão mapeados e onde a mídia e a indústria farmacêutica criam verdadeiros pandemônios para faturar sempre mais, precisamos mais do que nunca nos posicionar de forma crítica frente a tudo isso. Para tudo há um lado B, e perceber isso é importante para desconstruir mitos que nos são passados como intocáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha mãe continua sendo o esteio da forma como crio minha filha, mas nem preciso dizer que discordamos em inúmeros pontos, afinal naquela época o capitalismo não beirava um colapso, o câncer não assolava a humanidade, não consumíamos tantos produtos industrializados, médico não tinha medo de doença, e pandemia bem que poderia ser o titulo de uma música de Genival Lacerda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-5224108333000438760?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/5224108333000438760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=5224108333000438760' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5224108333000438760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5224108333000438760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/06/confiar-desconfiando.html' title='Confiar desconfiando'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-8540035496728727070</id><published>2009-05-27T22:54:00.001-03:00</published><updated>2009-05-27T22:56:26.566-03:00</updated><title type='text'>All you need is love</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;O papel da mãe nesta geração que vivemos sem dúvida merece um post, melhor, acho que merece uma tese. Faz tempo que quero escrever sobre isso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;Faz relativamente pouco tempo que a mulher se afirmou profissionalmente, conquistando a independência financeira e pessoal, cuidando da sua realização fora do ambiente doméstico e longe dos afazeres do lar. A geração de mulheres que viveu sistematicamente essa batalha abandonou o modo de vida da dona de casa e em função disso, muitos aspectos da maternidade foram deixados de lado. A amamentação não era uma questão tão relevante já que a mulher não dispunha de tempo em casa e no mercado haviam substitutos para o leite materno. Muita coisa aconteceu até chegarmos aqui. Fazendo um recorte do meu círculo de amizade e adjacências ( não seria boba de generalizar ) percebo mulheres ligadas à sua realização profissional, ligadas ou não a algum companheiro fixo, com interesses diversos que envolve desenvolvimento intelectual, atividades físicas, busca de equilíbrio emocional, independência financeira e um monte de outras coisas que ocupam nosso tempo entre boas noitadas de diversão. Nesse contexto surge a maternidade, a vida vai então ganhando novos contornos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;Sinto que nesta geração de mulheres, há um reencontro com a maternidade e as diversas nuances da maternagem. No primeiro momento, abdicamos dos cuidados com a casa, nos afastamos do trabalho, abandonamos estudos, leituras, atividades físicas e o relacionamento amoroso vira um lugar perdido entre netuno e o sub-planeta plutão. Todo o foco de atenção está nos nossos filhotes e no cuidado com eles. As babás, quando já estão incorporadas nesse momento, têm papel coadjuvante enquanto a mãe se ocupa de todas as funções e questões que envolvem esse momento tão delicado. Entre os direitos (conquistado aos poucos) da nova mulher, está o de permanecer em casa pelo tempo necessário para assegurar o desenvolvimento físico e emocional do filho no início da vida. Amamentação exclusiva virou uma bandeira. Excesso de colo, de carinho, abordagens psicológicas e nesse percurso diversas maneiras de incorporar o filho aos antigos afazeres transformados pela nova vida. E a vida nova, para além da maternidade, traz muitos desafios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;Ficar em casa rodeando o filhote é o melhor que poderia haver. Mas já não somos só donas de casa. Aos poucos vamos retomando as atividades e conciliar as diversas facetas assusta e coloca novas questões, prioridades, eu diria. A mulher agora se divide entre a casa, o filho, o trabalho, o estudo, o relacionamento, as atividades físicas e muito tempo depois volta a pensar em diversão. Sim, porque com o filho, a casa exige novo ritmo, organização britânica com horários cumpridos, hábitos alimentares saudáveis, e outros fatores que desenharão uma rotina. Para isso precisamos do auxílio de funcionárias competentes e dedicadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;Bom, encontrar uma babá (pelo menos aqui em Salvador) é uma missão quase impossível, requer uma grande rede de contatos e acima de tudo muita sorte. Confiar a guarda momentânea dos nossos filhos a outra pessoa é um tema tão delicado que merece um outro post.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;Organizando a casa e a rotina dos nossos filhos, partimos para todo o resto: a retomada do trabalho e suas agruras diárias, a necessidade de se manter atualizada através de cursos e especializações (a remuneração pelo trabalho deve aumentar em progressão geométrica), o cuidado com o relacionamento já que a paixão naturalmente vai serenando, a importância da atividade física que mantém o corpo em forma e a mente equilibrada, estimulando a vaidade saudável... estou cansada só de escrever.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;É que listando assim, me parece que a situação vai ganhando arestas dramáticas, afinal como dar conta de tudo isso sendo uma só?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;Ao mesmo tempo que o contexto atual nos coloca em cheque ao solicitar aptidões diversas e simultâneas, a mulher ao se transformar em mãe  desenvolve de maneira incrível a sua intuição, além de se ver fortalecida para enfrentar o desconhecido. Há um motivo maior para o simples acordar todos os dias, por mais que ele seja difícil. A mulher, depois de mãe, vira uma guerreira. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;E é com a disposição que outrora não tínhamos, que vamos encarando as diversas fases desta vida que desejamos e que se apresenta pouco a pouco. Na sociedade da informação, dispomos de muitas ferramentas para recriar modos de sobrevivência. O google funciona como secretária ou pediatra. Com a mudança no perfil das mulheres, o homem também assume novos papéis e assim um novo modelo de família vai se desenhando.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;Com compreensão, força e serenidade, acredito que seguiremos felizes, por mais que às vezes o caminho trilhado seja tortuoso. E para terminar, o amor. O mundo em geral precisa de mais amor, that's all we need.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-8540035496728727070?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/8540035496728727070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=8540035496728727070' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/8540035496728727070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/8540035496728727070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/05/all-you-need-is-love.html' title='All you need is love'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-2890949039258728050</id><published>2009-05-26T10:36:00.002-03:00</published><updated>2009-05-26T10:51:58.290-03:00</updated><title type='text'>Essa questão do tempo...</title><content type='html'>Bom Tenille ter tocado nesse assunto, estava também querendo falar sobre isso. &lt;div&gt;Tenho ouvido de muitas mães essa angústia de lidar com todas as novas tarefas. E, principalmente, ouço as minhas angústias e sinto no peito a minha ansiedade. Ainda é muito difícil ser mulher. Dentre as minhas funções: mãe (com tempo para brincar, educar, cuidar), esposa (sexy e disponível para transar sempre - e tem que ser diferente, chega de mesmice!), produtora (rebolando entre os mil projetos pessoais e financeiros), cineasta (sonho que vai ficando mais difícil e lista de filmes que ainda vou ver), filha (hoje me sinto mais responsável pelos meus pais e seus problemas), estudante (ainda estou na faculdade e tenho na estante milhares de livro que ainda quero ler), atleta (estou tinindo tritando esse ano) e vagabunda (no melhor sentido da palavra, com tempo para fazer nada). Para não ficar de fora, sou síndica (um jeito de economizar alguns trocados). Não fosse isso, tenho que dar conta dos amigos, visitas fora de hora (mas ainda bem vindas). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que fazer com todas essas demandas? O que fazer para dar conta de tudo e tudo ainda sair perfeito? É possível? Ainda não encontrei a fórmula. No auge desses três anos de vida nova, venho testando inúmeros métodos. Por enquanto ainda sofro de muita ansiedade. Ma percebi uma coisa: é preciso escolher, priorizar, para poder se satisfazer com as coisas, dar o tempo necessário para tudo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje, resolvi trabalhar em apenas um projeto, que ainda bem une o desejo pessoal com o financeiro, ser mãe com tempo para lamber a cria, e no restante do meu dia vou escolhendo o que fazer, mas apenas uma coisa de cada vez. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Afinal o tempo passa e não quero me tornar uma mulher amargurada, queixosa e frustrada como muitas que vejo por aí.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-2890949039258728050?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/2890949039258728050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=2890949039258728050' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2890949039258728050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2890949039258728050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/05/essa-questao-do-tempo.html' title='Essa questão do tempo...'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-7442261020146229356</id><published>2009-05-23T17:45:00.001-03:00</published><updated>2009-05-23T19:57:19.084-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bebês'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2 meses'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='shantala'/><title type='text'>O tempo e a natureza das coisas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem muitos dias que tento escrever textos sobre os mais variados assuntos, mas o tempo é o grande enigma da maternidade. Relativizar o tempo, aproveitando e vendo passar os minutos. Paciência, por exemplo, é uma virtude relacionada ao tempo. Para cada acontecimento na vida de um filho é necessário ter paciência. Saber reconhecer o tempo do outro, dos seus processos físicos, emocionais, saber esperar pela resposta que tanto ansiamos. A shantala tem sido um ótimo exercício de paciência, como sugere o próprio Leboyer, e o resultado disso é percebermos a vida acontecendo plena, no seu devido tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início, com um recém-nascido, nem sempre estamos habituadas a lidar de forma amena com este tempo. Nos oferecem padrão para tudo, e qualquer coisa fora disso é motivo para preocupação. Passamos então a cronometrar o tempo e vivemos em função dele.  Quando abdicamos do relógio e deixamos o tempo seguir seu curso naturalmente, fica mais difícil lidar com o próprio tempo. Ou pelo menos com a idéia que tínhamos dele anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Anita dorme, confesso que não sei o que fazer. Se como, se tomo banho, se me coço, se assobio ou chupo cana. Normalmente eu acabo comendo, trabalhando, chupando cana, assobiando, digitando e ninando anita porque ela logo acorda. Tem dias que eu não consigo fazer nada... fico de bobeira vendo o tempo passar. Nesses dias, ela costuma dormir muito, e então espero que o tempo passe depressa para que eu possa ocupá-lo com o cheiro da minha filha. O tempo longe dela... esse ainda é um abismo para mim, que no máximo fui sozinha ao mercado na frente da minha casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assumir a imprevisibilidade do tempo de que um bebê precisa para comer, para dormir e até para fazer cocô, faz com que a passagem do tempo venha desenhar um esboço de rotina e não o contrário. Mas isso requer preparação e sobretudo, paciência. Hoje em dia, quando a velocidade de um click do mouse reconfigura a noção de tempo e de espera, quando ainda aplica-se a máxima que "time is money", só mesmo tendo nossos filhos nos braços para sentir a sensação de  que tempo, finalmente, parou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-7442261020146229356?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/7442261020146229356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=7442261020146229356' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/7442261020146229356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/7442261020146229356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/05/o-tempo-e-natureza-das-coisas.html' title='O tempo e a natureza das coisas'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-5454466432916580614</id><published>2009-05-12T15:31:00.002-03:00</published><updated>2009-05-12T15:57:05.627-03:00</updated><title type='text'>Ele é meu rapaz!</title><content type='html'>&lt;div&gt;Nessas últimas semanas Chiquinho já:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Fez sua primeira viagem de avião&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que dor-de-ouvido que nada! Ele estava literalmente nos céus! Tantos botões, tantas luzes, tanta informação! E ele lá, no ápice da euforia, puxando cabelo da véia da poltrona da frente, rindo pro véio da poltrona de trás, abrindo a mesinha, fazendo batuque na janela...eu e igor meio assustados, nem um pouco envergonhados, totalmente entregues as gargalhadas do nosso filho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Antes do avião aterrisar foi a vez dele se render ao soninho, facilitando os procedimentos de desembarque. Mais perfeito não poderia ser.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Ficou gripado pela primeira vez na vida&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Catarrinho e dor no corpo. Meu bichinho ficou indócil.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gripe feia. Hum.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Aprendeu a ficar em pé!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dê a Chiquinho uma alavanca e um ponto de apoio que ele moverá o mundo! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu rapazinho, quase um hominho, já está ensaiando os primeiros passos para a vida horizontal e bípede.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que coisa mais graciosa ver meu maluquinho se apoiar em qualquer objeto e suspender o seu corpinho. Depois vem o grito que eu desconfio ser o equivalente a "gerooonimoooo" na nossa língua.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Compromissos agendados para acontecer em breve:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Romper os dentinhos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Começar a andar (!!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Falar (!!!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Descobrir a cura do cancer ou&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Intermediar negociações de paz no oriente médio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-5454466432916580614?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/5454466432916580614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=5454466432916580614' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5454466432916580614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5454466432916580614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/05/ele-e-meu-rapaz.html' title='Ele é meu rapaz!'/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-3640957042827991811</id><published>2009-05-12T10:10:00.004-03:00</published><updated>2009-05-12T11:10:58.998-03:00</updated><title type='text'>Meu quadragésimo oitavo dia das mães</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A rigor, no domingo passado vivenciei o meu primeiro dia das mães. A semana que antecedeu ele foi de grande expectativa do meu marido que imaginava qual presente iria me dar numa data que marca nosso  início da vida de pai e mãe. Confesso que antes do domingo eu imaginava que no dia instituído como das mães eu não sentiria nada muito diferente do que sinto todos os dias em relação à minha nova condição materna, afinal de contas, como destacar um dia na vida de uma mãe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia das mães (e dos pais) sempre me pareceu uma convenção fria com uma desculpa indefensável. Normalmente é o dia em que troca-se o liquidificador velho, inaugura-se uma máquina de lavar roupas e toda sorte de utensílios domésticos que fazem a alegria de qualquer mãe nos comerciais de TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que chegou a minha vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No domingo, de fato nada foi muito diferente dos outros dias, exceto a descoberta de um entendimento que antes não havia. O dia das mães na realidade é dia dos filhos. Eles dão sentido a essa experiência materna, eles transformam a condição da mulher e trazem luz e beleza para nossas vidas, a eles dedicamos o amor absoluto e deles é que esperamos a compreensão, e a felicidade plena. Já que a onda é presentear, no segundo domingo de maio deveríamos comemorar a existência dos nossos filhos, a chegada deles, uma espécie de segundo aniversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma mãe, os presentes são diários e em nada se parecem com as ofertas que saltam nas propagandas. Cada aumento de peso de Anita é um presente dos bons para mim, seus sorrisos são pequenas jóias que ganho diariamente, a evolução do olhar, a emissão de sons que logo serão palavras, o cheiro detrás da orelha... sou surpreendida todos os dias com pequenos gestos que afirmam a minha condição de mãe, inundando o meu coração de felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me emocionei lendo o post de Carol sobre a festinha na escola de Ian em homenagem a uma dezena de mulheres bobas, emocionadas, de frente a verdadeiros anjinhos que por certo acham que todos os dias do ano são dias das mães, afinal sem elas a vida não teria sentido algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, no segundo domingo de maio comemorei o meu quadragésimo oitavo dia de mãe, e do alto dos seus 48 dias de vida Anita me presenteia com o amor refletido nos seus dois olhinhos de jabuticaba.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-3640957042827991811?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/3640957042827991811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=3640957042827991811' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3640957042827991811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3640957042827991811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/05/meu-quadragesimo-oitavo-dia-das-maes.html' title='Meu quadragésimo oitavo dia das mães'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-1255642051312588926</id><published>2009-05-09T17:54:00.001-03:00</published><updated>2009-05-09T17:56:23.149-03:00</updated><title type='text'>Dia das mães</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ontem tive o meu primeiro dia das mães na escolinha de ian. Foi emocionante!! Na entrada tem um painel com fotografias, desenhos e histórias contadas pelos pais e pelos meninos. Muito lindo!! Todos os alunos tinham suas histórias ali. Adorei ver a nossa história. Depois descemos para área da capoeira e sala de dança. Cadeiras esperavam por nós: as MÃES!!! Todas compareceram, apenas duas mais atrasadas, mas ainda assim presentes. O sorriso estava em cada rosto. Todas munidas de máquinas de fotografar e filmar, celulares em punhos: eis que descem nossos anjinhos, literalmente vestidos de anjo com vestido azul e auréola na cabeça, e se juntam para cantar uma música em homenagem as mamãezinhas orgulhosas, em um momento em que tudo vale a pena, em que tudo é lindo, cúmplices dessa coisa chamada maternidade, cada uma com suas maneiras, mas todas diante da cria. A classe de ian quase não cantou. Ficaram estatelados olhando aquele bando de mulheres, procurando suas mães. Quando a pró liberou para abraçarem as suas mães, ian correu e me deu um abraço tão sincero, tão entregue, abraço que só mãe ganha. Eu mesma tenho abraçado muito mais a minha (companheira maravilhosa na criação de ian). Depois foi aquela coisa: melar o dedo no glacê do bolo (é a coisa que ian mais gosta em festas e que a mãe as vezes finge não ver – afinal é bom demais!!) Corre, cai, sobe na escada onde não pode, brinca com todo mundo e não quer sair da escola. Fomos uns dos últimos a ir embora. Felizes. Meu filhotinho. O maior amor do mundo. Coisa que só mãe pode sentir.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;p.s: mais tarde vi Francisco se jogar do meu colo ao ver a mãe e se aninhar de uma forma tão deliciosa que só no colo de mãe. Talvez por isso, meninas, esses filhos gostam tanto de colinho...&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-1255642051312588926?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/1255642051312588926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=1255642051312588926' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1255642051312588926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1255642051312588926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/05/dia-das-maes.html' title='Dia das mães'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-2041620582922192557</id><published>2009-04-29T14:22:00.005-03:00</published><updated>2009-05-02T22:38:42.518-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livre demanda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bebês'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>Eu digo sim!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estava lendo o post de Carol sobre a fase que ela vivencia com Ian, determinado em contrariar a orientação dos pais. A fase do não.. não pode...&lt;br /&gt;Anita tem um mês e cinco dias de vida, ainda está longe de desobedecer apesar de se mostrar uma grande sapequinha. Enquanto ela mamava (40 minutos depois de ter mamado) fiquei pensando nessa relação de livre-demanda que optei como forma de amamentar minha filha. Onde está a liberdade dessa escolha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amamentação em livre-demanda é para mim a fase do sim...pode sim. Pode mamar a hora que quiser, pode chupetar no peito para dormir, para se acalmar, pode deixar que seu corpo estabeleça o ritmo, a duração, os horários, enfim: pode pedir que eu dou. Na terceira semana de vida de Anita eu comecei a fazer tabelas das mamadas dela para tentar entender se na liberdade de escolha dela haveria um padrão. Desisti antes de chegar ao final do segundo dia. Rotina é algo que passa longe daqui. No entanto, ao final do seu primeiro mês eu já identifico a mamada de fome (nessa hora me dá vontade de ter pares de peito), quando é acalento, quando ela quer fazer cocô, e outros motivos singelos que a fazem querer o colo, o carinho da mãe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Li em muitos lugares os benefícios da livre-demanda, e ouço de muitas pessoas que isso é loucura, que a mãe não aguenta uma coisa dessas. Ora pois. Anita me dá de presente um sorriso todas as vezes que o leite sacia sua vontade. A boquinha dela abrindo para sorrir e largar o peito ao mesmo tempo é que acaba comigo, meu coração explode 100 vezes, e sobre isso ninguém me alertou. A necessidade que um bebê dessa idade tem de sugar é grande, diretamente proporcional ao prazer que sentem quando o fazem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui uma criança viciada em colo, cresci rodeada de carinho. Aos olhos de muitos, sou extremamente dengosa e meu pai chega a confessar que me estragou. Fico feliz que tenha sido assim porque talvez isso tenha resultado em uma mulher independente, confiante, que não hesita frente a nenhum obstáculo da vida. Afinal, tem coisa melhor do que receber carinho em excesso? Claro que existem os limites, logo virá a fase do não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que Anita aprende a conhecer o mundo aqui fora e precisa de mim para sentir-se segura e seguir em frente, optar pela livre-demanda me parece a forma mais segura de ampará-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que aprender a ouvir e respeitar a necessidade dos filhos, ao invés de impor a eles nosso ritmo, é uma forma de começar o amplo diálogo que resulta em uma criação mais aberta, com respeito de ambas as partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que é difícil, mas ninguém me disse que seria fácil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-2041620582922192557?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/2041620582922192557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=2041620582922192557' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2041620582922192557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2041620582922192557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/04/eu-digo-sim.html' title='Eu digo sim!'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-3836213154561028412</id><published>2009-04-24T20:34:00.001-03:00</published><updated>2009-04-24T20:35:52.330-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Parabéns para Anita, nessa data querida!!! Um mês!! Um grande cheiro da titia!! Na mãe e no pai também, eles merecem!!!&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tia Carol&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-3836213154561028412?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/3836213154561028412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=3836213154561028412' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3836213154561028412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3836213154561028412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/04/parabens-para-anita-nessa-data-querida.html' title=''/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-6276686017895266465</id><published>2009-04-20T10:00:00.009-03:00</published><updated>2009-05-02T22:39:30.917-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='babás'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bebês'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Uma questão de tempo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style=";font-family:'Trebuchet MS';font-size:13;"  &gt;&lt;div style="padding-top: 15px;"&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Gosto muito de consultar o site &lt;a href="http://www.blogger.com/www.desabafodemae.com.br"&gt;www.desabafodemae.com.br&lt;/a&gt;. Numa dessa consultas me deparei com esse texto que achei genial. Fala sobre a maternidade e coloca na pauta o ditado: mãe é padecer no paraiso. Leiam e espero que gostem. Esse desabafo é comentado por algumas mães, dá pra ver melhor no link: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;a href="http://desabafodemae.com.br/home.php?acao=desabafos&amp;amp;subact=desabafo&amp;amp;cod=622"&gt;http://desabafodemae.com.br/home.php?acao=desabafos&amp;amp;subact=desabafo&amp;amp;cod=622&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Criança dá trabalho &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Criança dá trabalho. Ponto. Simples assim. Verdadeiro assim. Acredito que, nesse aspecto, ninguém nunca tentou nos enganar. Prova disso são os inúmeros ditos populares que existem por aí sobre as agruras de pais e filhos. Exemplos batidos como: "ser mãe é padecer no paraíso"; "filhos, melhor não tê-los"... "Mas, se não tê-los, como sabê-lo?", completa o dito.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Acho que talvez seria mesmo melhor não tê-los. Ao menos para as pessoas que querem se iludir achando que é possível ter criança e não ter trabalho.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Hellooooo, criança dá trabalho. E os pais precisam assumir o trabalho que uma criança dá. Não dá pra tirar a parte chata do negócio, passar a trabalheira adiante. Simplesmente porque é difícil distinguir o que é chato e o que não é. E, dependendo do ponto de vista, TUDO pode ser chato, TUDO pode ser difícil.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;E se você for passar a parte chata para uma outra pessoa fazer, certamente estará perdendo muita coisa do seu filho, como os gritinhos de felicidade no banho, vê-lo segurando a colher ou a mamadeira sozinho pela primeira vez, descobrir dentinhos apontando, as gargalhadas dele quando você, para fazê-lo ficar quieto na hora de trocar a fralda, brinca de cheirar o chulé. E, quando ele está um pouco maior, ver que ele já sabe a história favorita de cor e rebolar pra tentar responder os tantos "porquês" da vida. Isso sem falar nos olhos sorrindo ao encontrarem os seus, as mãozinhas acariciando o seu cabelo na hora do sono e o abraço apertado que só você recebe.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Quando meu primeiro filho nasceu, lembro-me bem da primeira consulta ao pediatra, aos 10 dias de vida. A médica ficou intrigada quando eu garanti que estava tudo bem, que eu não estava tendo nenhum problema. "Como assim, tudo bem? Toda mãe chega aqui quase enlouquecendo...". Eu apenas disse: "Bom, não estou tendo MAIS trabalho do que eu já esperava ter. Então, pra mim, 'tá tudo bem".&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;E é verdade. Quem, em sã consciência, espera ter um filho e não ter trabalho? Impossível. Amamentar de três em três horas, colocar pra arrotar, trocar a fralda a cada mamada (na maioria das vezes, trocar também a roupa inteira), dar banho, colocar pra dormir, acalmar as crises de cólica... Tudo isso dá um trabalho...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mas, como qualquer trabalho, pode se tornar um suplício, como também pode ser extremamente gratificante. Só depende de como você o encara.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Eu escolhi o caminho mais fácil; o que encararia a tarefa com prazer, e não como obrigação ou necessidade. Eu escolhi ser mãe. E adoro cuidar dos meus filhos. Adoro dar banho, adoro dar comida, adoro sentar no chão e brincar, adoro ler histórias para fazê-los dormir (às vezes, também tento cantar, mas a ausência de talento e o senso crítico me fazem ter dó dos ouvidinhos alheios). E os meus filhos retribuem essa minha escolha sendo excelentes filhos. Eles me surpreendem a cada dia. Não é corujice não. Eles são ótimos de verdade. Dormem a noite toda, alimentam-se bem e são saudáveis e alegres. O que mais uma mãe poderia querer?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mas você deve estar se perguntando: "em qual galáxia fica o mundo cor-de-rosa dessa mulher?"&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Calma. Eu já disse: criança dá trabalho. E trabalho, por mais que você goste dele, também nos deixa cansados, estressados, desanimados, nervosos, irritados... mas nem por isso você pede demissão e entrega pra outra pessoa fazer. Quer dizer, você pode até pedir demissão agora, mas depois vai ter que enfrentar mais trabalho ainda com um adolescente. E a tão esperada aposentadoria pode nunca chegar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O que eu estou querendo dizer com tudo isso é que me espanta ver cada dia mais pais abdicando do direito de serem pais e entregando-o, de mãos beijadas (e aliviadas), para babás, sob o simples argumento de que criança dá trabalho demais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;E quem foi que disse que não dava?!??&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por favor, não me entendam errado. Não estou falando mal das babás, não estou falando mal de quem deixa o filho sob os cuidados de uma babá. Estou me referindo apenas àqueles que ENTREGAM os filhos para as babás, que sequer conseguem ficar sozinhos com eles, pois não conhecem seus gostos, seus hábitos, as brincadeiras preferidas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por isso, a babá está sempre presente: nos passeios no shopping, nas férias da família, nas festas de aniversário e até na visita aos avós. Elas ficam lá, de prontidão, com o uniforme branco, rápidas para atenderem o menor desejo de seus 'patrõezinhos', enquanto os 'patrõezões' compram sossegados, mastigam 30 vezes a mesma garfada, dormem até tarde, bebem uma cervejinha e conversam animadamente com os amigos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os filhos? Onde eles estão mesmo? Ah, estão ali, em algum canto, com as babás (quando não ficaram em casa dormindo ou assistindo a TV...)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Sério. Isso não combina comigo. Quero ter trabalho com meus filhos. Quero ficar cansada, com olheira, mas quero que seja EU a brincar com eles, EU a ensinar a falar certo (e não errado), EU a niná-los para dormir, EU a educá-los. Que a babá venha apenas quando eu precisar me ausentar, para os momentos de absoluta necessidade (e só!).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mas o egoísmo que impera na nossa geração dita o contrário. Entregar os filhos para a babá para que, assim, os pais possam viver a vida deles sossegados, sem menino atrapalhando, tem sido culturalmente aceito e incentivado e, mais do que isso, exigido. Isso mesmo. Exigido. NINGUÉM tem uma vida de felicidade e sucesso se no pacote não estiver incluso uma babá para os filhos. O casamento exitoso precisa ter banheiros separados. O casamento com filhos exitoso precisa de uma boa babá pra toda hora.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;E os que insistem em agir diferente - os ETÊS insanos e irresponsáveis do mundo cor-de-rosa, que cuidam sozinhos dos filhos e que vão ao parque e a festas de aniversário sem alguém para 'ajudar' - merecem tão somente a compaixão dos habitantes do mundo das babás. A mais consternada e intensa compaixão, quase como se estivessem diante de alguém que não tem o que comer.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;É.. realmente, acho que sou uma louca moradora do mundo vizinho. Mas espero apenas que, no futuro, meus filhos também tenham tanto prazer com a minha companhia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-6276686017895266465?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/6276686017895266465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=6276686017895266465' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6276686017895266465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6276686017895266465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/04/gosto-muito-de-consultar-o-site-www.html' title='Uma questão de tempo'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-5015077461154136882</id><published>2009-04-20T09:38:00.010-03:00</published><updated>2009-05-02T22:39:58.997-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crianças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disciplina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Como disciplinar nossos filhos?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(60, 97, 113);font-size:13;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="Desenvolvimento e disciplina"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;Hoje, como de costume, ian acordou 5 hs da matina. Sonolentos, eu e o pai nos olhamos e o primeiro que tomar a iniciativa levanta com ele. Mas ian está impossível! Ele já é traquino, os recadinhos da escola na última semana sobre seu comportamento: sou sapequinha!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;Agora ian anda desobediente, faz tudo que falamos para não fazer, diz não a tudo e ainda está tão dengoso (culpa da mãe que não se aguenta e beija ele o dia todo). As vezes perdemos a paciência e um segura o outro para não ultrapassarmos o limite. Aqui em casa optamos por não usar da forca, mas de muita conversa. Chamo ele pra conversar, mas nem sempre funciona, estamos procurando uma forma de disciplina-lo melhor, algum castigo. Nessa busca converso com as poucas mães que conheço que tenham filhos nessa idade e vou pela net procurando... Achei um texto (simples) mas que aborda exatamente essa fase que estamos vivendo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="Desenvolvimento e disciplina"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;Desenvolvimento e disciplina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Nesta idade as crianças freqüentemente dizem "não" ou se recusam a fazer o que você quer que elas façam. Esta etapa normal do desenvolvimento tem por objetivo testar as regras impostas pelos pais. É bom ser constante no fazer cumprir as regras razoáveis que não sejam muito estritas nem muito indulgentes. Os pais devem aplicar as regras com justiça todas às vezes. Seja amável, mas firme com seu filho, mesmo quando ele quiser violar uma regra. Muitos pais acham esta é uma idade difícil e procuram o médico para receber conselhos com relação ao manejo do comportamento. Estes são alguns bons métodos para ajudar seu filho a aprender regras e manter a segurança:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;1- "Casa à prova de crianças". Percorra todos os cômodos de sua casa e recolha qualquer coisa de valor, perigosa ou suja. Prevenir evitará muitos problemas de disciplina. Não espere que uma criança não mexa nas coisas apenas porque disse que não deveria.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;2- "Distraia e substitua". Se as crianças estão brincando com alguma coisa que não queira, substitua esta coisa por outro objeto ou brinquedo que a criança goste. Proceder desta maneira evita briga e não põe as crianças em uma situação em que tenham de dizer "não".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;3- "Ensine e oriente". Tenha o mínimo de regras necessário e as mantenha. Estas regras devem ser aquelas importantes para a segurança da criança. Se uma regra for violada, após uma explicação clara e breve, castigue a criança imediatamente, colocando-a de castigo por 2 minutos. É muito importante que o castigo venha imediatamente após a violação da regra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;4- "Seja coerente com a disciplina". Não faça ameaças que não possa cumprir.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Se disser que vai fazer algo faça-o.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 51);font-size:13;" &gt;Bom, Hoje briguei com ele e ele, que já se percebe como gente, ficou sem falar comigo. Vejam só, antes era só a mamãe...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-5015077461154136882?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/5015077461154136882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=5015077461154136882' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5015077461154136882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5015077461154136882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/04/como-disciplinar-nossos-filhos.html' title='Como disciplinar nossos filhos?'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-3960063851569946109</id><published>2009-04-15T18:00:00.002-03:00</published><updated>2009-04-15T18:03:09.525-03:00</updated><title type='text'>CININAR</title><content type='html'>Alou, mamães!&lt;br /&gt;Houve uma mudança no projeto Cininar.&lt;br /&gt;As exibições serão feitas na SALADEARTE CINEMA DA UFBA.&lt;br /&gt;Mais informações:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cininar.blogspot.com/"&gt;http://cininar.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cadê a pipoca?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-3960063851569946109?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/3960063851569946109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=3960063851569946109' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3960063851569946109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3960063851569946109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/04/cininar.html' title='CININAR'/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-2375449992897960513</id><published>2009-04-15T10:39:00.004-03:00</published><updated>2009-05-02T22:40:36.270-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cólicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentação'/><title type='text'>Dieta de amamentação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora sou eu a escrever a conta-gotas, nos pequenos intervalos que Anita me deixa com ambas as mãos (e peitos) livres.&lt;br /&gt;A cada dia vou me descobrindo mãe. Cada cheiro dela, o olhar que busca o foco e pára nos meus olhos, a entrega ao aconchego do colo, o calor dos dois corpos juntos aqui fora.&lt;br /&gt;É linda esta tarefa de tornar-se mãe. Para mim que sempre fui workaholic, é estranho ver o e-mail cheio de demandas de trabalho e ter esse como segundo, terceiro, quarto plano... Anita demanda tantos cuidados a atenção que não há nada mais importante que ela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando todas as mudanças que Anita trouxe à minha vida, aproveito para dar uma dica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a amamentação:&lt;br /&gt;Durante toda a gravidez eu mantive uma alimentação equilibrada e saudável, o que me possibilitou nove meses de disposição e nenhum problema de saúde. Na amamentação a dieta passa a ser mais radical para evitar dentre outros problemas, a famigerada cólica no bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conosco tem dado certo, Anita mama muito e nada de dores. Há quem acredite que cólica nos bebês independe da alimentação da mãe, eu que sou totalmente crente de que a alimentação é a principal causa de muitos problemas de saúde e também a grande fonte de cura, vou testando a orientação que me foi passada pela pediatra de Anita, homeopata e naturalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca:&lt;br /&gt;Frituras / Gorduras Saturadas / Leite integral e seus derivados / Farinha branca / Massas em geral / Chocolate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evitar:&lt;br /&gt;Folhas cozidas / Feijões secos / Farinha integral / Frutas muito ácidas / Condimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consumir:&lt;br /&gt;1 litro de chá de erva doce por dia / pequena quantidade de iogurte desnatado e queijo fresco / Folhas cruas / Verduras / Grãos verdes / Cereais / Frutas / Cuscuz (alimentos derivados do milho em geral)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha refeição predileta é o almoço, onde faço sempre um prato bem grande e equilibrado, pois é onde as opções são diversas.&lt;br /&gt;Confesso que viver sem comer farinha (mesmo integral) é uma missão quase impossível porque sem pão, sem qualquer tipo de biscoito com a fome que a amamentação dá, lanchar vira missão impossível. Aproveito o chá, sucos e quando não aguento mais frutas, como coisinhas como banana passa, castanhas e outros beliscos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto tem sido válido, e olha que atravessamos a Páscoa longe dos chocolates.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-2375449992897960513?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/2375449992897960513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=2375449992897960513' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2375449992897960513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2375449992897960513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/04/dieta-de-amamentacao.html' title='Dieta de amamentação'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-7364185875070096283</id><published>2009-04-11T16:35:00.004-03:00</published><updated>2009-05-02T22:41:12.267-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crianças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Meninos e não mais bebês</title><content type='html'>Enquanto mato as saudades do inicio da vida do nosso Ian vendo Anita e Francisco crescerem, fico emocionada em perceber que o meu filho deixa nesse momento de ser bebê e se torna um menininho. Ian está com 2 anos e 2 meses. Já fala um monte de coisas, conjuga verbos e observa muito. Fica o tempo todo imitando o que fazemos, nesse momento temos cuidado com o que falamos. Mas o que mais me marcou nessa nova fase é ver o meu bebê trocando de roupa. Ele, que já dorme na própria cama, acorda, desliga o ventilador, tira a fralda e puxa o banquinho, outra nova preocupação, para subir na comoda e pegar uma cueca que ele veste sozinho!! É incrível!!! Faz isso uma porção de vezes no dia. Uma característica que está se revelando: ele é vaidoso. Escolhe as roupas dele e como se não bastasse as do pai também. E quando a mamãe veste uma roupa especial, sai com uma dessa: tá linda!!!&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É bom demais! Essa fase surpreende a gente. Os momentos da escola, as frases faladas, as reações, as manhas e artimanhas. Nessa quinta recebi o primeiro relatório de ian na escola e fiquei muito satisfeita com o que li, com o que converso com as professoras dele. Ian é acima de tudo um menino feliz. E isso se reflete em tudo na vida dele. E a minha confiança de que acertei na escola dele é vê-lo contente em ir para a aula, em ver como ele gosta das prós e dos coleguinhas, é perguntar todo dia como foi na escola e ele responder muito contente: gostei da escolinha!! Porque ian é  o meu termómetro. Só observando ele, vendo seu jeitinho, é que, acredito, posso saber melhor o que é bom ou não para ele. E todo dia repito: te amo! E tento fazer ele entender que é muito bom te-lo por perto. Um menino o meu bebê...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-7364185875070096283?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/7364185875070096283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=7364185875070096283' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/7364185875070096283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/7364185875070096283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/04/meninos-e-nao-mais-bebes.html' title='Meninos e não mais bebês'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-5337297251032597620</id><published>2009-04-10T10:10:00.004-03:00</published><updated>2009-05-02T22:41:28.138-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='nascimento'/><title type='text'>Despertar para a vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então Anita chegou.&lt;br /&gt;Escolheu ser ariana, decidida na  busca pelo que quer, tranquila e irradiando uma imensa paz. Nossa filhota veio ao mundo com pouco choro e com firmeza no olhar. A mesma firmeza que a fez sugar forte no seio nas primeiras horas de vida, que a fez desprezar os procedimentos médicos que investigavam nela uma possível infecção.&lt;br /&gt;Anita nasceu cheia de saúde, esbanjando vontade de viver e desde o dia 24 de março tem vivido plenamente. Mama com voracidade, passa horas acordada, tranquila, mirando algum ponto de inflexão que a faz parecer pensativa, observadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a preparação para o parto e a chegada de Anita foram fundamentais para a aceitação de que a vida é aquela que nos é dada para viver e dela temos que buscar fazer o melhor. Com essa integridade de pensamentos e ideais é que transformamos nossa forma de ver e viver a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos primeiros dias de pai e mãe de primeira viagem tem sido cercados de tranquilidade e muito carinho. Anita alterna noites em claro e noites mais dormidas. Dias está mais acesa, dias está entregue a uma letargia sem fim. Nada tem nos apavorado, com calma e paciência vamos desvendando a nossa filha e suas reações frente à vida nova. Com amor  e cumplicidade vamos enchendo ela de carinho e cobrindo seus dias de afeto. Ela chora muito pouco e já esboça dengos aqui e acolá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana santa, celebramos o milagre da vida, que transformou o nosso amor em um despertar para vida, para um novo mundo. O mundo de Anita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-5337297251032597620?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/5337297251032597620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=5337297251032597620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5337297251032597620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5337297251032597620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/04/despertar-para-vida.html' title='Despertar para a vida'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-4648197788790829877</id><published>2009-03-26T11:55:00.002-03:00</published><updated>2009-05-02T22:41:52.189-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='televisão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'></title><content type='html'>Desde a chegada de Chiquinho eu vivo sonhando com uma viagem para a Chapada!&lt;br /&gt;Estamos planejando essa viagem para o São João. No meio tempo ele vai se acostumando com a natureza aquática proporcionada pelos passeios de barco, as plantas da casa da avó e os micos que ficam sapecando nos fios dos postes em frente a nossa varanda.&lt;br /&gt;Acho que nesse aspecto, Salvador ainda é muito bem-servida. Temos praias e não muito longe, matas e rios e muitos bichinhos interessantes.&lt;br /&gt;Então vamos desbravar a natureza com nossos filhotes, porque segundo esse artigo aí embaixo, existe um triste realidade que essa nova geração está enfrentado.&lt;br /&gt;Leiam!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em: &lt;a href="http://www.pagina22.com.br/index.cfm?fuseaction=coluna&amp;amp;id=503" target="_blank"&gt;http://www.pagina22.com.br/index.cfm?fuseaction=coluna&amp;amp;id=503&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A batalha desleal entre um corvo e 150 pokémons&lt;br /&gt;A falta de contato das crianças com a natureza pode comprometer futuros ambientalistas&lt;br /&gt;Por Daniela Gomes Pinto*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivo recentemente um dos muitos dilemas da maternidade: proibir ou não a televisão para meu filho pequeno. Mas, ao liberar - em doses homeopáticas - seu acesso à TV, eu me depareicom uma situação peculiar. Tendo à sua disposição coelhos "fofinhos" pulando freneticamente para cima e para baixo no programa infantil Bunnyworld, ou podendo acompanhar o Mickey num mundo mais colorido que loja de tintas, meu filhote praticamente exige que a telinha esteja sempre ligada no canal Animal Planet.&lt;br /&gt;É difícil acreditar que do alto de seus 2 anos de vida ele esteja tão interessado nos chimpanzés que vivem em cativeiro, ou no estômago invertido do bicho-preguiça, ou naquele inseto albino africano. Mas o fato é que o pequeno não desgruda os olhos desses bichos todos. Não sei se a TV é o ópio do povo, mas, ao menos lá em casa, o Animal Planet dá barato.&lt;br /&gt;Não é novidade o interesse provocado por imagens de natureza. Nossas primeiras palavras estão invariavelmente associadas a um animal, mesmo nos bebês urbanos - ou vai me dizer que au-au não está entre as dez primeiras palavras pronunciadas pelo seu filho? A fascinação - de grandes e pequenos - por animais e plantas tem até explicação científica: a biofilia. Formulada pelo biólogo Edward Wilson, seria uma ligação emocional cravada em nossos genes e transmitida pela história evolucionária da nossa relação íntima e dependente com outros seres vivos. Para alguns, a afinidade incluiria também a natureza não-viva, como rios e montanhas.&lt;br /&gt;Eu gosto de pensar que meu menino, efemeramente preservado de videogames, orkuts e afins, tem um interesse adquirido de forma ancestral pelo ambiente natural. Mas essa "sina" hereditária por si só não garante que ele seja um conservacionista no futuro.&lt;br /&gt;Inato vs. construído Uma das atividades marcantes da minha época de faculdade foi levar crianças pré-adolescentes ao Vale do Ribeira. Elas enlouqueciam ao entrar numa caverna, com lama e água até a cintura. Sempre pensei que aquela experiência dramática, de escuro e frio, de adrenalina e medo, dizia mais que mil palavras sobre a preservação das cavernas.&lt;br /&gt;Pesquisadores da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, investigaram 2 mil americanos para entender a relação entre experiências infantis na natureza e comportamentos ambientalistas dos futuros adultos. E descobriram que o envolvimento de determinada criança com a natureza "selvagem" - por meio de caminhadas pelas florestas, campings e contato com animais - teve um efeito positivo e significativo em sua relação com o meio ambiente na vida adulta. Ou seja, é a sensibilidade "construída" à base de experiências no mundo natural que poderiam influenciar para valer atitudes voltadas para a conservação.&lt;br /&gt;Se as trajetórias pessoais moldam aquilo que um dia poderia nos ter sido "inato", a industrialização e a urbanização, ao restringir nossas interações diretas com a natureza, podem desviar o caminho dos ambientalistas de amanhã.&lt;br /&gt;Uma pesquisa feita pela entidade britânica National Trust revelou que as crianças de hoje passam tanto tempo trancadas em casa que o mundo natural se tornou algo estranho a elas. Um terço das crianças entre 10 e 12 anos que participaram da pesquisa não foicapaz de identificar um corvo, o pássaro mais comum da Grã-Bretanha. Metade não soube diferenciar uma abelha de uma vespa. Entretanto, nove entre dez crianças foram capazes de identificar o personagem Yoda, da série Guerra nas Estrelas.&lt;br /&gt;Outra pesquisa, realizada pela Universidade de Cambridge e publicada na revista Science, investigou o conhecimento de crianças de 4 a 11 anos sobre plantas e mamíferos e "espécies" do desenho Pokémon. A identificação de espécies do mundo natural foi baixa e cresceu de 32% aos 4 anos para 53% aos 8 anos. Já a identificação de Pokémons - que incluía observar dez cartões randomicamente selecionados em uma base de 150 "espécies"! - disparou, de 7% em crianças de 4 anos para 78% nas de 8 anos.&lt;br /&gt;A pesquisa evidencia que crianças têm uma capacidade admirável de aprender sobre "criaturas", naturais ou não. Mas, por terem poucas oportunidades de conhecer espécies reais, elas acabam desviando sua atenção para as virtuais, mais presentes em seu dia-a-dia.&lt;br /&gt;Se as crianças têm um gosto inato de estarem próximas da natureza, deveríamos envolvê-las mais em estratégias inovadoras de aprendizado. Ajudá-las a construir, valendo-se do inato, uma trajetória de envolvimento e respeito pelo mundo natural. De minha parte, adoro o mestre Yoda e acho que, assim como os chimpanzés e os corvos, ele pode e deve fazer parte do universo do meu filho. Mas, enquanto não o levo às cavernas do Ribeira, não há mais dilema: vou lá ligar o Animal Planet.&lt;br /&gt;*Jornalista, geóloga, e mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela London Schoolof Economics and Political Science&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-4648197788790829877?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/4648197788790829877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=4648197788790829877' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4648197788790829877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4648197788790829877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/03/em-httpwww.html' title=''/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-3459409467760742316</id><published>2009-03-26T11:48:00.004-03:00</published><updated>2009-05-02T22:42:13.069-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>Novidades!</title><content type='html'>Uma delas é essa aqui:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cininar.blogspot.com/"&gt;http://www.cininar.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sessões de cinema exclusivas para mamães, papais e seus nenéns de até 18 meses, no Espaço Unibanco.&lt;br /&gt;E aí vamos pegar um cineminha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra novidade...huuuum, vou deixar no ar. Vou apenas dizer que é uma novidade muito linda!&lt;br /&gt;Vai ficar o suspense até o dia em que as mãozinhas de uma certa pessoa fiquem livres prá digitar aqui.&lt;br /&gt;Acho que falei demais...&lt;br /&gt;:D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-3459409467760742316?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/3459409467760742316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=3459409467760742316' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3459409467760742316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3459409467760742316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/03/novidades.html' title='Novidades!'/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-2922509758486174679</id><published>2009-03-15T18:15:00.006-03:00</published><updated>2009-05-02T22:42:38.989-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='nascimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bebês'/><title type='text'>O quarto trimestre ou a extero-gestação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu, Bruno e Anita temos vivido os últimos dias da nossa gestação uterina. Passamos batidos pela lua cheia, rumo às quarenta semanas de Anita. Quando ela estará pronta para nascer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos vivido esses momentos finais cercados de uma expectativa branda, doce, calma. Aproveitamos cada minuto em que somos os dois aqui fora para enfeitar o ninho que em breve receberá nossa filhota. Concordo que o segundo trimestre da gravidez é um dos melhores em termos de disposição para a mulher, mas exceto um curto período entre o sétimo e o oitavo mês, eu tenho curtido muito o último trimestre da gestação. A alimentação balanceada e atividade física contam muito para o bem estar físico e emocional, porque quando o corpo não vai bem na gravidez é difícil ser otimista em relação a tudo que está por vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma dica importante sobre o controle do sal na gravidez, é que devemos atentar não só para o sal que colocamos diretamente na comida, mas sim para todos os produtos alimentícios que levam sódio na sua composição... muitas coisas doces levam sódio. Vamos nos enchendo de sal sem perceber. O ideal é evitar produtos enlatados e industrializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aproveitando enquanto Anita não vem, eu queria falar sobre o próximo trimestre da vida dela, a "extero-gestação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pesquisador norte-americano desenvolveu uma teoria de que o bebê humano nasce aos nove meses de gestação, porque depois disso seria impossível (pelo diâmetro cefálico do bebê) um parto normal. O período de três meses de vida após o nascimento, abarca o último trimestre de "gestação" do bebê, e que a adaptação  dele depende do quanto nós o remetemos a esse ambiente do qual ele sente tanta falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, detalhes desta teoria, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;retirados do blog:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://minhasementinhalinda.blogspot.com/2008/04/extero-gestao.html"&gt;http://minhasementinhalinda.blogspot.com/2008/04/extero-gestao.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Quarto Trimestre que Falta na Gestação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria do Dr. Karp baseia-se no fato de que os recém-nascidos humanos não são como os de outros mamíferos, que já são capazes de caminhar e correr no primeiro dia de vida. Nossos RN's são "imaturos", mais parecidos com fetos que com bebês mais velhos, já que passam a maior parte do tempo dormindo e alimentando-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os RN's humanos seriam imaturos porque nossa sobrevivência depende de cérebros grandes, então eles são "expulsos" do útero antes de estarem completamente prontos, porque a cabeça de um bebê de 3 meses de idade não passaria no canal de parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros 3 meses de vida, o bebê é tão imaturo que realmente seria benéfico a ele que voltasse para o útero sempre que a vida aqui fora estivesse difícil. Como não somos cangurus, o que podemos fazer é tornar o ambiente extra-útero o mais parecido possível com o intra-uterino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como é lá no útero ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bebê no útero fica apertadinho, na posição fetal, envolvido por uma parede uterina morninha, sendo balançado para frente e para trás a maior parte do tempo. Ele também estava ouvindo constantemente um barulho "shhhh shhhh", mais alto que o de um aspirador de pó (o coração e os intestinos da mãe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reprodução das condições do ambiente uterino leva a uma resposta neurológica profunda "o reflexo calmante".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que o martelinho no joelho só leva ao reflexo de levantar a perna se o médico bater no local específico, os métodos para acalmar o bebê só funcionam se forem feitos da forma correta. Quando aplicados corretamente, os sons e sensações do útero têm um efeito tão poderoso que podem relaxar um bebê no meio de uma crise de choro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 Maneiras de Reproduzir o Ambiente Uterino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Segurar o bebê&lt;br /&gt;2. Dançar com o bebê&lt;br /&gt;3. Embalar o bebê&lt;br /&gt;4. Embrulhar o bebê bem apertadinho&lt;br /&gt;5. Ligar um barulho contínuo (shh shh) ou cantar&lt;br /&gt;6. Passear no carro&lt;br /&gt;7. Caminhar com o bebê&lt;br /&gt;8. Amamentar&lt;br /&gt;9. Dar ao bebê algo para sugar&lt;br /&gt;10. Colocar o bebê num balanço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os 5 S para Acalmar um Bebê até 3 Meses&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os 5 métodos para acalmar um bebê até 3 meses de idade são extremamente eficazes SOMENTE quando executados corretamente. Sem a técnica correta e o vigor necessário, não adiantam em nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Swaddling (embrulhar o bebê apertadinho)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pele é o maior órgão do corpo humano e o toque é o mais calmante dos cinco sentidos. Embrulhadinho, o bebê recebe um carinho suave. Bebês alimentados mas nunca tocados freqüentemente adoecem e morrem. Estar embrulhadinho não é tão bom quanto estar no colo da mãe, mas é um ótimo substituto para quando a mãe não está por perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebês podem ser embrulhados assim que nascem. Apertadinhos, de forma que não mexam os braços. Eles se sentem confortáveis, "de volta ao útero". Bebês mais agitados precisam mais de ser embrulhados, outros são tão calmos que não precisam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o bebê tem dificuldade para pegar no sono, pode ser embrulhado apertadinho, não é seguro colocar um bebê para dormir com um cueiro solto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não permita que o cueiro encoste no rosto do bebê. Se estiver encostando, o bebê vai virar o rosto procurando o peito, ao invés de relaxar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os bebês precisam de tempo para espreguiçar, tomar banho, ganhar uma massagem. 12-20 horas por dia embrulhadinho não é muito para um bebê que passava 24 horas por dia apertadinho no útero. Depois de 1 ou 2 meses, você pode reduzir o tempo, principalmente com bebês tranqüilos e calmos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Side/Stomach (posição de lado)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quanto mais nervoso seu bebê estiver, pior ele fica quando colocado sobre as costas. Antes de nascer, seu bebê nunca ficou deitado de costas. Ele passava a maior parte do tempo na posição fetal: cabeça para baixo, coluna encolhida, joelhos contra a barriga. Até adultos, quando em perigo, inconscientemente escolhem esta posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segurar o bebê de lado ou com a barriga tocando os braços do adulto ajuda a acalmá-lo (a cabeça fica na mão do adulto, o bumbum encostado na dobra do cotovelo do adulto, com braços e pernas livres, pendurados). Carregar o bebê num sling, com a coluna curvada, encolhidinho e virado de lado, tem o mesmo efeito. Em muitas culturas os bebês passam 24 horas por dia pendurados às mães (em algumas dessas culturas não há sequer uma palavra para designar "cólica do recém-nascido).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente especialistas são unânimes em dizer que bebês NÃO DEVEM SER POSTOS PARA DORMIR DE BRUÇOS, pelo risco de morte súbita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bebê não sente falta de ficar de cabeça para baixo, como no útero, porque na verdade o útero é cheio de fluido e o bebê flutua, como se não tivesse peso algum. Do lado de fora, sem poder flutuar, virado de cabeça para baixo, a pressão do sangue na cabeça é desconfortável."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Shhhh Shhhh - O som favorito do bebê&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O som "shhh shhh" é parte de quem somos, tanto que até adultos acham o som das ondas do mar relaxante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para bebês novinhos, "shhh" é o som do silêncio. Ele estava acostumado a ouvir tal som 24 horas por dia, tão alto quanto um aspirador de pó. Imagine o choque de um bebê acostumado a tal som chegando a um mundo onde as pessoas cochicham e caminham na ponta dos pés, tentando fazer silêncio !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloque sua boca 10-20 cm de distância dos ouvidos do bebê e faça "shhh", "shhh". Aumente o volume do "shh" até ficar tão alto quanto o choro do bebê. Pode parecer rude tentar "calar" um bebê choroso fazendo "shh", mas para o bebê, é o som do que lhe é familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira vez fazendo "shhh", seu bebê deve calar pós uns 2 minutos. Com a prática, você será capaz de acalmar o bebê em poucos segundos. É ótimo ensinar isso aos irmãos mais velhos, que adorarão poder ajudar e acalmar o bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para substituir o "shhh", pode-se ligar:&lt;br /&gt;- secador de cabelos ou aspirador de pó&lt;br /&gt;- som de ventilador ou exaustor&lt;br /&gt;- som de água corrente&lt;br /&gt;- um CD com som de ondas do mar&lt;br /&gt;- um brinquedo que tenha sons de batimentos cardíacos&lt;br /&gt;- rádio fora de estação ou babá eletrônica fora de sintonia&lt;br /&gt;- secadora de roupas ligada com uma bola de tênis dentro&lt;br /&gt;- máquina de lavar louças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O barulho do carro ligado também acalma a criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Swinging - Balançar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A vida era tão rica no útero. Rica em sons e barulhos. Mas a maior parte era movimento. Movimento contínuo. Quando a mãe senta, levanta, caminha e vira o corpo - movimento, movimento, movimento."&lt;br /&gt;(Frederick Leboyer, Loving Hands)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando pensamos nos 5 sentidos - visão, audição, tato, paladar e olfato - geralmente esquecemos o sexto sentido. Não é intuição, mas a sensação de movimento no espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimento rítmico ou balanço é uma forma poderosa de acalmar bebês (e adultos). Quem não se lembra de adormecer quase de forma hipnótica como movimento de uma rede ou de um trem ? Por que tais movimentos trazem um relaxamento tão profundo ? Porque o balanço imita o movimento que o bebê sentia no útero materno e ativa as sensações de "movimento" dentro dos ouvidos, que por sua vez ativam o reflexo de acalmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como balançar ?&lt;br /&gt;1. Carregando o bebê num "sling" ou canguru;&lt;br /&gt;2. Dançando (movimentos de cima para baixo);&lt;br /&gt;3. Colocando o bebê num balanço;&lt;br /&gt;4. Dando tapinhas rítmicos no bumbum ou nas costas;&lt;br /&gt;5. Colocando o bebê na rede;&lt;br /&gt;6. Balançando numa cadeira de balanço;&lt;br /&gt;7. Passeando de carro;&lt;br /&gt;8. Colocando o bebê em cadeirinhas vibratórias (próprias para isso);&lt;br /&gt;9. Sentando com o bebê numa bola inflável de ginástica e balançando de cima para baixo com ele no colo;&lt;br /&gt;10. Caminhando bem rapidamente com o bebê no colo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A diferença entre balançar e sacudir&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"O ato de sacudir podendo causar a síndrome do bebê sacudido (shaken baby syndrome) é tão violento que pessoas observando a situação podem reconhecer como perigoso e capaz de matar a criança" (Academia Americana de Pediatria, Julho 2001)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando balançar o bebê, seus movimentos devem rápidos mas curtos. A cabeça do bebê não fica sacudindo freneticamente. A cabeça move no máximo 2-5 cm de um lado para o outro. A cabeça está sempre alinhada com o corpo e não há perigo de o corpo mover-se numa direção e cabeça abruptamente ir na direção oposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bebês pequenos e separação das mães&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação das mães ao verem seus bebezinhos requerem contato contínuo com elas, quase que 24 horas por dia, e não entenderem porque disso ou receberem conselhos contrários a atender suas necessidades, é muito frequente.&lt;br /&gt;Veja o que diz Dr. Sunderland:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando muito pequenos, os bebês não suportam a separação das suas mães. É impossível para seu cérebro em desenvolvimento entender que a mãe, longe do seu campo visual, continua existindo. Aos poucos, com o desenvolvimento cerebral e as experiências de ida-e-vinda da mãe, ele se torna capaz de manter a mãe viva mesmo sem poder vê-la.&lt;br /&gt;Ele desenvolve a noção de permanência, ao mesmo tempo que adquire capacidade de maternar-se. Ele desenvolve uma série de comportamentos que simbolizam sua mãe, e a faz presente na ausência. Logo seu medo e angústia diante da separação cede lugar à certeza que não há qualquer perigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses sistemas de medo e angústia de separação se tornam muito menos sensíveis com o tempo, por causa do desenvolvimento do cérebro que começa naturalmente a inibi-los.Ou seja, quando as crianças compreendem racionalmente que não há qualquer perigo, que os pais estão no quarto ao lado e que, se precisarem, eles virão ao seu encontro, são capazes de dormir sozinhas sem chorar e sem os chamar se não houver qualquer problema, embora às vezes seu instinto continue a dizer-Ihes outra coisa. (&lt;em&gt;Fonte: Margot Sunderland, The science of parenting. DK Publishing Inc. (2006).&lt;/em&gt; )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-2922509758486174679?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/2922509758486174679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=2922509758486174679' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2922509758486174679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2922509758486174679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/03/o-quarto-trimestre-de-anita.html' title='O quarto trimestre ou a extero-gestação'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-9097025555065994202</id><published>2009-02-27T08:19:00.003-03:00</published><updated>2009-02-28T06:52:45.095-03:00</updated><title type='text'>brechó</title><content type='html'>toquem os tambores!! anita está prestes a aterrissar no nosso plano lunar, carregada pela nave-mãe proveniente de um corpo celeste ilheense.&lt;br /&gt;viva!&lt;br /&gt;e para as mamães às margens da gestação, que ainda procuram um carrinho aqui, uma banheirinha acolá, aqui está o link de um brechó:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.brechoinfantil.com/"&gt;http://www.brechoinfantil.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;vai ser tudo lindo, tê!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-9097025555065994202?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/9097025555065994202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=9097025555065994202' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/9097025555065994202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/9097025555065994202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/02/brecho.html' title='brechó'/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-8351569654126959657</id><published>2009-02-27T07:38:00.003-03:00</published><updated>2009-02-27T08:06:24.998-03:00</updated><title type='text'>piscar de olhos</title><content type='html'>daqui, do abismo dos meus 29 anos vejo o tic-tac do relógio bater desenfreado, como se a cada ano ele batesse mais rápido.&lt;br /&gt;ouvi uma história uma vez, de que o tempo dos caramujos é diferente do nosso, é mais lento. e por alguns dias quis ser um caramujo.&lt;br /&gt;mas aí quando chiquinho nasceu, o tempo congelou por 3 meses. demorou exatamente uns 50 anos para esse tres meses passarem.&lt;br /&gt;e então, respeitando a ordem numérica, chiquinho fez 4 meses, e agora, vejam só, ele já tem 5 meses- um rapazinho.&lt;br /&gt;já engatinha de ré, já quase fica sentado e se segurarmos suas mãozinhas, fica em pé!&lt;br /&gt;minhas amigas hoje em dia me ligam para virem visitar meu filho, e algumas delas trazem os seus próprios filhos. trazem também seus maridos.&lt;br /&gt;quando foi mesmo que toda essa revolução aconteceu? num instante estávamos fumando  gudang garan, e de repente, no outro, viramos mães...que loucura!&lt;br /&gt;eu me lembro bem. quando eu tinha uns 8 anos e via meu tio tufic corrigir as provas de matemática, eu achava que o mundo ia terminar antes de prestar vestibular.&lt;br /&gt;o tempo escorrega.&lt;br /&gt;um dia  serei mãe de um adolescente. por mais que eu tente, não consigo projetar essa imagem.&lt;br /&gt;eu estou no abismo, na pontinha da falésia dos meus vinte anos. &lt;br /&gt;a vertigem é visceral.&lt;br /&gt;algo me diz que a queda vai ser divertida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-8351569654126959657?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/8351569654126959657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=8351569654126959657' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/8351569654126959657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/8351569654126959657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/02/piscar-de-olhos.html' title='piscar de olhos'/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-6383984118152981666</id><published>2009-02-26T23:05:00.004-03:00</published><updated>2009-02-26T23:40:20.044-03:00</updated><title type='text'>O Livro da Espera</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O início da gravidez me trouxe revoluções sentimentais por segundo. Tentando entender o que se operava aqui dentro enquanto gestava minha filha, imaginava como seria o passar do tempo durante os longos nove meses que teria pela frente. Intuía alguns intervalos entre períodos de ansiedade e expectativa, por isso resolvi fazer para Anita o Livro da Espera. Só me enganei quanto aos longos meses... eles passam rapidinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro é dedicado e inspirado por ela, minha filha, e foi feito para ser o meu refúgio nos momentos em que sentisse necessidade de registrar etapas do nosso processo mútuo de descoberta e conhecimento. Hoje, quando me encontro a um passo de olhar nos seus olhos pela primeira vez, percebo que essa é a verdadeira espera de toda a gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada me exaspera, pois sei que há o momento certo para todas as coisas. Sinto como se devesse cuidar de cada minuto que antecede a chegada dela aqui fora, para que ao sair, ela se depare com momentos cuidadosamente preparados para seu espírito jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me vejo cercada de um sentimento profundo e misterioso, e no Livro da Espera, relato que tudo isso começou com um amor que se pretendia o maior do mundo, como na poesia de Juan Gelman:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Talvez o mundo caiba na cozinha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;onde falamos do filho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O futuro é um rosto, um doce nome,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;um sangue a caminho deste caminho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Amor é dito de um modo estranho:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;berço, lenço, cueiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Estas coisas comuns.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Essas palavras brancas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O amor cresceu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A primavera canta em meu lenço.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-6383984118152981666?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/6383984118152981666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=6383984118152981666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6383984118152981666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6383984118152981666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/02/o-livro-da-espera.html' title='O Livro da Espera'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-4218611638893582047</id><published>2009-02-25T19:30:00.004-03:00</published><updated>2009-02-25T19:48:56.998-03:00</updated><title type='text'>Dicas úteis</title><content type='html'>Crianças na cozinha!!!&lt;br /&gt;Um site sobre alimentação com um viés fantástico, como o nome já sugere.  Além de receitas, tem diversos artigos sobre alimentação na gravidez, amamentação, papinhas de bebês... um mundo de informações, vale a pena adentrar cada seção.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pat.feldman.com.br/?cat=6"&gt;&lt;br /&gt;http://pat.feldman.com.br/?cat=6&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um video raro que mostra Shantala aplicando a massagem no seu bebê. Trazida para o ocidente pelo médico francês Leboyer, o método da massagem levou aqui o nome de Shantala em homenagem a essa indiana. A Natura no seu kit de produtos mamãe e bebê tem um folheto que descreve essa massagem passo a passo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.promatrix.com.br/spip.php?article63"&gt;&lt;br /&gt;http://www.promatrix.com.br/spip.php?article63&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Google books - Site do google específico para busca de livros disonibilizados na net. Encontro muita coisa bacana por lá. Aqui, deixo a dica de um livro de métodos naturais de cura para crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=uRENQZgA2ugC&amp;amp;pg=PA286&amp;amp;dq=como+criar+um+filho+saud%C3%A1vel,+apesar+do+seu+pediatra&amp;amp;lr=&amp;amp;num=100&amp;amp;as_brr=0&amp;amp;as_pt=ALLTYPES#PPA6,M1"&gt;Cura Natural para bebês e crianças&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-4218611638893582047?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/4218611638893582047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=4218611638893582047' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4218611638893582047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4218611638893582047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/02/criancas-na-cozinha-um-site-sobre.html' title='Dicas úteis'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-6716085202163966969</id><published>2009-02-22T23:20:00.005-03:00</published><updated>2009-02-23T00:33:27.048-03:00</updated><title type='text'>Mundo vasto mundo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No último mês de gestação me impressiona a quantidade de coisas que tenho vivenciado/apreendido para a chegada de Anita.  Sei que o momento mais importante está por vir, o dia em que deixo de ser grávida e passo a ter minha filha nos braços, quando os testes são a cada segundo e o aprendizado ganha contornos de sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes lembro de alguns amigos que não vejo há muito... penso na reviravolta do meu cotidiano nesses nove meses... tudo mudou tão rápido em tão pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho tem me tomado bastante tempo, em compensação, quase abandonei as tarefas domésticas durante os últimos meses para me dedicar a pesquisas, leituras e achados sobre a maternidade. Conto com a ajuda especial do meu marido, que além de me auxiliar em tudo, compartilha cada dúvida e construção dos destinos da nossa filha. Há por sinal, uma grande transformação do papel do homem, na construção dessa família moderna, que deixa de lado o lugar de provedor para se tornar ativo em questões sutis do universo físico e emocional dos filhos (papo para um outro post).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas minhas últimas perambulações do ventre ao cérebro, tenho me deparado com questões  tão diversas quanto importantes, e aqui compartilho algumas delas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sobre o uso de fraldas descartáveis X  fraldas reutilizáveis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como não ter alguma sensibilidade ecológica nos dias de hoje, e pensando nos 500 anos que uma fralda descartável leva para se decompor, vezes a quantidade de fraldas (em média 5.000) que um bebê utiliza, me peguei pensando se não haveria uma outra alternativa. É muito importante lembrar que junto com a ecologia, a saúde e o bem-estar de Anita são fatores decisivos nessa busca. Para quem mora em alguns países da Europa, nos EUA e no Canadá, felizmente existem as fraldas descartáveis biodegradáveis, mas não é o nosso caso. Essas fraldas parecem ser a melhor alternativa. Uma comparação feita entre as fraldas de pano tradicionais e as fraldas descartáveis apontam para uma leve vantagem das fraldas de pano nos países tropicais, porque em países frios o que se gasta de energia para lavar, secar e passar as fraldas tem um impacto ecológico tão grande quanto os 500 anos das descartáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já pretendia mesmo usar fraldas de pano quando os hábitos intestinais de Anita forem já meus conhecidos, mas continuava buscando algo que minimizasse a utilização das descartáveis. Parece que aqui no Brasil não temos muita opção, mas existem saídas criativas, como um tipo de fralda reutilizável que utiliza fraldas de pano como recheio no antigo modelo da calça-enxuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problemas desse tipo de fralda:&lt;br /&gt;A absorção não é tão completa, além de não ser prática para trocar na rua e apresentar vazamentos. Por outro lado elas são confortáveis e lindas. É uma boa opção para intercalar com as fraldas descartáveis durante períodos do dia ou mesmo quando o bebê apresenta alergia aos componentes destas. A outra forma é usar a fralda de pano pura, nos moldes  de antigamente com uma boa fita crepe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Podem ver no site: http://www.babyslings.com.br/fraldas_de_pano_web.htm&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Minha opção para Anita será intercalar fraldas de pano e descartáveis como forma de conseguir o mínimo de equilíbrio entre o conforto da minha filha e a sustentabilidade do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sobre a aplicação de vacinas obrigatórias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas últimas semanas tenho pesquisado mais detidamente sobre a programação de vacinas obrigatórias no Brasil, seus efeitos e reações nos bebês. Esse é um assunto delicado e creio que uma decisão deve ser tomada em conjunto com o pediatra do bebê. Bom, ainda não tive consulta com pediatra nenhum, mas lá vão minhas impressões sobre o que tenho lido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pouco tempo atrás achava que vacinas eram necessárias e ponto final. É nosso dever de mãe assegurar a saúde dos nossos filhos frente a doenças graves como meningite, tuberculose, paralisia infantil, etc. Continuo pensando assim, mas me surpreendi ao conhecer alguns detalhes dos processos de imunização dessas doenças no bebê. Em primeiro lugar é muito importante reconhecer a obrigatoriedade da vacinação imposta pelo governo, afinal as políticas públicas de saúde não são feitas pensando no caso particular da minha filha e  das condições de vida que ela vai ter, mas ao contrário, devem dar conta de toda a diversidade de situações e riscos  a que uma criança em um  país como o nosso pode estar submetida, e deve trabalhar para manter definitivamente afastada a possibilidade de epidemias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa é que me pareceu muito invasivo a inoculação de um vírus no corpo ainda frágil de um bebê para que ela possa gerar seus anticorpos. As reações mais comuns são febres (que podem aparecer dias ou semanas depois da vacina ter sido aplicada), vômitos, dores. etc.  Muitas vezes é necessário ministrar analgésicos para auxiliar o bebê nesse processo de reação. Mas se tudo isso for por uma boa causa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri, no entanto, que os resultados de algumas dessas vacinas são totalmente questionáveis. A que apresenta efetivos resultados em relação à contração da doença e é de fato inócua para o bebê é a Sabin, que combate a paralisia infantil, recomendada por 100 de 100 pediatras.&lt;br /&gt;Muitas vacinas não representam a segurança que acreditamos em relação a essas doenças, e aí o sofrimento do bebê com as reações começou a pesar um pouco para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversando com Camila, pensei no fato de ter sido uma criança totalmente vacinada e ainda assim ter contraído sarampo, catapora e outras doenças menos graves. Cada organismo reage de uma maneira às vacinas, e ainda deve ser observado reações alérgicas a determinadas substâncias antes da aplicação. Mas como saber disso em um bebê recém-nascido? E a pressão dos laboratórios farmacêuticos, como intervêm nesse processo? Se fora a sabin, todas as outras podem ser aplicadas em idades mais avançadas, não haveria um melhor momento para essa avalanche de imunização?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será essa a forma de imunização racional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(brincadeiras com Tim Maia à parte...)&lt;br /&gt;Sigo com minhas dúvidas até o encontro com o(a) pediatra de Anita. Por enquanto, disponibilizo um link onde um laboratório explica o contexto e a história de cada uma das vacinas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.vacinas.org.br/principal.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, respeitando um limite saudável de informação deixo para um outro post pesquisas sobre aromaterapia e sobre paternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-6716085202163966969?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/6716085202163966969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=6716085202163966969' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6716085202163966969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6716085202163966969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/02/mundo-vasto-mundo.html' title='Mundo vasto mundo'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-6648968034310337151</id><published>2009-02-05T21:35:00.008-03:00</published><updated>2009-02-06T09:51:38.467-03:00</updated><title type='text'>Quadro de parto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De posse de vários livros sobre parto natural, parto ativo e humanizado, eu e Camila, uma colega da Yoga de gestantes, descobrimos o parto domiciliar como possibilidade de  dar a luz aos nossos filhotes. São muitas as informações sobre a fisiologia do parto, sobre os cuidados logo após o nascimento e tudo mais que cerca esse trabalho conjunto entre a mulher e o seu bebê. Camila sistematizou muita informação em um quadro que orienta sobre cada um dos três períodos que vivemos durante o trabalho de parto até o nascimento e depois, a amamentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É sempre bom repetir que cada mulher, assim como cada criança tem uma forma diferente de vivenciar esses processos, por isso esse quadro não é um manual. Podemos estimar, planejar, desejar, e muito, mas a cada uma de nós cabe definir e aceitar os nossos limites.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quadro de parto&lt;/span&gt; (por Camila Valente)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;"&gt;Primeiro Período: Dilatação de 0 a 10 cm (8 a 16h)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;O QUE ACONTECE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Bebê:&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;cabeça desce e roda no canal pélvico (do estreito superior até sínfise-coccix) enquanto dilatação progride.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Mãe:&lt;/span&gt; dores episódicas no baixo ventre, região lombar, parte interna das coxas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Contrações:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intervalo *                               Duração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20' - 30'  *                               20 - 30''&lt;br /&gt;15'            *                                          30 - 35''&lt;br /&gt;10'                                        * 35 - 40''&lt;br /&gt;5'                                          * 40 - 45''&lt;br /&gt;3'                                          * 45 - 50''&lt;br /&gt;1,5' *                                       60 - 90''&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cronometre contrações por 45´ a 1h para checar regularidade de frequência, duração e intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;O QUE FAZER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Tome banho quente se dor lombar / lave região vaginal se bolsa íntegra                                                                                                 &lt;br /&gt;2. Mantenha-se ativa, em posição vertical e movimentado-se livremente *.&lt;br /&gt;3. Respire profundamente, concentre-se na expiração e no seu "eu-interior"                                                                                                                   &lt;br /&gt;4. Mantenha musculatura e ombros relaxados (aceite a dor)&lt;br /&gt;5. Descanse (DLE), hidrate-se e alimente-se entre contrações e economize energia para quando ficarem + fortes                                                                                         &lt;br /&gt;6. Siga seus instintos, não pense no futuro (secreção de bons hormônios!)&lt;br /&gt;7. Balance a pelve em círculos e incline-se a 30o durante contrações (colabora com contração, dilatação e analgesia!).&lt;br /&gt;8. Emita sons, converse com bebê (secreção de bons hormônios!)&lt;br /&gt;9. Evite medo, frio e hiperexcitação (secreção de maus hormônios!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vertical&lt;/span&gt;: melhora oxigenação bebê e diminui pressão sobre sua cabeça, libera movimentação coccix, gravidade; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ajoelhar&lt;/span&gt;: serve para movimentar pelve / ajuda se apresentação posterior ; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;De quatro&lt;/span&gt;: mobilização da pelve / ajuda dor lombar;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Genupeitoral:&lt;/span&gt; diminui contrações, inclusive de empuxo; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cócoras e semi:&lt;/span&gt; aumenta dor durante contração, mas nos intervalos facilita descida do bebê.        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;AMBIENTE IDEAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Quarto tranquilo                                   &lt;br /&gt;. Monitorização Fetal&lt;br /&gt;. Mínimo de luminosidade&lt;br /&gt;. Fundo musical agradável&lt;br /&gt;. Pilha de livros, banco, colchonete ou almofadas para auxiliar posições escolhidas livremente&lt;br /&gt;. Espaço para deambular&lt;br /&gt;. Mínimo de estímulos sensoriais / distrações&lt;br /&gt;. Piscina com água aquecida a partir de 6 cm de dilatação                                                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                              &lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;"&gt;PERÍODO DE TRANSIÇÃO &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;O QUE ACONTECE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o fim das contrações dolorosas e próximas e início das de empuxo, com intervalos geralmente maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reflexo expulsivo é totalmente involuntário; pode aparecer rapidamente ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sempre o décimo cm já desapareceu e isso pode levar algum tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode acontecer enjôos ou tremores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cabeça pode ficar quente e os pés frios (vasoconstricção por dor)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado de "transe"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sede&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;O QUE FAZER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exame toque (10 cm? rebordo anterior?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só fazer força para expulsão quando totalmente dilatada, sem rebordo. Concentre-se na expiração para diminuir vontade de fazer força (evita laceração).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficar em genupeitoral, se rebordo anterior. Ajuda diminuir contração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APESAR DE CANSADA OU COM DOR, NÃO DESISTA!! ISSO PASSA LOGO!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concentre-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Converse com o bebê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hidrate-se !!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantenha posições verticais com inclinação, sempre que possível (melhora oxigenação do bebê)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sente no vaso sanitário (relaxamento passivo do períneo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emita sons, se sentir vontade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;AMBIENTE IDEAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tranquilo, sem distrações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com marido ou ficar só, como preferir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;"&gt;Segundo Período: EXPULSIVO (COROAÇÃO AO NASCIMENTO) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;O QUE ACONTECE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode acontecer uma contração quando a cabeça sái e uma pausa antes da próxima contração, quando nasce o restante do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No máximo da coroação pode haver sensação aguda de estiramento e queimação no períneo. Assim que nasce a cabeça, há grande sensação de alívio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Água:&lt;/span&gt; normalmente obstetriz somente observa. Se corpo não nascer na contração seguinte, ela ajuda suavemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;O QUE FAZER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Busque uma posição para nascimento do bebê: qualquer uma vertical é boa até coroação; a partir daí é indicada uma confortável para parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respire profundamente, concentre-se na expiração (oxigenação do bebê em momento crítico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sufoque a vontade de gritar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Força de expulsão: espere até contração começar; encha pulmões de ar; à medida que for expirando, direcione energia para baixo, forçando o diafragma nessa direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando cabeça coroar, não faça muita força (evita laceração)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51); font-weight: bold;"&gt;REGISTRE A HORA DE NASCIMENTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;CUIDADOS COM BEBÊ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Água: colocar bebê no colo somente com rosto para fora d´água (água mantém temperatura corporal e frio estimula reflexo respiratório).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não houver reflexo imediato, retirá-lo suavemente da água e fazer leve fricção nas costelas e pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amamentar assim que padrão respiratório confortável (estimula dequitação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clampear cordão (quando parar de pulsar marido corta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dequitação: 10 a 20 min depois (cólicas). Sair da água (evita embolia) e manter-se vertical.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Terceiro Período: ESTABILIZAÇÃO BEBÊ / DEQ. PLACENTA &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;O QUE ACONTECE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptação do bebê ao meio extra uterino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira Amamentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corte do cordão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dequitação da Placenta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exame do bebê e do períneo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;O QUE FAZER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimular respiração pulmonar (manter cordão, frio no rosto, fricção, se necessário)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manter bebê aquecido (água / cobertores)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira amamentação* (fornece vit. K / forma vínculo / previne hipoglicemia / estimula dequitação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observar contrações para dequitação. Não deixar placenta em contato com água (embolia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficar de cócoras fora d´água ajuda dequitação da placenta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 0);"&gt;CUIDADOS &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observar padrão respiratório do bebê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tracionar cordão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verificar se há laceração do períneo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exame físico do bebê; carimbar pezinho na DNV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesagem do bebê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Secagem do bebê e preparação para banho     (não retirar todo vérnix)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-6648968034310337151?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/6648968034310337151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=6648968034310337151' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6648968034310337151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6648968034310337151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/02/quadro-de-parto.html' title='Quadro de parto'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-2412030684107394050</id><published>2009-02-04T07:49:00.003-03:00</published><updated>2009-02-04T08:04:16.675-03:00</updated><title type='text'>Trecho do filme Garden State</title><content type='html'>Esse colar me traz lembranças de uma memória bem estranha de minha mãe.&lt;br /&gt;Quando era pequeno, eu estava chorando por alguma razão.&lt;br /&gt;E, ham...&lt;br /&gt;E ela estava, sabe, me ninando prá frente e prá trás...&lt;br /&gt;E eu me lembro vendo uma coisa flutuando prá frente e prá trás...&lt;br /&gt;E, hum...&lt;br /&gt;...e era , tipo, catarro, escorrendo do meu nariz, sabe?&lt;br /&gt;E...&lt;br /&gt;E ela me deu a manga da camisa dela...&lt;br /&gt;E me disse prá eu assoar meu nariz.&lt;br /&gt;E eu me lembro pensando, mesmo muito pequeno, sabe...&lt;br /&gt;"Uau!&lt;br /&gt;Isso é amor.&lt;br /&gt;Isso é amor."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-2412030684107394050?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/2412030684107394050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=2412030684107394050' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2412030684107394050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2412030684107394050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/02/trecho-do-filme-garden-state.html' title='Trecho do filme Garden State'/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-742654659939359808</id><published>2009-02-01T00:14:00.003-03:00</published><updated>2009-02-03T11:11:16.757-03:00</updated><title type='text'>O nascimento de uma rede de afeto</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Certo é quem diz que quando nos tornamos mães, o que mais recebemos de absolutamente todas as pessoas que povoam este mundo é o bendito do palpite. Sempre tem alguém num ponto de ônibus, numa fila de mercado, em um elevador de hospital, sem contar os queridos amigos e familiares a dar palpites sobre a maneira correta de fazer isso ou aquilo com o nosso filho. Primeiro filho então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma conversa com minha mãe sobre os primeiros dias de vida de Anita, ela foi muito categórica em relação à experiência com o bebê:&lt;br /&gt;- Eu vou lhe ensinar muito pouco, e em pouco tempo você já vai discordar dos meus métodos, porque seu instinto de mãe aflorará de maneira tão forte, que você saberá tudo sobre sua filha.&lt;br /&gt;Assim aconteceu com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a minha gravidez encontrei outras vezes esse sentimento maternal em mulheres completamente abertas à doação, à cumplicidade de alguns minutos ou horas, interessadas em trocar um pouco de tudo o que viveram como forma de ajudar a acender algumas luzes que surgem quando nascem nossos filhos e depois nunca mais se apagam.&lt;br /&gt;Novas e velhas amigas, verdadeiras mães. &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;Este blog surgiu deste entendimento de compartilhar informações, perguntas, soluções, dúvidas, casos, mandingas e tudo o que diz respeito ao desenvolvimento dos nossos filhos. Tudo isso vem motivando a criação de uma rede de afetos entre mães que mais do que dar palpites, buscam construir um espaço em comum para vivenciar esse sentimento da maternidade e paternidade em sua plenitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu caso, a yoga para gestantes foi importante para o entrelaçamento dessa rede. No início da gravidez lembro de como ficava feliz ao sair de cada aula, por ter passado pouco mais de uma hora com outras mulheres grávidas, conversando sobre os mais variados temas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma conversa no final de uma das aulas, surgiu a proposta de abrirmos uma lista de discussão sobre gestantes e dicas de maternidade em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do suporte emocional, importantíssimo na fase de gestação, há uma infinidade de benefícios nessa troca de experiências da nossa rede de afetos. Um dos pontos que tenho notado é uma nova geração de mães que vêm rompendo alguns paradigmas em relação à gravidez, ao parto e à criação dos filhos. &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Para abandonar/questionar métodos antigos ou estabelecer um outro caminho que achamos mais interessante para nossos filhos é preciso dispor de muita informação e de conhecimentos atualizados, afinal, ninguém está livre de sentir insegurança no momento de optar entre isso ou aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha rede de afetos tem sido de grande importância para entender mais e solidificar algumas escolhas. Continuo acreditando no que me disse minha mãe sobre o instinto maternal, e por isso não vejo a hora de conhecer Anita e saber ainda mais sobre ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para novas e futuras mães, o endereço da nossa lista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/Gestantes-Salvador/"&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/Gestantes-Salvador/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Acessem também:&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a href="http://yogaparagestantes.wordpress.com/"&gt;http://yogaparagestantes.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Esse post é dedicado a:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Minha mãe, Carol, Camila, Mayra, Uli, Mari, Anne, Thaís, Daniela, Tita e Tia Mariah.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-742654659939359808?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/742654659939359808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=742654659939359808' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/742654659939359808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/742654659939359808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/02/o-nascimento-de-uma-rede-de-afeto.html' title='O nascimento de uma rede de afeto'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-1807208252690467834</id><published>2009-01-17T20:20:00.006-03:00</published><updated>2009-01-24T07:23:42.207-03:00</updated><title type='text'>Humm: quero ganhar na mega sena!!</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Ai, ser mãe e trabalhar muuuuiiito é um porre! Dá uma sensação de que estou perdendo alguma parte do filme, fora a saudade que dá! As vezes fico pensando se por causa disso deixo de ser boa mãe. Mas só as vezes, porque quando volto pra casa meu ian suga os restos de energia que ainda me sobram...e eu fico muito feliz com isso!!!&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;P.S: hj é sábado, 20:22 e eu: ainda no trabalho...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-1807208252690467834?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/1807208252690467834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=1807208252690467834' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1807208252690467834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1807208252690467834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/01/ai-ser-me-e-trabalhar-muuuuiiito-um.html' title='Humm: quero ganhar na mega sena!!'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-7841293400871449100</id><published>2009-01-14T09:24:00.007-03:00</published><updated>2009-01-18T08:11:17.484-03:00</updated><title type='text'>Baldinho da felicidade</title><content type='html'>Eu sou assumidamente uma viciada em gizmos e gadgets maternos.&lt;br /&gt;O que há na praça de tecnologia para bebês, eu traço.&lt;br /&gt;Tenho a mamadeira que não faz bolhas, a banheirinha Tummytub, dois tipos de sling, 3 tipos de almofadas para amamentar, cadeirinha prá botar na banheira, conchas para os seios...quanta traquitana.&lt;br /&gt;Boa parte dessa parafernália é proveniente das loucuras consumistas de minha mãe ( e alguns são empréstimos de mamães amigas).&lt;br /&gt;O Natal foi a maior prova disso. afe maria, quantos presentes chiquito ganhou!&lt;br /&gt;Eu fico vendo o apartamento se encher de bagulhos e começo logo a pensar em abrir uma conta no mercadolivre prá descongestionar um pouco o espaço.&lt;br /&gt;Mas se teve um delírio consumista que valeu a pena, esse foi a Tummytub.&lt;br /&gt;Foi minha amiga Nandoca que descobriu e me passou o site.&lt;br /&gt;Lá eu li que a Tummytub se tornou a nova onda na europa. Um baldinho que simula o útero e que ajuda a diminuir as cólicas, acalma e às vezes até faz o neném cochilar.&lt;br /&gt;Oxe. Suficiente para me convencer.&lt;br /&gt;Só que a Tummytub ainda não é comercializada em Salvador.&lt;br /&gt;Então aproveitamos uma viagem de Igor ao Rio para adquirir o tal aparato milagroso.&lt;br /&gt;Aham-aham.&lt;br /&gt;Apenas R$ 130.&lt;br /&gt;A loja não aceitava alma como forma de pagamento e tivemos mesmo que tirar o dindin do nosso bolso (o meu desempregado, por sinal) .&lt;br /&gt;A primeira vez que Chiquito usou foi um anti-clímax. Ele tinha menos de dois meses e abriu o berreiro.&lt;br /&gt;Porém já na segunda tentativa ele pareceu mais satisfeito com a experiência. E foi melhorando, melhorando...&lt;br /&gt;E hoje em dia Chiquito delira de felicidade quando toma banho na sua Tummytub.&lt;br /&gt;Ele fica assim, ó:&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SXMKRdSKJMI/AAAAAAAAAF0/B_crwE9unyo/s1600-h/tummy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292585282125309122" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 319px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SXMKRdSKJMI/AAAAAAAAAF0/B_crwE9unyo/s320/tummy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse sorriso não tem preço. Porque ele enche meu coração de tanta felicidade e amor que faz desse, o melhor investimento da minha vida.&lt;br /&gt;Chiquinho com sua agitação típica de 4 meses já não curte a banheira convencional. Então banho agora, só na tummyTub ( e às vezes no chuveiro, que ele também ama!).&lt;br /&gt;Aqui está o link prá quem tem curiosidade e quer se divertir com as fotinhas e videozinhos de bebês felizes nas suas banheirinhas:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tummytub.com.br/"&gt;http://www.tummytub.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E parece que já é possível achar por um preço mais em conta no Mercadolivre.&lt;br /&gt;Daqui há alguns meses, quando Chico já estiver maiorzinho e não couber mais nela pretendo também passar a diante por um precinho bacaninha.&lt;br /&gt;Não porque sou uma mãe mercenária. Mas porque ainda sou uma mãe desempregada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-7841293400871449100?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/7841293400871449100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=7841293400871449100' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/7841293400871449100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/7841293400871449100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/01/eu-sou-assumidamente-uma-viciada-em.html' title='Baldinho da felicidade'/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SXMKRdSKJMI/AAAAAAAAAF0/B_crwE9unyo/s72-c/tummy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-6382161066518267765</id><published>2009-01-08T14:09:00.002-03:00</published><updated>2009-01-08T14:13:16.954-03:00</updated><title type='text'>Nascimento de Tiê - parte I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Relato do parto domiciliar de Thaís Bandeira, Tiago Brasileiro e Tiê&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início da gravidez sabemos a data prevista do nascimento do bebê, que é o dia que ele completa as 40 semanas de gestação. No caso de Tiê era o dia 16 de outubro. O trabalho de parto começou na noite do dia 15 e ele nasceu às 6:45h do dia 16 (será que ele vai ser tão bom de prazo a vida toda?). O dia 15 começou pra mim como um dia bem cotidiano, do jeito como eu vinha levando, normalmente e um tanto vagarosamente, os últimos dias da gravidez. Fui a uma reunião com a diretoria de dança da fundação cultural e voltei pra casa pra almoçar. Comentei logo com Tiago que tinha passado a manhã inteira sentindo contrações bem suaves, as mesmas que vinham acontecendo eventualmente durante o último mês e que naquela manhã tinham sido várias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iiiiihhhh.... será que é hoje? Era a pergunta que a gente  tinha nos olhos. A tendência foi achar que não, parece difícil acreditar quando um momento tão esperado e extraordinário finalmente chega. Fomos almoçar na casa de minha mãe a convite dela. Almoçar lá no meio da semana costuma ser contra mão pela distância, mas naquele dia foi a oportunidade perfeita pra gente, porque além de famintos e sem almoço pronto em casa, era meio tarde pra almoçar na rua. Melhor mesmo foi quando chegamos e meu irmão Tiago já estava lá e logo depois Naum chegou. Adorei reparar nesse encontro inesperado que aconteceu, que na verdade foi uma concentrada no clã, como que pra preparar terreno pro mais novo integrante que ia chegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As contrações que chegaram de manhã foram de início do nascimento e quando saímos da casa de minha mãe no início da noite, elas continuavam leves mas com freqüência de 10 minutos entre uma e outra. Ficou no ar aquele clima: “ih, vai ser hoje”, e todo mundo se despediu meio rindo e esperando notícias a qualquer momento. No carro, no caminho até chegar em casa, nossa conversa foi sobre tudo o que tínhamos pra organizar e sobre ficarmos tranqüilos porque íamos viver o momento tão esperado, tão imaginado, tão querido. Passamos no hospital pra confirmar o agendamento, para o caso de precisarmos ir mesmo pro hospital. O parto domiciliar é monitorado a todo momento  e se a obstetra percebe que alguma coisa não está nos conformes, com antecedência todos saem de casa e o parto termina no hospital. Sempre soubemos dessa possibilidade, por isso a necessidade de fazer o pré agendamento. Mentalizei muito durante a gravidez o nosso parto acontecendo como estávamos querendo e organizando. Agora que já vivi tudo, sei melhor ainda a importância de ficar imaginando o parto carregando na intenção desse desejo se materializar, de aterrissar essa possibilidade à frente de todas as inviabilidades que tanto contam à grávida durante a gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inacreditável a indução ao parto cesárea que existe no Brasil, na contramão inclusive das recomendações da OMS. Sem contar as colegas de profissão, tanto de dança quanto de Pilates, que contaram mil casos de dançarinas que não fizeram parto normal por terem a musculatura do assoalho pélvico muito tonificada. Acho que grande parte desses casos contou com médicos que não acreditam mais, nem se dedicam às exigências que o parto normal tem, como as horas de espera e convívio com a parturiente durante o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegamos em casa arregaçamos a manga, pois tinha muito o que fazer: passar pano úmido no chão dos quartos, abrir e limpar a lona da piscina e da cama, forrar a cama, forrar o bercinho, acender a caldeira, separar a roupa pra vestir em Tiê, lavar a banheirinha dele, encher a piscina, separar toalha e panos limpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto íamos dando conta dessa terapia ocupacional, conversando sobre nossas vidas, preparando tudo com muito carinho e desejo, vivendo feliz, fomos anotando os intervalos das contrações. Ligamos pra Marilena umas 20h pra dizer em que situação estávamos. Eu disse que as contrações estavam com intervalos regulares, que ainda estavam leves, mas que eu sentia que elas vinham aumentando de intensidade. Ela sugeriu que se continuassem leves eu poderia dormir e que provavelmente seria no dia seguinte, era importante que eu estivesse descansada, mas que caso contrário, a gente ligasse novamente que ela já estava de sobre aviso. Bob, um amigo nosso que é pediatra, ia viajar no dia seguinte e ligou pra desejar bom parto. Ele disse que provavelmente Tiê nasceria umas 24h depois, como costuma ser com as primigestas quando sentem as contrações. Depois de falar com eles dois, e depois de deixar tudo encaminhado, tomei um bom banho e fui ver o jogo do Brasil com meu amor. A gente acabou achando que o trabalho de parto poderia ser bem depois. Deitei pra relaxar um pouquinho mas senti logo que as contrações estavam ficando fortes mesmo, nem dava mais pra ficar relaxada. Com certeza naquela noite, meu deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O organismo se prepara pra natureza desse momento e dá conta da própria lavagem: nessas horas todas fui ao banheiro duas vezes e o apetite deu um bom intervalo pra não incentivar atividades metabólicas e deixar o corpo leve. Quando ligamos novamente pra Marilena já era 1h, dessa vez Tiago que falou com ela pra dizer que as contrações estavam fortes e com intervalos mais curtos. Do outro lado da linha ela disse que estava vindo, e Tiago olhou pra mim e disse “então beleza, você já está vindo”, eu pensei “ih, rapaz é hoje mesmo não tem saída, ou melhor, só tem uma saída mesmo!”. Hehehehe. Pareceu incrível que o nascimento fosse acontecer.  Ela chegou 1:40h carregando os aparatos todos, Tiago desceu pra ajudar a carregar. A casa estava maravilhosa, deixamos acesa só a luminária na sala e a luz do corredor pra que a iluminação estivesse indireta, a noite estava muito fresca com uma lua enorme e àquela hora um silêncio perfeito. Tínhamos o ambiente e clima de puro conforto pra chegada triunfal do nosso primeirinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, pelo exame de toque ela verificou que a dilatação estava com 3cm, pressão sanguínea perfeita e batimentos cardíacos do bebê também maravilhosos. As duas horas seguintes se passaram assim: eu caminhando praticamente o tempo inteiro pela sala, Tiago do meu lado fazendo massagem, me beijando, abraçando, me refrescando. Quando as contrações vinham eu respirava mais fundo, mexia os braços, tentava alongar, soltar os ambros e não agüentava ser tocada. Só depois, quando ela passava, era bom receber carinho. Era engraçado porque nesses intervalos eu conseguia conversar com eles tranquilamente e no minuto seguinte precisava sair, cortar o assunto, pra logo depois voltar: “como tava dizendo”... Ficamos ouvindo um disco lindo de violão brasileiro, conversando baixinho sobre vários assuntos e esperando a situação avançar. Eu só conseguia conversar nos intervalos, era quando eu sentava e olhava pra eles dois. Quando a contração vinha eu tinha que levantar e começar a me mover pra aliviar um pouco, pra dar passagem a essa dor que existe só por um pico. Marilena sugeriu que eu comesse alguma coisa, já estava desde as 18h do dia anterior sem ingerir nada, por falta de vontade mesmo, mas a saladinha de fruta que tinha em casa caiu perfeita. Agora que vivi o parto, entendo mais que nunca que essa é uma experiência dinâmica, acho impraticável ficar deitada numa posição só, é uma situação que precisa de movimento pra acontecer, o corpo pede pra se mover, não sei como é possível manter a parturiente parada! A contração deixa o corpo todo contraído, por isso andar, agachar, balançar as pernas, mexer a coluna ajudam muito a tolerar as dores pra seguir adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi durante essas horas que reparamos numa linda esperança passeando pelo vidro da porta da cozinha. Foi tão gostoso reparar na presença dela, nunca tinha aparecido uma em casa até uma semana atrás quando estava chegando da rua e ela estava no chão atrás da porta da sala. Peguei nela com o maior cuidado e deixei nas plantas da varanda. Naquela noite, olha ela de novo! Ou a amiga dela, de repente. Mais lindo ainda foi quando de manhãzinha, quando Tiê já tinha nascido, quando estávamos em estado alfa com tudo que tínhamos passado, reparamos que ela ainda estava lá, dessa vez no vidro do basculante do banheiro, ela passou a noite toda com a gente, olha que coisa linda! Depois disso não a vimos mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tava muito dedicada a me manter calma e fazer o que fosse preciso. O trabalho corporal é tanto que a musculatura passa por umas tremedeiras involuntárias, como se estivesse frio. Tive isso algumas vezes, o corpo todo tremia  por um tempo e depois relaxava. No segundo exame de toque, lá pras 3:30h da madrugada, comemoramos muito quando vimos que a dilatação tinha progredido: estava com 7cm, minha pressão continuava boa e o coraçãozinho do bebê também. Era uma delícia ouvir esse coração, porque era como se ele dissesse “galera, tudo bem por aqui, por mim vamos em frente!” Nesse momento vi que o parto seria em casa mesmo, que não precisaríamos ir pro hospital. Me senti muito feliz nessa hora, muito mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 7cm de dilatação dava pra entrar na piscina que já tava com a água morna. É muito confortável estar dentro d’água nessa hora, o corpo consegue se aliviar mais das tensões, as articulações folgam, a respiração acontece melhor, a mãe agradece. O ambiente da água é maravilhoso pro parto, ajuda muito a mulher a relaxar e com isso se concentrar mais, se dedicar melhor aos trabalhos que tem que fazer pra tudo acontecer bem. Na água eu procurava posições de conforto pro sacro, pra região pélvica, pros ombros. Até Tiê nascer, foram 3hs direto na piscina. Nas duas primeiras fiquei só, Tiago e Marilena próximos à borda. A piscina era bem espaçosa, com chão e bordas acolchoadas, o que era ótimo porque em qualquer posição e em qualquer parte da piscina dava pra me apoiar com conforto. As contrações continuavam com intervalos curtos e muuuuito intensas, cerca de uma a cada 3, às vezes 2 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passávamos muitos momentos de silêncio e muitos de espera. O parto é mesmo uma experiência de espera, por muitas contrações não tínhamos nada pra fazer além de esperar que ela passasse e que a próxima chegasse. Até perguntei a Marilena que perspectiva tínhamos (!), quando eu sentiria as contrações de expulsão? porque até ali parecia que meu esforço se mantinha o mesmo apesar do avanço da dilatação. A resposta dela foi “o parto é isso mesmo que estamos vivendo aqui, temos que esperar.  Diferente disso, ou nossa senhora do parto, como reza a lenda, já passou a mão na cabeça e a mãe esqueceu da experiência, ou realmente existem algumas sortudas que parem muito rápido”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-6382161066518267765?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/6382161066518267765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=6382161066518267765' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6382161066518267765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6382161066518267765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/01/nascimento-de-ti-parte-i.html' title='Nascimento de Tiê - parte I'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-470665832130724984</id><published>2009-01-08T14:06:00.002-03:00</published><updated>2009-01-08T14:09:41.308-03:00</updated><title type='text'>parte II</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na última hora do parto Tiago entrou na piscina pra dar um apoio fundamental. Nesse tipo de parto o pai pare junto, ele é outro protagonista junto à mãe. Deve ser chocante pro homem ter filho desse jeito. Tanto que depois a sensação que tínhamos era a de ter vivido um ritual, uma cerimônia especial super intensa. Com Tiago sentado num banquinho atrás de mim tive um apoio ótimo. Eu continuava sentada no chão, agora encostada nele e com os braços apoiados sobre as pernas dele. Sem que ninguém sugerisse ele fez comigo as mesmas respirações, era um estímulo excelente, ao invés de ficar falando como eu devia fazer e tal, ele partiu logo pra fazer junto e isso era um respaldo dos melhores. Outro dia eu comentei com ele como tinha sido boa aquela respiração conjunta, ele disse que foi intuitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ângulo que eu estava dava pra ver, numa diagonal do quarto até a cozinha, que o dia ia raiando. A noite tinha sido maravilhosa, inclusive ninguém telefonou, todos da família dormiram sabendo que Tiê poderia nascer naquela madrugada, e todos respeitaram esse momento, o telefone não tocou nenhuma vez. Quando o dia despontou, e começou a subir da rua um barulhinho de vida - alguém andando na calçada, um som de carro vindo de longe, os passarinhos comemorando mais um dia - estávamos na última hora do nascimento. Nessa hora eu sabia que demoraria pouco mais pra ele nascer, a sensação interna na pelve e na parede vaginal já era diferente, como se estivesse mais solta, mais aberta, era já o peso do bebê que vinha descendo cada vez mais. Já tínhamos conferido 10cm de dilatação, eu perguntei a ela se havia possibilidade da contração regredir. Já pensou? Tanto esforço e de repente a dilatação rebobinando! Mas ela disse que não, que a dilatação desenvolvia pro parto acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiê nasceu às 6:45h, uma hora antes Marilena tirou o tampão e rompeu a bolsa. Eu pensava que a água da piscina fosse ficar bem vermelha, mas continuou limpa. Nem o líquido amniótico tingiu a água.  Os últimos 30 minutos do trabalho de parto são difíceis pelo cansaço, pelo desejo de passar pra etapa seguinte que é ver e abraçar o bebê. A sensação de saída do bebê não é apenas dolorosa, é dilacerante, dá pra sentir que se chegou a um limite corporal. Não dá pra relacionar essa sensação como dor simplesmente, porque a dor fora do parto fica relacionada a uma situação de doença do corpo, de enfermidade, e nas contrações do parto a mulher está saudável, está forte, vai parir, é outro ambiente interno do corpo, e claro, ela se preparou a gestação inteira pra viver esse momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marilena comentou quando ela viu que a cabecinha dele tinha coroado, aí ela disse “acho que só mais duas contrações” e eu ”vamos na próxima!”, tava louca que terminasse! Agora eu tinha que fazer força de expulsão na mesma hora da contração, coisa dificílima! A sensação é a de forçar contra você mesma, porque a vontade que dá é de tentar relaxar na hora da dor da contração, não de contrair mais por cima desse desconforto! Além do mais, a contração abdominal aos 9 meses de gestação quase não acontece, as fibras do abdome não dão conta de abraçar essa esfera enorme, tanto que eu dizia a ela que não sabia se tava conseguindo fazer o que ela pedia. Mas, sabe deus como, sabe-se lá que luz desce à terra e a gente tira força sem saber de onde pra contrair essa barriga. Deve ser por isso que o parto se chama dar a luz. Dava pra ver, nessa força que eu fazia, a barriga saindo do redondo pra uma forma pontuda grudando no bebê.    Numa certa hora Marilena falou pra mim que eu teria que parar de fazer força e voltar a fazer depois da saída da cabecinha. E eu: “Hã? ? ? ? ?  Explique tudo de novo na hora de fazer isso!!!” A tarefa era: forçar junto à contração, parar de forçar na contração seguinte porque a cabeça sai sozinha, e na terceira contração forçar de novo pra saída dos ombros. Uffffffffffffffffaaaaaaaaaaa!!!!!!! Fiz isso quase às cegas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundinho de imagem de Tiê debaixo d’água, quando Marilena tava suspendendo ele, foi MUITO emocionante. De onde eu tava, olhei pra Tiago e vi as lagriminhas dele caindo do meu lado que nem chuva! Os olhos parecem que choram sozinhos, é muito emocionante mesmo, a gente começou a declarar um pro outro o tamanho do nosso amor. Nessa hora bate uma sensação de ligação entre o casal muito forte, uma descarga de ânimo eletrizante! A primeira coisa que Tiago disse pra Tiê foi: “eu vou cuidar muito de você, eu vou cuidar muito você!”. A vontade de acolher a cria é muito forte. Dá vontade imediata de pegar no colo pra segurar forte e transmitir calor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele apareceu pálido e meio lilás, parecendo que era de borracha! Marilena tirou ele da água, passou um pano e logo colocou em meu peito. Deu pra ver a olho nu que ele foi corando aos poucos. Ficamos os três abraçados nesse momento, Tiago sentado no banquinho, eu entre as pernas dele sentada no chão da piscina e Tiêzinho no meu peito, quente, todo molhadinho, molinho, que nem um filhote mesmo! O choro dele não foi alto e desesperado como o famoso choro do bebê assim que nasce, foi mais uma tossidinha e um choro baixinho, parecia um miadinho de gato, meu filho nasceu tranqüilo! Com um tubinho bem fino Marilena fez sucção da secreção que ainda tava no nariz e na garganta. Tiago cortou o cordão umbelical depois que ele parou de pulsar, cerca de 5 minutos depois do nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que coisa mais linda! Eu tava me sentindo nas nuvens, até a visão tava meio embaçada pela altura dessas nuvens, me senti meio flutuante. Agradeci tanto, mas tanto aos nossos guardiões, aos nossos anjos da guarda que eu tanto convoquei pra estarem comigo nesse momento, guardando pra que tudo transcorresse bem, com saúde e segurança. Quando fiz esse agradecimento a imagem que veio em mente foi de uma legião de ancestrais indo embora de casa naquela hora. Eu agradeci, agradeci muito e profundamente, da forma mais intensa, vigorosa e honesta, bem como eu tava me sentindo, um tanto escancarada, despida. Fiquei na piscina sentindo a poeira baixar enquanto eles foram pro outro quarto dar banho na criaturinha. Parecia que eu tava em lugar nenhum, só conseguia sentir algo muito intenso do meu lado de dentro. Depois Marilena veio me buscar pra expulsar a placenta. Essa parte foi na cama e aí sim, nessa hora teve bastante sangue. Depois pude tomar banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes das 7h, o dia claro, fresquinho, eu tava me sentindo Roque Balboa: exausta e querendo comemorar ao mesmo tempo eu disse a Tiago: “liga pra todo mundo, liga pra todo mundo!” Eu pensava que todo mundo ia acordar mais avó e avô, mais tio e tia, mais primo e prima, eles precisavam saber logo!&lt;br /&gt;Ficamos muito felizes com nosso parto, na verdade um ato de coragem, sem anestesia, sem cortes, estávamos loucos pra abraçar a família e contar como tinha sido tudo. Marilena é uma figura autêntica, muito doce, muito segura, muito íntima, foi muito gostoso ter passado por isso tudo ao lado dela. Lembrar do nascimento de Tiê traz muito afeto por ela. Agradecemos demais a ela também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que ela foi embora (ainda ia pro plantão em maternidade!) foi só correr pro abraço com os familiares que foram chegando aos poucos, loucos pra ouvir, ver e amar em conjunto.  &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-470665832130724984?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/470665832130724984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=470665832130724984' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/470665832130724984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/470665832130724984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/01/parte-ii.html' title='parte II'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-4930098359893860543</id><published>2009-01-06T18:47:00.005-03:00</published><updated>2009-01-06T21:21:59.180-03:00</updated><title type='text'>O calor que me dá neste planalto em chamas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na sexta-feira inauguro a trigésima semana de gestação. 30 semanas passaram como uma brisa, dessas que tanto desejamos no verão de Salvador e que passam cada vez mais rápido. Acho que o calor astronáutico dessa cidade possibilita devaneios em série. Queria ser uma onda do mar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando não estou delirando, estou debaixo do chuveiro frio, gemendo de prazer. Água, água, suco, frutas, água... nada parece dar conta porque tenho passado muito mal nos últimos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me rendo a ti Gatorade: faça de mim uma mulher capaz de sobreviver a esse inferno mineral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me consola, e muito, é o fato de Anita nascer com as águas, no período de março em que o sol foi castigar outra freguesia. Até lá vou segurando as pontas como dá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio à necessidade de se mudar sem encontrar o apartamento, a possibilidade de reforma e permanência no apê que estou agora, a opção de fazer um lindo enxoval para  anita mas sem ter uma peça ainda pronta, com trabalho pela frente até o dia de parir, confesso que seria lindo estacionar um pouco na trigésima semana... que terrível sensação de que não vai dar tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o miolo mole, sigo traçando meus planos para o futuro próximo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A opção pelo parto domiciliar foi tomada, trazendo grande felicidade à minha pequena família. Eu e Bruno estamos convictos, agora esperamos dona anita nos dar a resposta no momento certo.  São muitos os fatores que pesam no momento de tomar uma decisão como essa, que deve ser tomada pelo casal, se possível com apoio da família. Como há muita falta de informação relacionada aos partos domiciliares (prática assimilada em outros países), a rejeição é muito comum. A primeira pergunta que escapole da boca: "E se acontecer alguma coisa?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive a sorte de ter apoio integral de minha mãe, e isso me fortaleceu como mulher e como mãe. Ela e Bruno serão meus pilares de apoio para trazer Anita a nossos braços ansiosos.  A segurança de tomar a decisão correta é fundamentada pela busca de informação. Apenas o conhecimento pode nos tirar o medo ou a paralisia frente ao desconhecido. Meu obstetra, quando se deparou com a miss-pergunta-tudo que estuda relatórios médicos e de enfermagem, se surpreendeu e me tranquilizou dizendo que estou preparada para o parto e que isso faz muita diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã temos um encontro com Alcina, uma doula e fisioterapeuta que acompanha e orienta a mulher durante o trabalho de parto, amenizando as dores, tornando o processo mais rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Torço para que tudo dê certo, para que eu possa ajudar o meu corpo no momento exato, para que anita queira vir ao mundo dessa forma, para que dê tempo de fazer o enxoval dos sonhos, para que eu encontre meu apê, para que a felicidade que venho gestando a 30 semanas seja só o início de uma linda e grande história de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A São José, peço que não tarde muito a temporada das águas, que venham brandas, mas que leve de uma vez esse sol inclemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mais sobre doulas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://guiadobebe.uol.com.br/parto/o_que_sao_doulas.htm"&gt;http://guiadobebe.uol.com.br/parto/o_que_sao_doulas.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;Pesquisas mostram que o parto em que uma Doula está presente tende a ser mais rápido e necessitar de menos intervenções médicas. Algumas vantagens em se ter uma Doula na hora do parto: &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-style: italic;"&gt;· Diminui o uso do fórceps em 40%&lt;br /&gt;   · Diminui a incidência de infecção&lt;br /&gt;   · Diminui insegurança da mãe, ocasionando um maior autocontrole     e menos dor&lt;br /&gt;   · Reduz do risco da depressão pós-parto&lt;br /&gt;   · Sucesso na amamentação&lt;br /&gt;   · Maior auto estima da mamãe&lt;br /&gt;   · Maior satisfação com relação ao parto&lt;br /&gt;   · Alta mais rápida do bebê&lt;br /&gt;   · Poucas admissões nos berçários de cuidados especiais     (UTI neonatal)&lt;br /&gt;   · Diminui as taxas de cesárea em 50%&lt;br /&gt;   · Diminui a duração do trabalho de parto em 20%&lt;br /&gt;   · Diminui o uso da Ocitocina (indução de parto) em 40%    &lt;br /&gt;   · Diminui os pedidos de anestesia em 60%&lt;br /&gt;   · Diminui o tempo de internação, possibilitando uma maior     rotatividade de leitos.&lt;br /&gt;   · Economia quanto ao uso de medicamentos (ocitocina, anestésicos,     etc).&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-4930098359893860543?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/4930098359893860543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=4930098359893860543' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4930098359893860543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4930098359893860543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2009/01/o-calor-que-me-d-neste-planalto-em.html' title='O calor que me dá neste planalto em chamas'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-1482142374601471731</id><published>2008-12-29T14:14:00.006-03:00</published><updated>2008-12-29T14:28:41.998-03:00</updated><title type='text'>O funk do cocô</title><content type='html'>"Eu vou cagar na sua mão,&lt;br /&gt;vou sim, vou sim&lt;br /&gt;Vou dizer que sou cagão,&lt;br /&gt;sou sim, sou sim"&lt;br /&gt;É esse poderoso mantra que entoamos para fazer Chiquito evacuar. É todo um ritual.&lt;br /&gt;Tem que ser no colo do papai. Tem que ter funk, swingue e malandragem. Até Chiquito abaixar a cabeça, fazer um "uuuhhh" bem forte e ficar todo vermelhinho.&lt;br /&gt;Aí depois ele descarrega o cocozão dele e corre papai (normalmente cagado) e mamãe pro tanquinho limpar a bagunça pegajosa e amarela dele.&lt;br /&gt;Ah e antes de jogar a fraldinha suja no lixo, a mamãe da uma conferida prá ver se a quantidade foi satisfatória ou se existe risco de um segundo bombardeio.&lt;br /&gt;Depois é só alegria e a familía maluca saí pela casa celebrando assim:&lt;br /&gt;"Eu vou cagar na sua mão,&lt;br /&gt;vou sim, vou sim&lt;br /&gt;Vou dizer que sou cagão,&lt;br /&gt;sou sim, sou sim"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-1482142374601471731?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/1482142374601471731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=1482142374601471731' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1482142374601471731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1482142374601471731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/o-funk-do-coc.html' title='O funk do cocô'/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-800906829065710744</id><published>2008-12-28T11:01:00.006-03:00</published><updated>2008-12-28T12:13:24.233-03:00</updated><title type='text'>A primeira escola</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chegamos a essa questão: em que escola ian irá estudar. Optei por escolher uma escola perto de casa, que não precisasse de transporte para levá-lo, assim Ninha, a nossa maravilhosa babá, poderia levar e pegar também, além de não ter preocupação com o trânsito. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui próximo de casa temos 03 escolas. Uma tem um espaço incrível, mas cara para nós - outra questão importante. As outras duas tinham um preço acessível, mas não eram tão grandes. Acabei optando pela primeira que visitei, por diversos motivos. O espaço interno não é muito grande, mas muito bem aproveitado. Na verdade eu gosto que a escola de ian seja em um espaço não muito grande, me dá a sensação de que ele vai ser melhor monitorado, além de haver uma comunicação mais próxima entre todas as crianças, eles estimulam isso com o aproveitamento do espaço. Fiquei impressionada em como dividiram o espaço. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A escola vai do maternal a alfabetização. São no máximo 10 alunos por sala, sendo uma para cada série. A "sala" da diretora fica num corredor de onde ela vê todas as turmas. Tem mais três pessoas que auxiliam. Cada turma tem duas professoras. No lanche sempre servem frutas da época, fora o que cada criança traz de casa, recomendam não trazer refrigerante nem balas. Tem oficina para construção de brinquedos com sucatas, sala para confecção do material usado na apresentação de teatro que fazem todos os anos, todas as turmas participam. Parque com espaços específicos para as crianças menores, sala de brincadeiras, pequena quadra para jogos, sala de dança e área verde com uma siriguela enorme com galhos que vão até o chão, onde os meninos vão com potinhos catar as frutinhas. Além disso tem aula de capoeira, dança contemporânea e música. Fiquei encantada! São espaços pequenos construídos na casa da diretora (ela mora em cima), uma escolinha de fundo de quintal, parece existir um clima de proximidade entre as pessoas que se encontram nesse espaço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na conversa com a diretora, fiquei um bom tempo perguntando as mais diversas coisas - deu vontade de ficar por lá batendo papo tentando entender como ela pensa, como age, queria saber de tudo nesses 30 minutos. Gostei das atividades oferecidas para o maternal, privilegiando brincadeiras que envolvam as cores, os números, o alfabeto. Gostei de como podem me auxiliar na educação do meu filho, parece existir também um excelente diálogo com os pais, isso só verei no decorrer do ano. Esse ano vai haver uma reunião para discutirmos se a escola adota um animal de estimação, já tiveram um pato. Achei ótima a idéia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bom, tive uma boa intuição. Resolvi segui-la. Dá um medo enorme deixar meu filho sozinho. Mas senti que ele estaria protegido. Qualquer coisa estaremos sempre por perto. E será que ele vai gostar? Meu pai me disse que quando eu era pequena respondi aos seus apelos para que eu permanecesse na escola "você vai ficar inteligente" com um emburrado "eu quero ser burra"!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;P.s: vi um site interessante que fala alguma coisa sobre isso e sobre outras questões, gostei também do titulo, vale a pena visitar e quem sabe fazer seu desabafo: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.desabafodemae.com.br/"&gt;http://www.desabafodemae.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-800906829065710744?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/800906829065710744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=800906829065710744' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/800906829065710744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/800906829065710744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/primeira-escola.html' title='A primeira escola'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-2200224315480183371</id><published>2008-12-26T06:58:00.003-03:00</published><updated>2008-12-26T07:06:39.650-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SVSriZhT24I/AAAAAAAAAFs/X1qcZJm7uRc/s1600-h/carol.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284036870266936194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 243px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SVSriZhT24I/AAAAAAAAAFs/X1qcZJm7uRc/s320/carol.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SVSrSPBhbwI/AAAAAAAAAFk/32r_4jtcRIM/s1600-h/nos3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284036592571346690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SVSrSPBhbwI/AAAAAAAAAFk/32r_4jtcRIM/s320/nos3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SVSrKQ7Y1eI/AAAAAAAAAFc/d8UDAoVpQZQ/s1600-h/tenille.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284036455643534818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 238px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SVSrKQ7Y1eI/AAAAAAAAAFc/d8UDAoVpQZQ/s320/tenille.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Transbordando felicidade nesse fim de ano!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que 2009 seja cheio de alegres novidades e descobertas!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Carol, Uli e Tenille&lt;/div&gt;&lt;div&gt;( e Ian, Chico e Anita)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-2200224315480183371?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/2200224315480183371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=2200224315480183371' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2200224315480183371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2200224315480183371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/transbordando-felicidade-nesse-fim-de.html' title=''/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SVSriZhT24I/AAAAAAAAAFs/X1qcZJm7uRc/s72-c/carol.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-6777862821523710058</id><published>2008-12-14T23:44:00.001-03:00</published><updated>2008-12-15T23:00:46.629-03:00</updated><title type='text'>Tempo de ser mãe</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estava pensando em escrever um post sobre o parto domiciliar, possibilidade que surgiu para mim e para Anita nessa jornada de trazê-la à tona do mundo. Tenho muitas informações, dados e relatos a compartilhar com outras mulheres que são simpáticas ao assunto. Mas há algo subjetivo sobre a maternidade que gostaria de falar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Até os três meses de gravidez, eu me sentia grávida. Depois que vi Anita, sem saber que era ela, com todo o corpo formado, pés, mãos, dedos, nariz, boca, crescendo no meu ventre, foi que me senti mãe. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pela primeira vez pensei concretamente na capacidade de gestar um outro ser humano, até o momento em que, por já não caber, ele irrompe mundo afora em busca da luz. Pensei no encontro dele com a vida aqui fora, pensei em uma vida afora preparando o meu filho ou filha para o mundo. Um imenso sentimento de pertencimento me tomou durante semanas. Finalmente havia encontrado o meu centro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muito se transformou desde a chegada de Anita, mas a primeira e mais forte constatação foi a mudança na minha percepção sobre o tempo. Em um dado instante é como se o tempo tivesse ganhado a forma de uma esfinge; o simples passar das horas e a sucessão dos dias ganharam novo significado, por mais que ainda não entendesse bem qual. Aos poucos ficou claro que não era uma questão de entendimento, mas antes, uma questão de ser. Ou não-ser.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O tempo de cada coisa:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A gestação coloca a mulher em comunhão com o que há de mais primitivo nela e na natureza (primitivo entendido aqui como o primeiro, inaugural), e se há algo intrínseco à percepção humana do universo, isto é a noção de tempo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os fenômenos periódicos da natureza trouxeram a diversas civilizações a noção do tempo cíclico. As estações do ano. Para os gregos, o círculo se relacionava com a idéia da perfeição. Aristóteles afirmou que existe um círculo em todos os objetos que tem um movimento natural, pois tudo se relaciona com o tempo, onde o início e o fim estão sempre interligados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Observo minha barriga: aos seis meses de gravidez, apresenta a forma perfeita do círculo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Intuitivamente me sinto conectada à essência feminina que antecede em muito a minha existência. Penso em Anita, crescendo a cada minuto dentro de mim. Penso na estação do ano em que ela nascerá, no tempo que ela levará para questionar o tempo. O domínio da fala, o contato com a língua, a evolução da personalidade. Tudo isso leva tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos poucos, imersa em devaneios, vou desvendando a minha esfinge.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Admito uma tendência  ao existencialismo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A vida é uma sequência de ciclos naturais, e a vivência de um novo ciclo  trouxe à tona a questão do tempo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Percebo que o tempo é entendido como a própria vivência desses ciclos naturais, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;circulares, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;como o mar de mim onde Anita repousa por enquanto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-6777862821523710058?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/6777862821523710058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=6777862821523710058' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6777862821523710058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/6777862821523710058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/tempo-de-ser-me.html' title='Tempo de ser mãe'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-8292783940907257977</id><published>2008-12-11T08:24:00.005-03:00</published><updated>2008-12-11T10:53:58.260-03:00</updated><title type='text'>A opinião dos outros</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que em muita coisa na vida a gente está submetida a opinião dos outros, mas parece que quando nos tornamos mães, principalmente de primeira viagem (deve ficar estampado na nossa testa), a opinião dos outros se torna muitas vezes um tormento. Lembro de quando estava grávida e comia alguma coisa a mais ou alguma porcaria, de imediato tinha alguém de plantão pra falar: você não pode comer isso, você vai engordar, faz mal, etc e tal. Muitas vezes de pessoas que nunca tiveram filhos. Parecia que eu não ia ao obstetra todos os meses fazer meu pré-natal. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando tive ian, ele nasceu bem magrinho, as pessoas diziam que ele tinha algum problema. Hoje passo pela questão da fala. Ian tem quase dois anos, mas só agora está soltando um pouco mais a voz. Já falava as palavras principais: papai, mamãe, ninha. Mas no mais só o fim de cada palavra. Como ele tem um primo com apenas dois meses mais velho que fala pelos cotovelos (é muito lindo!) a comparação se torna inevitável e lá vem as questões dos outros: eu li não sei aonde que criança que não fala até os dois anos tem que procurar ajuda médica, vi um documentário, etc. Faz parecer que ian está atrasado, que a culpa é nossa que não estimulamos. O que a opinião dos outros esquece é que cada criança tem seu processo de desenvolvimento, graças a deus somos diferentes. Uns falam mais depressa, outros andam. É claro que temos que ficar atentas, estimular, se informar e principalmente seguir os nossos instintos, somos MÃES! Eu comecei a dar um basta nesse tipo de comentário, que mesmo bem intencionado  na maioria das vezes é desnecessário. Vamos deixar para os especialistas os prognósticos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu acompanho de perto o drama de Uli e suas questões politicamente corretas. Vejo Chiquinho dormir na primeira sugada e também estranhava isso, afinal tive o mesmo problema que ela no inicio, mas ian pegou o peito. O que estaria errado? Nada. Apenas que Chiquinho é diferente de ian, teve esse problema e terá outros, assim como meu filho, assim como todos os filhos. Uma coisa que aprendi é que eles também ditam o ritmo das coisas. Ian acorda todos os dias às 5 hs da matina. Pode dormir às 2hs da madrugada, às 5 hs está em pé. Já tentei de tudo, mas é o biorritmo dele. Tudo bem, mesmo sonolenta acordo pra ficar e brincar com ele, eu e meu marido que nos revezamos, dia ele dia eu. E no resto do dia abrimos a boca cheios de sono. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-8292783940907257977?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/8292783940907257977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=8292783940907257977' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/8292783940907257977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/8292783940907257977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/opinio-dos-outros.html' title='A opinião dos outros'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-430602288553840210</id><published>2008-12-10T09:27:00.005-03:00</published><updated>2008-12-11T16:34:58.449-03:00</updated><title type='text'>Desabafo ou Quero ser Dira Paes</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;É oficial. Meu assunto mal-resolvido como mãe tem que ser a amamentação.&lt;br /&gt;Antes de Chiquinho nascer, embasada por toda fonte de informação que eu tive acesso, eu era radical:&lt;br /&gt;amamentação materna= legal&lt;br /&gt;leite artificial= muito feio&lt;br /&gt;Aí Chiquinho veio de supetão, com 36 semanas.&lt;br /&gt;Tres dias no Hospital, zilhões de enfermeiras manipulando meus peitos prá tentar fazer Chiquinho mamar (procedimentos que duravam até 40 minutos) e nada. Aí Chiquinho teve hipoglicemia. Furavam meu filhinho pra testar o nível de açúcar e ele nem chiava, tamanha era a letargia. E isso fazia com que ele dormisse o dia inteiro sem nem dar bola pro peito.&lt;br /&gt;Então levaram ele prá a UTI Neonatal, aonde ele passou 3 dias no soro e no complemento (materno e artificial)&lt;br /&gt;Chico ganhou pesou e foi pra casa.&lt;br /&gt;Ao chegar em casa, chamamos ajuda profissional prá fazer Chiquinho "pegar no peito" e foram horas e horas de choro e sofrimento. Aquilo parecia tortura medieval!&lt;br /&gt;Até que Chiquinho pegou. Se encaixou. Felicidade! Vou pagar a minha promessa. Alguns dias se passaram e comecei a observar que nunca via o leitinho escorrer da boquinha dele. E ele não parecia estar ganhando peso, o que acabou sendo confirmado na segunda consulta com a pediatra, que por sua vez disse com muita tranquilidade "Ah, não se preocupe. Uma hora ele pega".&lt;br /&gt;Ok.&lt;br /&gt;Tentei. Tentei. Ele ficava o dia todo no peito.&lt;br /&gt;E nada.&lt;br /&gt;Meu filho já estava perto de fazer 1 mês e eu só via ele emagrecendo. "Ah! Mas é assim mesmo!" Todos diziam, como seu eu fosse a pessoa mais desinformada do mundo e não tivesse lido nada a respeito.&lt;br /&gt;Aí meu instinto materno desesperado recorreu ao complemento.&lt;br /&gt;Na loucura do desespero (meu filho vai ter um QI menor, vai ter alergia, vai ser obeso, vai me amar menos.), conversei com outras mães que haviam passado pelo mesmo problema.&lt;br /&gt;Uma amiga criou um sistema. Dez minutos em cada peito + 90 ml de leite ordenhado+ complemento.&lt;br /&gt;Passei a fazer o mesmo e Chiquinho começou a ganhar peso. Mas o problema foi minha fraqueza diante da opinão das pessoas&lt;br /&gt;"Oh! Não faça isso. Dê leite materno"&lt;br /&gt;"Insista mais um pouco"&lt;br /&gt;Ok.&lt;br /&gt;Passei a ordenhar que nem uma vaca. Chegava a acordar 30 minutos antes da mamada de Chico prá tirar leite. Parecia um zumbi. Eu ordenhava de madrugada!&lt;br /&gt;Só no peito não funcionava, ele voltava a dormir e não adiantava abrir a boca e enfiar o peito dentro. Fazíamos cócegas, tirávamos a roupinha, acendíamos as luzes. Nada acordava Chiquinho.&lt;br /&gt;Tudo lindo, até que sábado passado me aventurei a deixar ele no peito o dia inteiro.&lt;br /&gt;Só que eu também produzo como uma vaca.&lt;br /&gt;Aí Chiquinho não conseguiu dar conta do recado e meu peito direito empedrou. Aluguei uma bomba, passei o pente prá desentupir, massagiei e nada.&lt;br /&gt;"Bota o neném no peito prá desobstruir!"&lt;br /&gt;Ok.&lt;br /&gt;Lá vou eu, madrugada a dentro com Chiquinho.&lt;br /&gt;E dessa vez ele não dormiu. Também como podia? Há 2 dias estava só no peito, e já estava claro que ele ainda não adquiriu a habilidade de sugar corretamente.&lt;br /&gt;Resultado: há dias não tenho paz. Chiquinho emagreceu. Meu peito direito está empedrado e o bico está com uma bolha enorme.&lt;br /&gt;Os estragos emocionais eu nem vou comentar, mas acho que esse desabafo aqui trasmite um pouco da minha angústia.&lt;br /&gt;Agendei uma consulta na CALMA. Tô pensando em agendar uma sessão de descarrego também.&lt;br /&gt;Ou finalmente, resolver os minhas inseguranças internas e não dar mais ouvido as bem intencionadas opiniões e sugestões alheias.&lt;br /&gt;Quero ver meu filho bem. Quero me ver bem. Quero que o momento de alimentação com meu filho seja sereno e eficaz.&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: left"&gt;Por isso foi tão boa a surpresa de ler o texto de Mayra hoje: &lt;a href="http://acabouchorareficoutudolindo.blogspot.com/"&gt;http://acabouchorareficoutudolindo.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;E esse link que ela achou:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.babble.com/the-breast-feeding-conspiracy-marjorie-ingall-believe-it-or-not-formula-isn-t-poison/index.aspx"&gt;http://www.babble.com/the-breast-feeding-conspiracy-marjorie-ingall-believe-it-or-not-formula-isn-t-poison/index.aspx&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como eu disse à Mayra, sou completamente a favor da amamentação exclusiva materna, mas essa camapanha agressiva que foi lançada acabou criando um movimento maniqueísta e injusto.&lt;br /&gt;Minha batalha prá tentar amamentar meu filho chegou a um ponto de exaustão. E ainda assim já tive que ouvir que sou preguiçosa. Isso me faz querer chorar de raiva.&lt;br /&gt;Se essas línguas venenosas me vissem ordenhado de madrugada, se vissem as fissuras no meu peito, o dinheiro que já gastei com bombas, enfermeiras e consultas. As horas que passei na Internet investigando o assunto...&lt;br /&gt;Ai. Chega. Desculpem o drama aí.&lt;br /&gt;Bom, agora vou me arrumar. Tomar um banho prá ir no CALMA.&lt;br /&gt;Pegar minha lança e meu escudo porque se isso não me fez guerreira, nada mais me fará.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-430602288553840210?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/430602288553840210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=430602288553840210' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/430602288553840210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/430602288553840210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/desabafo.html' title='Desabafo ou Quero ser Dira Paes'/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-5126045136426437995</id><published>2008-12-07T23:48:00.002-03:00</published><updated>2008-12-07T23:55:35.956-03:00</updated><title type='text'>Venha conhecer a vida...sobre o bebê e a cognição</title><content type='html'>Parafraseando Uli enquanto aguardava Chico, o lindo, repasso o link de um artigo bem interessante sobre o desenvolvimento cognitivo dos bebês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://saude.hsw.uol.com.br/compreendendo-o-desenvolvimento-cognitivo-e-social-de-um-recem-nascido.htm"&gt;http://saude.hsw.uol.com.br/compreendendo-o-desenvolvimento-cognitivo-e-social-de-um-recem-nascido.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assumindo uma postura tradicional, ele reforça alguns itens para os quais devemos sempre estar atentas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-5126045136426437995?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/5126045136426437995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=5126045136426437995' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5126045136426437995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5126045136426437995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/venha-conhecer-vidasobre-o-beb-e-cognio.html' title='Venha conhecer a vida...sobre o bebê e a cognição'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-2153761294428197493</id><published>2008-12-03T21:50:00.002-03:00</published><updated>2008-12-03T21:57:34.155-03:00</updated><title type='text'>O parto ativo I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda mulher que já pensou em ser mãe, invariavelmente já pensou em algumas questões que se referem ao momento do nascimento. Eu já tinha pensado, e como disse em um post anterior, morria de medo da “indescritível” dor do parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho um ótimo histórico familiar de partos naturais. Mesmo conversando com minha mãe sobre os partos dela, eu não poderia pensar nisso de outra forma que não superficialmente. Me preocupava em saber o que acontecia, como doía, o quanto doía. Desde que engravidei, fui levada a pensar no nascimento de minha filha de uma forma mais profunda. Foi aí que começou a minha busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter entrado na yoga muito cedo me despertou para uma série de questões que nem sequer imaginava. A prática, associada ao contato com outras grávidas em estágios já avançados, as conversas, foram desencadeando processos preciosos dentro de mim. Ao me deparar com a infinidade de acontecimentos e decisões que cercam o parto, decidi construir a história do nascimento da minha filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me deparei com o universo de parto no Brasil: banalização do parto cesáreo pela classe médica e a falta de consciência corporal da maioria das mulheres. Salvo alguns profissionais ligados a um movimento de humanização no parto, o parto natural acontece no Brasil pelo SUS, quando as mulheres são deixadas à própria sorte em salas de parto sem o menor acompanhamento ou orientação (essas sim são guerreiras). O Brasil vem sendo alvo de diversas campanhas do UNICEF, da Organização Mundial da Saúde, para que reduza uma das maiores taxas de parto cesáreo no mundo. Percebi que o parto normal que desejava estava um pouco mais distante do que imaginava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por indicação familiar, eu já havia procurado um obstetra que realiza partos normais. A diferença entre ele a maioria é que ele se dispõe a passar horas aguardando o processo de trabalho de parto (com o primeiro filho costuma ter uma média entre 12 e 18 horas) e tem um índice baixo de cesarianas entre suas pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse percurso descobri que a única forma de controlar o nascimento da minha filha seria me preparando emocionalmente, fisicamente e pesquisando a fundo sobre o tema. Para ter controle sobre o trabalho de parto, sobre a dor, é muito importante preparar o corpo fisicamente. Entender como funciona o movimento de abertura da bacia, controlar a contração e o relaxamento do períneo, dentre outras coisas, ajudam ao corpo no momento crucial. Devo estar preparada para a dor das contrações e mais do que isso, devo buscar formas de alivia-las podendo relaxar nos momentos de descanso.&lt;br /&gt;Tem exatamente dois meses que leio artigos, relatos, livros, pesquisas... uma infinidade de informações sobre possibilidades durante o parto. Um livro em especial me ajudou muito: Parto Ativo – Guia prático para um parto natural, de Janet Balaskas. Foi com ele que comecei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O parto ativo é um movimento que surgiu na Inglaterra em prol do retorno ao protagonismo da mulher no momento do nascimento do seu filho. Não dá mesmo para pensar o parto como um evento médico/cirúrgico onde cabe à equipe medica o papel de “ativos” durante o processo. O que deveria ser pensado como recursos de emergência em um parto, passou a ser a regra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engraçado como antes não me via envolvida em nenhuma dessas questões. Hoje em dia, não consigo imaginar minha filha vendo a luz pela primeira vez sem que tenha sido depois de um longo esforço conjugado entre nós duas. Sem que eu tenha lutado para trazê-la ao mundo, sem que ela tenha resistido bravamente como eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagino que a medicina deva auxiliar os casos que necessitam dos seus recursos avançados e suas intervenções sobre o corpo humano. O que toda mãe quer é que seu filho nasça sem nenhum tipo de sofrimento ou complicações. Mas acredito no poder da mulher de dar a luz ao próprio filho, pois assim aconteceu com a minha avó em casa, com a minha mãe no hospital e isso sem dúvida representa muito dentro do ciclo de vida social e emocional de uma mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O parto ativo defende que a mulher siga seus instintos e a lógica fisiológica do seu corpo, no controle total da sua capacidade de dar a luz. Uma série de estudos e pesquisas norteiam o conceito de parto ativo de forma a preparar e orientar a mulher para o parto. É muita informação, por isso vou aos poucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveito para indicar alguns links que defendem a humanização no momento do parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(102, 51, 102);" href="http://www.blogger.com/www.amigasdoparto.com.br"&gt;www.amigasdoparto.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(102, 51, 102);" href="http://www.blogger.com/www.partodoprincipio.com.br"&gt;www.partodoprincipio.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais importante foi me reconhecer em meio a tudo isso. Nessa viagem, sinto como se voltasse ao centro de tudo, ao útero de onde vim ou onde cresce a minha filha. Talvez seja isso, o parto para mim tem se tornado o momento de rever a luz com outros olhos: os olhos de uma criança.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-2153761294428197493?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/2153761294428197493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=2153761294428197493' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2153761294428197493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2153761294428197493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/o-parto-ativo-i.html' title='O parto ativo I'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-1731087259969740614</id><published>2008-12-03T16:36:00.008-03:00</published><updated>2008-12-03T18:29:02.217-03:00</updated><title type='text'>Minhas Ferramentas I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes mesmo de completar 3 meses de grávidez, eu já tinha em mãos 2 livros sobre maternidade. Um deles ganhei de uma amiga minha que mora no Reino Unido e conforme escrito na dedicatória a ajudou bastante nos seus primeiros passos como mãe. Toda vez que leio isso meus olhos se enchem de lágrimas. O título " Secrets of The baby Whisperer"(algo como "Segredos da Encantadora de bebês") explica bem sobre a filosofia da autora, Tracy Hogg, que nos lembra que um bebezinho já é um ser humano com vontades e pequenos percalços e é preciso analisa-lo, observa-lo e respeita-lo.&lt;br /&gt;Entender o motivo do choro, da dor, dos movimentos corporais...foi lendo esse livro que descobri o por que de Chiquinho dormir tão rapidamente depois de mamar 5 minutinhos no meu peito. A primeira leva do leite é carregado de Oxitocina, o hormonio que nos causa prazer (o mesmo que liberamos quando temos um orgasmo!) deixando ele bem relaxado. A ponto de apagar nos meus braços e só acordar 15 minutos depois...isso faz com que as vezes eu passe o dia inteiro com ele no peito.&lt;br /&gt;Minha solução foi inverter a ordem dos fatores. Agora eu ordenho o primeiro leite e o armazeno. Quando Chiquito acorda ele toma o leite gorduroso antes e o primeiro leite depois. Na mamadeira ( Isso mesmo. Esse utensílio, ao qual tinha tanto terror e preconceito hoje é uma ferramenta essencial. E digam o que quiserem, mas prá mim o mais importante é alimentar meu filho!).&lt;br /&gt;Enfim, como ia dizendo esse livro vem recheado de dicas legais e acabou virando um amuleto da sorte. Chiquinho estava passando por uma fase pertubada, sem sono que já durava uma semana. Um dia com ele no colo, resolvi voltar a ler o "Secrets of The Baby Whisperer" e de repente...puf! Ele dormiu!&lt;br /&gt;Está lá na minha estante, junto com meu São Francisco, Santo Antonio e São Jorge.&lt;br /&gt;Tracy Hogg também me explicou que os movimentos frenéticos nos braços e nas pernas são sinais de cólica e gases (meu lindinho sofre muito com isso). Por sinal o Pai e eu fizemos até um vídeo clipe de Chiquinho agitando os bracinhos e perninhas loucamente, parodiando o clipe de FatBoy Slim  e Spike Jonze "Push the Tempo":&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RGpkNPbSa2Q"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=RGpkNPbSa2Q&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pretendemos publica-lo um dia no Youtube. Um pouco cruel, eu sei. Mas ele ainda vai rir disso com a gente!&lt;br /&gt;Nesses meus 2 meses e meio como mãe percebi que a maternidade passa por muitas ondas e tendências. E todo mundo tem um truque, uma forma de ler o bebê, de cuidar dele.&lt;br /&gt;Vou caminhando descobrindo o que funciona prá mim, o que faz sentido, o que é lenda urbana...&lt;br /&gt;Existe sim uma ciência por trás da criação de todo ser humano, mas antes de termos filhos nem nos damos conta disso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-1731087259969740614?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/1731087259969740614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=1731087259969740614' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1731087259969740614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1731087259969740614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/minhas-ferramentas-i.html' title='Minhas Ferramentas I'/><author><name>Uli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872157797391865683</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_OaBL6XpY56U/SUAVdcHtSuI/AAAAAAAAAFA/hlMkDzk-jjQ/S220/juliachico.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-4780068475959694846</id><published>2008-12-02T20:12:00.001-03:00</published><updated>2008-12-03T00:07:12.178-03:00</updated><title type='text'>1 ano e 10 meses: a nossa hora de parar de amamentar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ian foi dormir. São 20 horas e 11 minutos. Vai acordar mais umas duas vezes durante a noite, agora está até mais fácil, estamos conseguindo ficar sem amamentar. Essa tem sido uma luta diária. Amamentei ian até umas duas semanas atrás. Quando ele me foi entregue na maternidade e me disseram para amamentá-lo, pensei que era só colocar a boca dele no meu seio e que a natureza se encarregava do resto. Ledo engano. Ian não fazia a pega. Tinha uma outra mulher que também tinha tido sua filha no mesmo dia e que também não conseguia. Na enfermaria muitas não tiveram esse problema. Só lembro do meu desespero, ian não parava de chorar, não comia nada e as enfermeiras não queriam dar o leite artificial, "uma hora ele pega".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muito insistir uma delas deu um pouco do leite para ele. Fui para casa sem que meu bebê sugasse meu seio. Uma amiga me deu conchas para os seios, ajuda e muito a formar o bico, protege o seio do contato com a roupa ou o sutiã (importante nesse primeiro mês). Ian só chorava. Ficamos desesperados. Como pari durante o carnaval, a pediatra dele viajou e eu não conseguia falar com ela, na angústia compramos uma lata de NAN, tinha que alimentá-lo. Demos uma mamadeira, mas a amiga das conchas (prima de meu filho) insistiu para não fazermos isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe: por ela já tinha dado, inclusive chá. Eu queria seguir todas as instruções, mas era muito confuso já que ian não se alimentava. A minha solução, para não dar o NAN nesses dois dias em que ian não mamou no peito, era pegar o leite das conchas, o colostro que saia, e derramar na boca dele e no meu peito. No auge da aflição liguei para um grupo chamado CALMA e por telefone uma orientadora me instruiu e ian fez finalmente a pega. Foi maravilhoso!! Sugava tanto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram 06 meses somente com leite materno. Segui as riscas as orientações da minha pediatra, que confio muito e tem uma filosofia parecida com a minha - qualquer dia desses escrevo sobre isso. Hoje não dá mais para continuar com as mamadas no peito. O pior (ou melhor?) é que meu filho não pegou bico, mamadeira e detesta qualquer tipo de leite. Mas estava já sem leite no peito e começou a doer. Por ian, mamava a toda hora, ainda mais comigo trabalhando em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordava várias vezes à noite, no vicio do "peitinho". Já sinto falta. Outro dia quase dei mecanicamente, ele até me olhou espantado. Continua pedindo todos os dias, ainda mais nesses últimos dias em que está um pouco resfriado. Eu sinto a maior dó. Mas precisamos terminar essa fase. Há duas semanas ando com esparadrapo no bico do peito: " tá dodói". Meu bichinho. Eu o amo tanto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-4780068475959694846?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/4780068475959694846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=4780068475959694846' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4780068475959694846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4780068475959694846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/ian-foi-dormir.html' title='1 ano e 10 meses: a nossa hora de parar de amamentar'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-3067151122120169137</id><published>2008-12-01T15:45:00.000-03:00</published><updated>2008-12-01T15:59:18.968-03:00</updated><title type='text'>Minha vida acontece de 3 em 3 horas</title><content type='html'>Sentei a bunda na cadeira, alonguei os braços, fiz o login, cliquei no "nova postagem" e de repente "peperem perererem, peperem pem pem, peperem perererem, peperem pem pem, pem pem pem pem".&lt;br /&gt;O alarme do meu celular.&lt;br /&gt;Me lembrando que chiquinho mamou há 3 horas atrás e que daqui ha alguns minutos vai acordar com a barriguinha roncando.&lt;br /&gt;Então lá vou eu.&lt;br /&gt;Volto em breve.&lt;br /&gt;Se Chiquinho dormir.&lt;br /&gt;Uli&lt;br /&gt;PS: prometo que volto. Tenho alguns acontecimentos a relatar. Desabafar, na verdade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-3067151122120169137?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/3067151122120169137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=3067151122120169137' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3067151122120169137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/3067151122120169137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/12/sentei-bunda-na-cadeira-alonguei-os.html' title='Minha vida acontece de 3 em 3 horas'/><author><name>Lindeiras</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07027954074455646541</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-2053932975505843034</id><published>2008-11-30T22:53:00.000-03:00</published><updated>2008-11-30T23:39:03.971-03:00</updated><title type='text'>Algumas dicas</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Para quem anda com seu baby pra cima e pra baixo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);" href="http://slingcasulinho.blogspot.com/2008/03/apresentao.html"&gt;http://slingcasulinho.blogspot.com/2008/03/apresentao.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Já conhecia o sling e descobri esse blog de uma mãe pernambucana que produz peças por encomenda. É  prático para os pais e aconchegante para o bebê. Tem três modelos possíveis: Sling, Mei tai e o Pouch. Naveguem pelo site.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Artigos para crianças de todas as idades, dois brechós em Salvador:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);" href="http://www.blogger.com/www.brechoinfantil.com"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102); font-weight: bold;"&gt;&lt;a target="_blank"&gt;www.brechoinfantil.com&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);" href="http://www.segundavez.com.br/infantil/index.php"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);" href="http://www.segundavez.com.br/infantil/index.php"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102); font-weight: bold;"&gt;&lt;a target="_blank"&gt;http://www.segundavez.com.br/&lt;wbr&gt;infantil/index.php&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Enxoval, roupas, móveis e produtos diversos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sobre a história da maternidade no Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);" href="http://www.amigasdoparto.org.br/2007/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=565&amp;amp;Itemid=59"&gt;http://www.amigasdoparto.org.br/2007/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=565&amp;amp;Itemid=59&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Encontrei esse texto que propõe historicizar a evolução da idéia de "maternidade" no Brasil bem como a constituição de políticas públicas voltadas à mães e as crianças. É interessante para relacionarmos o início desse movimento com o cenário atual de banalização do parto cesáreo, a impossibilidade de acompanhante com a mulher no parto pelo SUS e as diversas distorções existentes entre transformar o parto em um evento médico ou deixar à própria sorte uma mulher em trabalho de parto. Separei um trecho:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto a se ressaltar é como no Brasil o ativismo feminino teve uma contribuição importante até a década de 1930, porém limitada. Embora tenha antecipado as políticas públicas com a assistência prestada às mães e às crianças e desempenhado um papel importante por ocasião da proposição das mesmas na elaboração da Constituição de 1934, não conseguiu espaço nas estruturas de poder criadas pelo Estado, como ocorreu com as ativistas européias e principalmente norte-americanas. Esta ausência das mulheres na elaboração das políticas materno-infantis revela um outro traço marcante desse processo, pois foram os médicos que levaram à frente os projetos e campanhas, ocupando os cargos de direção e decisão, enquanto as mulheres foram incorporadas nas atividades de atendimento, basicamente, ou em cargos de segundo e terceiro escalão na estrutura burocrática, como médicas, enfermeiras, assistentes sociais e professoras. No Brasil a participação feminina nas políticas da maternidade se deu de forma mais sistemática e duradoura através das instituições filantrópicas, salientando o caráter não profissional do maternalismo no país, embora isso não signifique que as mulheres ligadas às instituições de benemerência não atuassem politicamente. A maior diferença está na ausência das mulheres habilitadas, como previa a Constituição de 1934, nos quadros técnicos e administrativos de decisão.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mercadocultural.org/programacao_musica.php"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-2053932975505843034?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/2053932975505843034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=2053932975505843034' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2053932975505843034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2053932975505843034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/11/algumas-dicas.html' title='Algumas dicas'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-4357171815069995357</id><published>2008-11-29T14:47:00.000-03:00</published><updated>2008-11-29T16:03:42.909-03:00</updated><title type='text'>Virando família I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje em dia com o vasto mundo de informações disponíveis na internet, devemos ter muito cuidado ao fazer pesquisas. No início da gravidez, ainda muito inexperiente, fiz algumas pesquisas na internet, sem conhecer os filtros e os descontos que devemos dar à cada informação, e como resultado eu tive mil dúvidas e fui inundada por uma onda de insegurança. Deixei isso de lado. resolvi partir para o método mais tradicional: conversar com outras mães, com a minha própria, e ir adaptando tudo o que ouvia ao meu caso especificamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A gravidez é diferente para cada mulher, assim como a condução da sua vida nesse período. Nossos filhos trazem uma individualidade e personalidade própria, cabe a nós, desde quando são recém-nascidos, compreendê-los  e conduzi-los ao mundo. O que serve para uma, pode não servir para a outra, mas ouvir o máximo de relatos ajuda e muito a desenvolver o jogo de cintura com o filhote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada tema renderia um blog específico, tamanha quantidade de discussão que suscitam. Acho que a sexualidade, longe de ser o tabu que já foi, ainda é um espaço importante de ser  pensado com a chegada de um filho. Para um casal já estabelecido, para um que acabou de se formar, sendo o bebê planejado ou não, para uma mãe solteira. Em cada um dos casos a vivência é particularmente nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu caso, companheira do mesmo homem há cinco anos, a sexualidade nesses seis meses de gravidez tem ganhado uma tonalidade ainda mais íntima.  No início também aconteceu um certo desinteresse pela relação sexual, tão interessada que estava em ler, pensar, planejar a existência da minha filha. Inacreditavelmente, enjoei de beijos na boca. Me arrepiava só de pensar. Normalmente os beijos são o começo da relação sexual, então os três primeiros meses foram sensivelmente prejudicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que com uma relação estável, com o desejo de ter filhos presente a algum tempo, isso não se transformou em uma falta logo de cara. Sentia o meu companheiro também vivenciando novas experiências emocionais, completamente imerso no universo de um pai de primeira viagem. Com o passar do tempo, fomos nos propondo alguns novos "jogos' que estimulassem a liberação da libido e a satisfação sexual. Começar sem os beijos foi um grande desafio e aos poucos fomos redescobrindo formas interessantes de namorar, ritmicamente diferente, nos adequando ao novo momento íntimo de cada um dos dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo a mulher quem gesta a criança, quem passa por todas as transformações físicas e hormonais, é interessante observar como o homem acompanha e vive também todas essas mudanças. É muito gratificante ter uma relação amorosa de companheirismo e amizade para que os dois possam se ajudar e se satisfazer plenamente. Conversar muito nos fez sensivelmente mais seguros para cada passo adiante nessa grande jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-4357171815069995357?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/4357171815069995357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=4357171815069995357' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4357171815069995357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/4357171815069995357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/11/o-casal-vira-famlia.html' title='Virando família I'/><author><name>Tenille</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05477041298799991295</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZCJws3vl71I/S3czArri77I/AAAAAAAAAGI/QtKOKSPi07E/S220/DSC09521.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-2917929573646430107</id><published>2008-11-28T20:35:00.000-03:00</published><updated>2008-11-29T14:41:48.225-03:00</updated><title type='text'>O Parto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Verdade. Passamos uma boa parte da gravidez pensando em como vamos parir essa criança que carregamos no ventre. Eu até já sabia qual anestesia iria tomar: a raquitidiana. Como não tinha plano de saúde procurei por maternidades que atendesse pelo SUS e que fossem conceituadas. Como minha mãe já tinha tido meu irmão caçula na Sagrada Familia, optamos por essa maternidade para trazer Ian ao mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha um ar agradável, ficava em Monte Serrat, próxima a Igreja do Bomfim. No dia em que  Ian nasceu um cheiro de rosas inundou nosso apartamento, foi uma das coisas mais incríeis que já senti em toda a minha vida. O tampão, um líquido viscoso com sangue que é o anúncio do parto, saiu às 9 hs da manhã. Cheguei a maternidade às 11 hs, mas não fui internada, pois minha dilatação estava muito pouca (cerca de 2 dedos). Ficamos passeando pela Ribeira, Humaitá, Boa viagem, cronometrando as contrações, entre atônitos e apreensivos, o grande dia chegara!!! Estaríamos em breve com nosso tão sonhado filho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 16:30 fui internada, sem que minha dilatação tivesse evoluído. O médico plantonista ficou puto por isso. Disse que eu iria parir lá pelas duas da madrugada. Fiquei deseperada. Sentia muita dor. Como era uma maternidade pública, não tive direito ao acompanhante. Fiquei sozinha numa cama, com mais três mulheres no quarto. É muito angustiante estar sozinha nessa hora. Com a dica de uma mulher que acabara de ter sua filha eu passei a ajudar no parto. Toda vez que vinha as contrações eu fazia força para baixo. Com o tempo as contrações diminuiram os espaçamentos e eu sentia meu ventre rasgar. Falava muito com Ian nessa hora. Pedia ajuda a ele para a gente sair bem dessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desesperada chamei a enfermeira e perguntei quando me levariam para a sala de parto. Ela me falou que só quando o neném estivesse coroando. Com a perspectiva de parir às 2hs da manhã, eram 18:10, sim tinha um relógio enorme na cabeceira a minha frente, e eu morta de tanto fazer força, aparece um celular no quarto que eu tomei de assalto e liguei para meu companheiro de viagem implorando que me tirasse  dali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele, junto com uma amiga, voltaram para a maternidade e fizeram um escândalo.  O médico esbravejando vem me ver na cama e percebe que Ian já estava nascendo. Fui direto para a mesa de parto e Ian nasceu. 18:31. Sem anestesia. Aquariano. Meu menino. Minha vida. Num momento como esse é preciso que quem te acompanhe esteja disposto a compartilhar desse momento com você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um absurdo privar um pai de ver o nascimento de seu filho. É desumano um médico que manda você não ser escandalosa na hora em que seu filho cai no mundo. Mas apesar de tudo ter saído diferente do que planejei, é tão incrível quando seu filho é trazido a você (ele fica algumas horas distantes, no berçário, chorando...) é uma das cenas que vai ficar impressa para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas dicas de preparação para o parto são válidas também para a MATERNIDADE. Precisamos nos preparar para sermos mães. Para educar, para se importar, para dar amor e receber muito amor. Porque eu que tenho a minha mãe, que é a melhor do mundo, sou por minha vez mãe do melhor filho do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-2917929573646430107?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/2917929573646430107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=2917929573646430107' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2917929573646430107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/2917929573646430107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/11/o-parto.html' title='O Parto'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-1738456317722605280</id><published>2008-11-28T17:32:00.000-03:00</published><updated>2008-11-29T14:45:16.872-03:00</updated><title type='text'>Ser Mãe</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sou mãe por um acaso. A gravidez não foi planejada, muitos futuros eu via à minha frente, mas não esse: estava eu, aos 27 anos, grávida de 3 meses. Foi difícil acreditar e digerir isso. Até que um dia eu acordei e me senti plena. Completa. Havia dentro de mim um ser crescendo e era meu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive muitos enjôos, diziam que era o cabelo da criança (meu filho nasceu muito cabeludo!). Durante a minha gravidez eu tive um parceiro maravilhoso. Importante a gente ter ao lado um companheiro atento, disposto, porque nós mulheres estamos passando por uma enxurrada de coisas: sãos os seios crescendo, o ventre, as dores, as angústias, as inseguranças. Tudo junto e de uma só vez. Balaio de gato. Fui a primeira das minhas amigas a ter filho. Hoje somos três, uma grávida (dona Bezerra) que me liga sempre para perguntar se era normal isso ou aquilo, se eu sentia isso ou aquilo. A outra com um bebezito de 02 meses, a mesma coisa: Ian fazia assim ou assado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu que passei por tudo isso já nem lembro mais se eram com dois meses, três ou seis que as coisas aconteciam. Para Tenille e as grávidas: aproveitem, tirem fotos, se cuidem e durmam! muuuuuiiiitooooooo!! Mas, salvo restrições médicas, aproveitem de tudo. Para Julia e as recentes mamães de 1º viagem: vai passar!! Tudo no fim sempre passa e a gente sobrevive a cólicas e mamadas. Mas aproveitem, passa rápido, dá até vontade de colocar de volta na barriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a minha gravidez e pós parto uma coisa foi um desconforto velado entre mim e meu marido: o sexo. Grávida, nos 1º meses eu enjoava até do cheiro dele. Depois não tinha energia, era incômodo, enfim não era prazeroso para mim. E o coitado do meu marido ficou a ver navios... A promessa era que depois do resguardo voltaríamos a ativa. Eu até tive vontade, assim que passaram os 40 dias. Mas doía!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois com os meses era tanto trabalho, muito sono, cansaços que não tinha energia. Só agora, quase 2 anos depois, me sinto bem. No início achava que isso só acontecia comigo, mas conversando com outras grávidas descobri que muitas também se sentiram ou ainda se sentem assim. Comecei a achar até que era mito essa coisa de aumentar a libido feminina durante a gravidez, mas eis que um dia desses passando os canais, vejo uma escritora em Jô Soares falando em como sentiu prazer sexual durante a gravidez, rendeu até um livro. Estávamos eu e meu marido na sala, mudamos de canal rapidamente: assunto não grato para aquela hora da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, grávidas e mamães de 1º viagem o melhor é sempre trocarmos experiências, pois essa busca por informação não pode se limitar aos mil livros e sites que tratam do assunto, cheios de normas e de regras que são legais para traçarmos um possível caminho, mas que certamente vai ser diferente para cada uma de nós. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;um abraço&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-1738456317722605280?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/1738456317722605280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=1738456317722605280' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1738456317722605280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/1738456317722605280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/11/ser-me.html' title='Ser Mãe'/><author><name>Acompanhante</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://3.bp.blogspot.com/_T8K552zjxWM/TLRafb5X87I/AAAAAAAAAAM/ZkiTX9ACFMw/S220/Captura+de+tela+2010-10-09+%C3%A0s+20.04.37.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-8783051162912393231</id><published>2008-11-25T10:47:00.000-03:00</published><updated>2008-11-28T15:51:43.877-03:00</updated><title type='text'>Yoga na gravidez</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Enquanto as outras mães desse blog não se anunciam, vou postando mais descobertas sobre a gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre adepta da atividade física, eu vinha de um histórico ano de sedentarismo e muita farra. Assim que soube da gravidez, já fui planejando a volta à ação. Depois da décima segunda semana, liberada pelo médico, comecei  a Yoga para gestantes. Duas semanas depois entrei também na natação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natação é um esporte que pratico desde a adolescência, me traz mais vigor, e depois da indisposição dos três primeiros meses, era tudo o que desejava. Não tem contra indicações, e sendo feito de forma equilibrada traz uma sensação grande de bem estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Yoga é que me trouxe grandes surpresas. Imaginava que fosse uma versão mais light das posturas, levando em conta principalmente o relaxamento, a meditação. Mas não é somente isso. A Yoga para gestantes compartilha com a filosofia do parto ativo e da humanização no parto, conceitos importantíssimos de se levar em consideração aqui no Brasil, o país que mais realiza cesáreas no mundo.  Mais detidamente vou falar sobre os princípios do parto ativo, que propõe recolocar a mulher como protagonista desse momento importante do seu ciclo vital. Através do conhecimento pleno do seu corpo e as transformações ocorridas durante a gravidez, o trabalho de parto  e parto, a mulher pode auxiliar o corpo a progredir em um parto natural sem a necessidade de intervenções médicas de diversas ordens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema Mamaste de yoga para gestantes tem o foco na preparação física e emocional da mulher durante a gravidez e para o parto. Estou tendo oportunidade de redescobrir meu corpo, sob a ótica de quem gesta uma nova vida, e já posso perceber parte do movimento de preparação para o nascimento da minha filha. Acredito que essa consciência corporal faça muita diferença na condução do trabalho de parto, pesquisas apontam a diminuição do tempo de duração e das dores de contração quando auxiliamos o corpo a trabalhar pelo nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na gravidez a sensibilidade da mulher se coloca em primeiro plano. Questões como a do parto ocupam muito tempo no imaginário de como gestar e trazer à vida uma outra pessoa. Em uma conversa com minha mãe, sobre o primeiro mês de vida da minha filhota, ela me disse que mesmo sendo difícil não há com o que se preocupar porque mais rápido do que imagino já vou ter controle de toda a situação. Graças ao instinto, à natureza de mãe que desabrocha no contato entre dois corpos que se desejam imensamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe me conta métodos prosaicos, vindo do tempo de minha avó, de se conduzir o trabalho de parto, quando já parece impossível. A sabedoria popular guarda ensinamentos que infelizmente  foram perdendo terreno perto de práticas hospitalares assimiladas como a evolução necessária. Mas sempre será uma questão de ponto de vista e mesmo  de convicção. Há quem ache que parir  fora de um hospital em pleno século XXI é uma questão que beira a ignorância. Eu, ao contrário, tremo só de pensar em um hospital. Confesso que não tenho boas recordações de internações e tratamentos médicos. Minha mãe sempre relutou em ministrar remédios quando éramos crianças, sempre tinha outras maneiras de tratar a mim e a meus irmãos. Meu pai, sempre ligado à natureza, faz questão de nos ensinar as possibilidades de cura através das plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco de tudo isso tem despertado em mim a necessidade de uma condução natural, pacífica e amorosa para o momento do parto, pois acredito que este é um dos grandes momentos de realização da mulher, um trabalho conjunto entre ela e  seu filho(a). Sem sombra de dúvida, o mais importante é que o nascimento seja feito de forma a  evitar qualquer tipo de sofrimento  desnecessáriopara a mãe e para o bebê. Para isso acredito na evolução dos procedimentos médicos: fornecer suporte para situações em que o parto natural não é viável e oferece riscos à mãe ou à criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de engravidar, sempre tive medo da "dor do parto". Ficava imaginando uma dor que não se parece com nenhuma outra e minha imaginação me levava a pensar dores impossíveis de descrever. Hoje, sei que a dor do parto não vem desacompanhada. Ela vem carregada de satisfação pelo ato de trazer à vida um ser que criamos e gestamos ao longo dos nove meses. O medo vai deixando de ser tão importante perto de emoções tão profundas que rondam o nascimento do nosso filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A yoga para gestante tem sido fundamental no processo de me fazer conhecer  e sentir plenamente o meu corpo grávido, e disso advém a segurança que me permite dentre outras coisas desmistificar a "dor  do parto" que era cega, inconsciente, dando lugar a uma certeza de que posso intervir de maneira ativa no processo de nascimento da minha filha, podendo relaxar e evitar dores desnecessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me sinto disposta a conduzir o parto  de acordo com as minhas expectativas e preparação enquanto  a minha gravidez for apontada como saudável e  houver todas a possibilidades para um parto natural, sem incorrências à vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Yoga tem tornado o parto natural, um desejo grande desde o início da minha gestação,  uma realidade cada vez mais próxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;b&gt;Benefícios da Yoga pré-natal  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.    Criação de um ambiente calmo e seguro para a gestação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.    Comunicação privilegiada entre mãe e filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.    Aprender a relaxar e respirar durante situações difíceis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.    Preparação física e mental para o parto e chegada do bebê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.    Aumento da força e resistência para o trabalho de parto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.    Desenvolvimento de flexibilidade e abertura pélvica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.    Combate o estresse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.    Redução e alivio das dores, desconfortos e indisposições da gravidez  (dores lombares, tensões nas costas e ombros, dores nos quadris, inchaços, entre outros)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.    Melhor postura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.    Melhor tônus muscular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.    Melhor digestão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.    Melhor equilíbrio físico-mental-emocional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.    Melhor imagem de si mesma e auto-estima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.    Oportunidade de comunicação com outras futuras mães&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.    Recuperação pós-parto mais rápida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16.    Atitude mental voltada para bons pensamentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.     Facilita o aleitamento materno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18.     Fonte de prazer e bem estar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aulas de Yoga para gestantes:&lt;br /&gt;Anne Sobotta&lt;br /&gt;71 8804 7697&lt;br /&gt;yogagravidez@gmail.com&lt;br /&gt;yogaparagestantes.wordpress.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Tenille&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-8783051162912393231?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/8783051162912393231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=8783051162912393231' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/8783051162912393231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/8783051162912393231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/11/yoga-na-gravidez.html' title='Yoga na gravidez'/><author><name>Lindeiras</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07027954074455646541</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-92110208611789100.post-5764579268696809881</id><published>2008-11-21T18:10:00.000-03:00</published><updated>2008-11-21T18:53:39.705-03:00</updated><title type='text'>Conhecendo os sinais do corpo na gravidez</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros três meses de gravidez foram para mim um aprendizado de como notar as profundas transformações que vinham acontecendo com o meu corpo. Aparentemente as mudanças são imperceptíveis, mas com um olhar mais atento pude ir percebendo alguns dos sintomas. Os seios são de fato o primeiro grande sinal. Li em algum lugar que eles começam a se modificar logo após a fecundação e daí não param mais. É muito fácil confundir com as dores habituais à chegada da menstruação, pois o volume aumenta muito rapidamente. No meu caso, além dessas dores, eu senti também coçar o bico dos seios durante alguns dias. Estava no primeiro mês de gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro trimestre não apresentei um crescimento perceptível da barriga, por mais que verificasse todos os dias pela manhã. A ansiedade de ter uma barriga de grávida, era uma conseqüência de tantos sentimentos misturados nesse início de jornada, depois do terceiro mês, foi sossegando. Aos poucos fui aprendendo coisas fundamentais sobre as transformações com o crescimento da barriga. Intimamente, achava que todo dia ela cresceria um pouquinho, mas não foi assim que aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos quatro primeiros meses, ela cresceu em dois “pulos”. De um dia para o outro, lá estava a barriguinha despontando. No quinto mês de uma só vez ela se colocou definitivamente. No entanto, esse crescimento era sempre antecipado por umas dores abdominais muito fortes. Na primeira vez, consultei o meu médico, e para livrar algumas suspeitas fizemos uma série de exames. Incomodava muito a movimentação de sentar ou levantar, fazer xixi ou qualquer simples contração abdominal. A sensação era de que estava recém-operada, com toda a estrutura interna abalada. Verificamos que não havia nada de errado comigo ou com o bebê, e então ele me alertou sobre a possibilidade das dores estarem associadas ao crescimento da minha barriga. Me tranqüilizei e em dois dias, as dores desapareceram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quinto mês, com o crescimento considerável, a dor foi mais intensa. Passei um dia inteiro mal podendo sentar. Conversei com algumas grávidas e algumas relataram que sentiram essas dores, outras não sentiram nada. Me despreocupei e no dia seguinte as dores tinham passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira gravidez vem rodeada de inexperiência e preocupação de algo de errado possa acontecer, já que desconhecemos os sinais do corpo. Fundamental, além de conversar com mulheres que já tiveram filhos é entender que cada corpo reage de uma forma diferente às transformações da gravidez. Aos poucos fui percebendo essas mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Tenille&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/92110208611789100-5764579268696809881?l=matterna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matterna.blogspot.com/feeds/5764579268696809881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=92110208611789100&amp;postID=5764579268696809881' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5764579268696809881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/92110208611789100/posts/default/5764579268696809881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matterna.blogspot.com/2008/11/conhecendo-os-sinais-do-corpo-na.html' title='Conhecendo os sinais do corpo na gravidez'/><author><name>Lindeiras</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07027954074455646541</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
